quinta-feira, abril 30, 2009
Wolverine
quarta-feira, abril 29, 2009
segunda-feira, abril 27, 2009
Domingo? Avante! Mas com calminha....
Em 24 de Junho de 1944 a capa era o alto comandante do exército italiano. Exibe um ar preocupado. Porque será? LOL
E com tudo isto acho que me esgotei, não só fisicamente como em termos de inspiração. Um breve hiato surge no horizonte.
domingo, abril 26, 2009
Descansemos e depois....AVANTE...
Um "Pedro" procurava uma "Inês".... Romântico e patético (no bom sentido). Não pude deixar de sorrir à ousadia do rapaz. Ousadia e candura. Tantos "Pedros" andam à procura da sua "Inês", mas este teve coragem de assumir publicamente. lol Pelo menos sabe o que anda à procura, e sabe do que precisa para a sua vida.
Caminhámos até à Praça do Comércio, onde nos separámos. Eu, como certified lunatic que sou, voltei a pé para o Saldanha. Com uma paragem na Calçada do Carmo para ver a lojeca de discos prog, cujo nome agora me escapa, mas que recomendo vivamente a quem gosta de prog rock. Sim, após a janta em boa companhia e alguns dedos de cumbersa, caí na cama qual cepo ou tronco acabado de ser deitado abaixo por um qualquer lenhador de barba e camisa de flanela vermelha aos quadrados. Tiiiiimbeeeeeeeer!!!!
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Avante ainda, mas com dificuldade!
Começou logo pelo lugar para estacionar. Tive de confiar plenamente nas indicações, mesmo na altura em que me parecia que estávamos a afastarmo-nos do local. E em boa hora confiei. Eis que surge um belo local para deixar o Porsche, a uns meros 5 minutos a pé da entrada. Minha alma ficou parva. Ehehehe. Entretanto os Xutos já tinham começado, claro. Perdemos os primeiros 10 minutos se tanto. Entrámos no recinto e fomos logo brindados com o "Esquadrão da Morte", logo seguido do "1.º de Agosto"....que mais se podia querer???
Talvez um lugar mais próximo do palco não? Foi o remar, remar então. Não a canção, que veio mais tarde, mas nós, a remar contra aquela gente toda até chegarmos mais perto. Eu já me dava por satisfeito, mas o local man ainda tinha mais uma cartada na manga: para avançar nem sempre é produtivo "ir em frente", curiosamente. Uma grande verdade, que se pode aplicar a várias alturas da vida. Fomos para o lado então, em direcção ao rio e diabos me levem se eu alguma vez suspeitava que, com quase 35 anos, me veria uma noite, no Seixal, a saltar dum muro com a minha altura ou mais, para a "praia" do Seixal. Não fazia bem ideia para onde estava a saltar, mas, sei lá como, consegui evitar cair em cima das pedras que me esperavam lá embaixo. Ainda bem, para coxo já chegava o Kalu. E pela praia avançámos então, qual desembarque Aliado na Normandia. Avançámos até ficarmos atrás das linhas inimigas...ops, lá me entusiasmei com esta treta....até, dizia, ficarmos atrás do palco. Depois foi uma questão de andar para trás para encontrar um bom ângulo de visão e córtir. Ah sim, também tivémos de nos desviar do gang juvenilo-carteirista que por lá passeava, não tão ociosamente como isso.
À série de clássicos, irrepreensível e inatacável, juntaram as novas canções, das quais apenas uma ou duas me impressionaram a valer. Em geral achei que quebravam um pouco o ritmo. Que eram um pouco moles, vá lá. Não que fossem ou sejam más, apenas não tão fortes como as outras. Ainda assim, a famosa canção do Sr. Engenheiro, a "Sem Eira nem Beira" acabou por ser uma festa. Não é nada de especial a cançoneta. Diria quase que é muito fraquinha e constrangedora. Algo óbvia. Mas ao vivo, com o Kalu a sair da bateria agarrado a uma muleta e a cantar com a voz que tem (e não aquela versão "arranjada" do disco) acabou por ser divertida. Mais ainda quando no fim é o Kalu que grita: "Vá! Palmas pró coxo!" LOL
(continua sim...porque não?)
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E avante continuámos!
Antes ainda tivémos tempo de cuscar e fotografar a chaimite que estava estacionada à porta. Ah...assim já parece mais o 25 do 4. Cravos a serem distribuídos à porta, o pessoal a beber a bela da mine.
foi mais completo, quase uma hora e vinte talvez. Excelente direi novamente. Este homem deixou-me impressionado, muito impressionado. Por tudo, pela voz, pelas letras, pelas composições, pelo humor, pelo carisma. Uma espécie em vias de extinção. Aprecio especialmente o carácter quase épico de algumas das suas canções, um sentimento muito dramático que perpassa das letras e se espraia pela música. Um sentimento que dá prazer de absorver. A concentração que a música e as palavras provocam em nós é algo de quase hipnotizante. E obviamente que vê-lo e ouvi-lo nesta noite em especial assume um carácter mais especial. "Vou cantar umas cantigas antigas que hoje já estão muito datadas, porque nada do que as canções retratam se passa hoje. Nada mesmo. Hoje está tudo bem...". Mais subtil que meter um "Sr. Engenheiro" no discurso, mas isso são outros quinhentos. sábado, abril 25, 2009
Avante pá!
