Os fins de semana são calmos, bastante calmos. Os concertos de Sexta deveriam ser concertos de Sábado! Foi uma bela noite na Sexta, mas há que dizer que depois de uma semana de trabalho ainda ter pedalada para ir para Lisboa à hora de ponta, para a jantarada bem regada e com muita barulheira à mistura (o que vale é que o pessoal do Rio Grande já engraçou connosco, tal como, aliás, o pessoal do British Bar, honra lhes seja feita), para 3 concertos, dois fantásticos e um aborrecido (o que piora a coisa) e, por fim, para estar à conversa na rua até às 3 da matina cheio de alergia a fungar e a choramingar feito um, um...alérgico, tudo isto considerado, dizia eu, há que dizer que é obra. Cota, mas nem tanto. Ehehehehe.
Sábado ficou reservado para o dolce far niente, para estar na esplanada a dar à palheta e, excepcionalmente, para uma bela e singela noite de teatro. A peça chamava-se "As Duas Cartas" de Júlio Dinis e o grupo de teatro era amador, mas soube bem ver a coisa. Que hei-de fazer? Sou um conservador nisto, pelos vistos. Gosto destas peças, destas comédias de costumes, satirizantes e propulsionadas por um qualquer equívoco, engano ou mal entendido. E gosto do "entra e sai" dos actores. É simples e básico sim, mas dispõe bem. E a peça, por incrível que pareça, continua a ter alguma actualidade. Muito bom. Obrigado minha querida Ti Anica de Loulé pelo "cumbite".
E hoje? Hoje foi dia de Feira do Livro. O último dia. Quis ir lá mais um dia. Este ano parece que a Feira veio e foi ainda mais depressa que o habitual. Quase que pareceu que mal tive tempo de lá ir, que mal consegui desfrutar dela. É a vida mesmo. Já parece o Natal... Mas pronto, reconheça-se que estas duas semanas foram muito agitadas laboralmente. Espero não estar a perder o "contacto" com a Feira do Livro. Ainda é um evento que me diz muito. Um excelente sítio para dar uma passeata, beber uma cafézada e fumar uma cigarrada, caraças!
O novo horário não se compadecia muito disso, é verdade, mas pronto. Lá fui. Eu e mais um zilião de pessoas! Muita gente, e muita, pasme-se, a comprar! Acho bem, acho bem. Parece que este ano, para variar, os editores estão contentes. Igualaram ou superaram os resultados de 2008. Muito bem.
Para além disso, e fora os novos horários estranhos (que parece que funcionaram...) gostei da Feira. Gostei dos novos pavilhões, mais modernos e com um aspecto mais agradável. Ainda assim continuaria a preferir mil vezes as velhinhas barracas sobre o infame espaço da Leya que este ano se voltou a repetir no topo direito da Feira. Absurdo, cansativo, incómodo, desgastante, ridículo. Pessoalmente só entrei nesse espaço quando não tinha outra hipótese. Acho aquilo terrivelmente feio e pouco funcional...não tenho vontade de lá estar quanto mais de ver e comprar livros....filas intermináveis de pessoas para a caixa, etc etc. É estúpido. Mas quem sou eu....?
Sábado ficou reservado para o dolce far niente, para estar na esplanada a dar à palheta e, excepcionalmente, para uma bela e singela noite de teatro. A peça chamava-se "As Duas Cartas" de Júlio Dinis e o grupo de teatro era amador, mas soube bem ver a coisa. Que hei-de fazer? Sou um conservador nisto, pelos vistos. Gosto destas peças, destas comédias de costumes, satirizantes e propulsionadas por um qualquer equívoco, engano ou mal entendido. E gosto do "entra e sai" dos actores. É simples e básico sim, mas dispõe bem. E a peça, por incrível que pareça, continua a ter alguma actualidade. Muito bom. Obrigado minha querida Ti Anica de Loulé pelo "cumbite".
E hoje? Hoje foi dia de Feira do Livro. O último dia. Quis ir lá mais um dia. Este ano parece que a Feira veio e foi ainda mais depressa que o habitual. Quase que pareceu que mal tive tempo de lá ir, que mal consegui desfrutar dela. É a vida mesmo. Já parece o Natal... Mas pronto, reconheça-se que estas duas semanas foram muito agitadas laboralmente. Espero não estar a perder o "contacto" com a Feira do Livro. Ainda é um evento que me diz muito. Um excelente sítio para dar uma passeata, beber uma cafézada e fumar uma cigarrada, caraças!
O novo horário não se compadecia muito disso, é verdade, mas pronto. Lá fui. Eu e mais um zilião de pessoas! Muita gente, e muita, pasme-se, a comprar! Acho bem, acho bem. Parece que este ano, para variar, os editores estão contentes. Igualaram ou superaram os resultados de 2008. Muito bem.
Para além disso, e fora os novos horários estranhos (que parece que funcionaram...) gostei da Feira. Gostei dos novos pavilhões, mais modernos e com um aspecto mais agradável. Ainda assim continuaria a preferir mil vezes as velhinhas barracas sobre o infame espaço da Leya que este ano se voltou a repetir no topo direito da Feira. Absurdo, cansativo, incómodo, desgastante, ridículo. Pessoalmente só entrei nesse espaço quando não tinha outra hipótese. Acho aquilo terrivelmente feio e pouco funcional...não tenho vontade de lá estar quanto mais de ver e comprar livros....filas intermináveis de pessoas para a caixa, etc etc. É estúpido. Mas quem sou eu....?
E venha mais uma semana. E assim vai discorrendo a vida. Rocking hard and riding free! Very free!!
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