quarta-feira, janeiro 31, 2007
sexta-feira, janeiro 26, 2007
quinta-feira, janeiro 25, 2007
terça-feira, janeiro 23, 2007
Tem de ser assim.
Aristides de Sousa Mendes
segunda-feira, janeiro 22, 2007
Mas que contratempo!
sexta-feira, janeiro 19, 2007
It's Friday!
Post histórico! Nele figuram dois clichés do mais requentado que há. Mas não quero saber! Bom FDS para todos e para mim! :D
quinta-feira, janeiro 18, 2007
Lusco Fusco
É este o Bairro Alto que se conhece, o da confusão, das multidões, dos bares e restaurantes.
Nada como ir lá ao final da tarde e vaguear pelas ruas enquanto se espera que a Ler Devagar abra, vaguear sem destino e ver como as ruas do costume são diferentes debaixo desta luz. As portas que conhecemos estão fechadas, mas as do lado estão abertas: mercearias, talhos, frutarias, cafés, etc etc, que normalmente não abrem de noite.
quarta-feira, janeiro 17, 2007
Road to Nowhere
Well we know where were goin
But we dont know where we've been
And we know what were knowin
But we cant say what weve seen
And were not little children
And we know what we want
And the future is certain
Give us time to work it out
Were on a road to nowhere
Come on inside
Takin that ride to nowhere
Well take that ride
Im feelin okay this mornin
And you know,
Were on the road to paradise
Here we go, here we go
Maybe you wonder where you are
I dont care
Here is where time is on our side
Take you there...take you there
Were on a road to nowhere
Theres a city in my mind
Come along and take that ride
And its all right, baby, its all right
And its very far away
But its growing day by day
And its all right, baby, its all right
They can tell you what to do
But theyll make a fool of you
And its all right, baby, its all right
Were on a road to nowhere
terça-feira, janeiro 16, 2007
City Sickness
I'm crawling, I don't know where to or from
The centre of things from where everything stems
Is not where I belong
I have the city sickness, growing inside me
So this is where I ran for freedom
Where I may not be free
segunda-feira, janeiro 15, 2007
Amadeo
"Cozinha da Casa de Manhufe", 1913
sábado, janeiro 13, 2007
Bah raispartam os irmãos Lulu!
É que eu, tal como largos milhares de pessoas, tenho o livro em casa. Li-o há já muitos anos (demasiado cedo?) e não o achei nada de genial, tal como era dito. Gostei e achei interessante, mas não muito entusiasmante. Portanto quando soube que vinha aí o filme não me preocupei muito em ir vê-lo. Não era uma prioridade. Ora, como afinal lá o fui ver ‘in extremis’ à meia noite e meia no Corte Inglês num Sábado qualquer, pude surpreender-me agradavelmente.
É um filme muito interessante e que agarra o espectador imediatamente, não só pela história, mas também pela técnica narrativa, pela maneira de filmar, pelo ambiente que cria. Não quero chegar ao cliché de dizer que quase se podia ‘cheirar’ o que se passava no ecrã (a história diz respeito, como se sabe, a um homem que nasce com um sentido olfactivo ultra desenvolvido), mas a verdade é que o filme quase consegue transmitir isso, e nós, enquanto espectadores aceitamos pacificamente estar a VER um filme sobre CHEIROS. É credível duma maneira quase genial nesse aspecto.
Aliás, penso que foi o Stanley Kubrick que disse que esta história era impossível de filmar, e uma série de outros realizadores rejeitaram o trabalho na mesma base. Porém o alemão Tom Twyker conseguiu. E, de facto, só quem faz um filme como o “Corre Lola, Corre” (um filme de hora e meia que conta repetidamente os mesmos minutos circularmente e que é um filme muito interessante), conseguiria fazer isto.
Os actores são, em geral desconhecidos, com excepção do Alan Rickman, o terrorista do "Assalto ao Arranha Céus", para dizer um de muitos filmes, e do Dustin Hoffman, que na minha opinião não está lá a fazer rigorosamente nada a não ser ‘emprestar’ o nome a uma produção europeia para lhe dar uma maior vertente comercial; é que não achei muito convincente vê-lo a fazer um papel de fabricante de perfumes italiano e afectado. Até a pronúncia não era muito boa. Mas, tirando este pormenor, pouco mais há a apontar de negativo.
Positivo mesmo é ainda a banda sonora. Algo circular e baseada sempre no mesmo leit motiv a que se regressa vezes sem conta, é essencial para criar o ambiente necessário e’puxar’ o espectador para dentro da história.
Em suma mais uma adaptação de um livro ao cinema que ‘corta’ algumas coisas do livro. Se bem que neste caso parece ter sido pelo melhor.
sexta-feira, janeiro 12, 2007
Ainda à espera dos Lumiére Bros.