Bom, bom, bom. Possuo em casa, hoje, mais cravos do que alguma vez tive em toda a minha vida. Isto diz muito das alucinantes comemorações do 25 do 4 deste ano.A noite começou, ainda de dia, no Largo do Carmo onde alguém se lembrou de fazer um arraial cheio de bric-a-bracs, coisas e loisas e barraquinhas de tudo e mais alguma coisa. Música variada e declamação de poesia também faziam parte do cardápio. Acabámos por deglutir um doce de coco de Moçambique (muito bom) e uma poncha da mesma proveniência que tinha assim um sabor e uma textura algo...estranha, vá lá.
personalidade da TV (sei quem é, mas não sei como se chama, sorry) e aproveita para a importunar a ela, proclamando que "a conhecia, que os óculos escuros disfarçavam, mas que ainda assim ele reconheceu-a porque é muito observador". A dita senhora arrebanhou os filhos e literalmente fugiu dele. Sobrou para mim, claro. "Eu ainda me meto em problemas qualquer dia", disse-me ele, "É que eu abordo assim as pessoas sem jeito nenhum. Ai qualquer dia arranjo problemas!" Ao que eu repliquei, tentando dar um tom irónico e um olhar significante ao máximo: "Pois. Pois é." E reeditei a grande evasão posterior. Que lunático.Margem Sul power yo!
(continua)
sexta-feira, abril 24, 2009
Xutos
Live @ Seixal
E continuo cansado. Muito cansado. Mas que sa lixe. Se é para rebentar, que seja em grande.
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quarta-feira, abril 22, 2009
Bom...
terça-feira, abril 21, 2009
April 21st - International Iron Maiden Day
Isto de ser fã de Iron Maiden tem muito que se lhe diga. Ou teria, se houvesse palavras. Como disse Sam Dunn num outro documentário, "whether you feel it, or you don't". E em relação a esta banda isto surge com maior acuidade ainda. I feel it. I can't explain it. I don't have to.
Hoje é dia mundial de Iron Maiden apenas e só porque será exibido, a nível mundial, e apenas hoje, o documentário realizado por Sam Dunn e Scot MacFayden relativo à última digressão dos Iron Maiden, que fica para a História a todos os níveis. Foi a digressão que nos levou de volta a 1984 e 1985, ao Powerslave, Live After Death e Somewhere in Time e, acima de tudo, à World Slavery Tour, com toda a parafernália incluída,dando-nos oportunidade de ouvir canções que, simplesmente, são perfeitas. E para além disso ficará na História como uma das maiores tours de sempre auto transportada em avião pilotado pelo próprio vocalista da banda. Só assim foi possível fazerem uma tour verdadeiramente global, em todos os continentes da Terra. Impressionante.
segunda-feira, abril 20, 2009
'Tá quaaaaaaaaaaaseeeeeeeeeee!
Shot in high definition and with superb 5.1 surround sound, mixed by the band's producer Kevin Shirley, "Flight 666" brings to the screen all the drama, excitement and hysteria that followed the band around the world every time Ed Force One (the band's plane) touched down in a new country. The film documents the intensity of the punishing show schedules, the struggle with the time zones, the pressures of ensuring that every performance matched the energy of the many thousands of ecstatic and expectant fans from many cultural backgrounds, unusual angles from the spectacular shows... and, of course, the fun had on the way!
A special international "Iron Maiden Day" is being planned for April 21 with simultaneous showings of "Iron Maiden: Flight 666" in selected digital cinemas around the world.
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domingo, abril 19, 2009
E seguiu para bingo





Inquietação
A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes
São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas
Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho
Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Cá dentro inqueitação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda
José Mário Branco
sábado, abril 18, 2009
Heavy Metal: tão simples como isso.