Como eu não sou rico, e tenho definitivamente outros interesses na minha vida (que é o mesmo que dizer outros sítios para onde escoar o meu dinheirinho), optei por ser mais selectivo (ok, também houve menos disponibilidade mental para ir efectivamente ao cinema). E isso tem um problema: acabo por, logo de início, pôr de parte filmes. E por vezes perdem-se bons filmes assim.
Foi o caso deste:
Mas pronto...semana natalícia ou quase, poucos filmes interessantes, vontade de ir ao cinema....tudo se conjugou para irmos ver este filme, nem que fosse para ver qual era a razão de tanto elogio. E não é que o raio do filme deixou-me interessado até ao fim? LOLOL Um telefilme muito bem feito, com alguns laivos cinematográficos. Limita-se a contar a história, factual na sua maioria, mas também com a inevitável dose de ficção (impossível saber como a Rainha e restantes reagiram à notícia em privado, impossível comprovar diálogos e pensamentos), que, no entanto, não caem nada mal no desenrolar da história.
Uma visão da família real diferente. Nada acusadora, mas também nada desculpante ou facilitadora. Tendemos a quase compreender e simpatizar com aquelas pessoas que têm de viver a sua vida rodeados de constante folclore, com as consequências inerentes a isso. Vemos uma Rainha dura, mas ao mesmo tempo preocupada, mas sem saber bem como reagir a toda aquela situação, até se ver obrigada a fazer algumas concessões (a conselho do novíssimo Primeiro-Ministro Blair, então visto como o salvador da pátria e da monarquia), a bem da Nação.
Não é um filme fantástico, mas vê-se com algum agrado e interesse. Principalmente, de facto, pela composição da actriz Helen Mirren.
quinta-feira, janeiro 11, 2007
Irmãos Lumiére....voltem!!
Porém, com estes preços, ou somos ricos, ou não temos mais interesses na vida para além do cinema, ou, por fim, começamos a ser selectivos no que vamos ver. É que dar mil e cem paus para ir ao cinema custa muito quando o filme que se vê afinal não passa duma banhada bem gelada.
O Cine Estúdio 222 fechou as portas há anos, acabando com os ciclos interessantíssimos que por lá passavam regularmente (suficientes para obrigarem um gajo a enfiar-se naquele buraco bolorento). A Cinemateca é agradável, mas nem sempre passa o que eu quero (afinal de contas não sou um cinéfilo puro e duro) e muitas vezes quando passam é a horas impraticáveis. Resta o King e o Quarteto, onde ainda se pode ir com algum prazer, se bem que se volte com alguns ossos moídos.
Bom, isto tudo para dizer que a minha frequência em salas de cinema decresceu tragicamente nestes meses. 3 –três!- foram os últimos filmes que vi.
Comecei com este:
E se há algum sinal que o Mundo está para acabar é quando decidem lançar um filme do James Bond com uma história decente, um argumento credível, com personagens a sério e não super-heróis de animação. O Daniel Craig pode muito bem ser o melhor James Bond de sempre, ou, pelo menos, o melhor desde o Sean Connery. Claro que isso depende dos gostos. Quem aprecia o estilo apalhaçado do Roger Moore, o estilo amorfo do Timothy Dalton ou o estilo pseudo-cool do Pierce Brosnan, não vai gostar de ver um James Bond bruto como uma parede de tijolos, frio,
seco, quase insensível às suas actividades profissionais, mas ao mesmo tempo, uma personagem que vai para além disso (afinal ele é um homem, pasme-se). Até a Bond-Girl de serviço faz mais do que pavonear os decotes e as curvas pelo ecrã.É um filme muito real, violento e credível do princípio ao fim. Talvez um pouco grande demais, mas vale a pena nem que seja pela atordoante perseguição inicial, a pé, que é uma das melhores que já vi.
Em suma, gostei. Gostei que tivessem cortado com a palhaçada anterior. Não é que odeie esses filmes, mas não os consigo levar muito a sério, ao contrário deste. Aliás o tom do filme é dado logo de início no habitual ‘teaser’ pré genérico (também excelente diga-se de passagem), filmado a preto e branco, sem grandes explosões e efeitos afins. Apenas a fria realidade. Uma lavagem total que só veio trazer alguma dignidade.
Uma nota final para a canção tema, "You Know My Name", cantada pelo Chris Cornell, ex Soundgarden, actual Audioslave, que é, no fundo, uma boa canção rock. Falou-se que não era adequada ao 007....pois eu não acho que seja assim tão má. Aliás, para quem ouviu a porcaria que a Madonna compôs e cantou para um dos últimos filmes da saga....enfim.
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Os 'suplentes'
sexta-feira, janeiro 05, 2007
2006
4. "Waves Of Visual Decay" - Communic
5. "Monday Morning Apocalypse" - Evergrey
6. "Almah" - Edu Falaschi
7. "Come Clarity" - In Flames
8. "A Twist In The Myth" - Blind Guardian
9. "With Oden On Our Side" - Amon Amarth
10. "Christ.0" - Vanden Plas






