Foi um grande espírito, de cumbíbio, camaradage e amizade! Quem diria que com esta idade andaria nestas andanças. Era "suposto" já estar noutro lado. Mas que se lixe! Continuam a ser estes momentos que um gajo leva para a cova. Como alguém me disse, neste ano que passou parece que troquei uma namorada por uma série de guedelhudos agarrados a uma guitarra. Mas é o que há, e o que há é mesmo bom. Assim, vale a pena. Continua a valer a pena. Fez no dia 12 de Abril um ano em que decidi ir ao Fest da I.M. em Cascais, depois de um dia muito complicado e difícil para mim. Fui para estar com pessoas, divertir-me e ouvir uma ou outra música. Não esperava grande coisa. Concertos underground portugueses, até então, não tinham deixado grande impressão em mim. Até aquela noite. Conheci então bandas que hoje sigo dedicadamente. Desde essa noite que tenho assistido a tantos mas tantos concertos que já custa a lembrar (valha-me o Bola-Oito), e cada vez têm sido melhores. É bom saber que o heavy metal tradicional renasceu cá no nosso burgo. É bom saber que eu também renasci ao mesmo tempo.
Seguiram-se os Shivan. E já nem sei quantos concertos assisti deles, desde o primeiro naquela famosa noite de 12 de Abril de 2008. Só isso já fala por si. Espera-se ansiosamente o produto gravado que, segundo consta, está para breve. Trouxeram uma surpresa, o vocalista dos velhinhos V12, que não é nada "velhinho", o que ainda deu à noite um maior cariz de verdadeira celebração. Com um tema dos V12 e um dos Iron Maiden levaram ainda mais o pessoal à loucura
E finalmente, os Gargula. O concerto esperado há muito pela maioria das pessoas, uma vez que assinalava o regresso aos palcos da herança Alkateya, outra mítica banda dos anos 80. E, para primeiro concerto destes veteranos não está nada mau. Claro que foram os temas de Alkateya que levaram o público ao rubro, mas os novos originais são muito bons. Era bom que metessem mais uma guitarra, mas para já tásse bem!
NEXT!
sexta-feira, abril 17, 2009
quinta-feira, abril 16, 2009
quarta-feira, abril 15, 2009
Silas Kpanan'Ayoung Siakor
Ciclo «Um Alerta para o Planeta» - Culturgest
Silas Siakor, liberiano. A prova viva de que "one man may make a difference". Com apenas 39 anos conseguiu parar a destruição da maior floresta tropical da África Ocidental situada na sua Libéria natal; denunciou os graves abusos de direitos humanos no seu país, contribuindo para o julgamento do ex-presidente da república por crimes de guerra e crimes contra a humanidade; e por tudo isto ajudou a pôr termo a uma guerra civil que grassava naquele país há mais de uma década. Em 2006 recebeu o prestigiado "Goldman Environmental Prize". Belo currículo, não haja dúvida.
TIME: Heroes of the environment 2008
Goldman Environmental Prize
A CGD trouxe-o cá para explicar como se faz tudo isto, o que ele passou a explicar, de forma bastante simples e humilde. Chegou a ser estranho ouvir depois o outro orador, João Ermida, falar sobre o mundo financeiro e sobre as causas da actual crise financeira, quando o povo da Libéria luta ainda por questões tão básicas como electricidade, água potável e saneamento básico.
terça-feira, abril 14, 2009
Waiting
"Do these goddamned bastards really mean it? Do they really know? Or are we, the somewhat unaware audience, just playing the fool?" The ever so gullible tormented public always in search of answers and explanations. Were the Sex Pistols really that annoyed and angry as that prick Rotten seemed to be? Were The Smiths the desperate souls they seemed to be in their records? Did Thom Yorke really thought he was a creep? Or was it all part of an elaborate marketing scheme to give the audience and the fans what they want to hear, because the fans are real people, and real people do feel tormented, sad, lonely, lost, angry and, sometimes, like real goddamned creeps?.
In this very moment Charlie realized he was at it again. "For fuck's sake! Here i go again into the ever so typical god forsaken downward spiral of an ever so typical late Sunday afternoon, this time complete with an added flavour of extra cinicism. Snap out of it! Yes Mr. Petty, the waiting is indeed the hardest part".
Waiting is one of the most important occupations of human kind. We even created "waiting" rooms to that effect. Now that's really calling things by their real names! Go figure!
We do seem to be constantly waiting for something. For the end of the morning, for the end of the day, for the end of the week, for the end of the month and the sweet pay day. Waiting for vacations, waiting for the end of the year in order to get monumentally pissed because the long wait is finally over and a new year has arrived. A new year which we hope and wait for better things.
Basically i guess that everyone simply isn't satisfied both with time and space where they're living in. That's the tragedy of our times.
So fast that Charlie felt he too was caught in it. Sometimes it seems that one can't afford to stop or else one will be left behind forever.
The waiting is the hardest part
Everyday you get one more yard
You take it on faith, you take it to the heart
The waiting is the hardest part
segunda-feira, abril 13, 2009
Rise of the Lycans

E que melhor altura para começar a ver uma saga em três partes senão pela terceira e última parte? Ah pois. Realmente quando o primeiro e o segundo Underworld estrearam não liguei muito. Não sei porquê, mas vi estes filmes como mais uma adaptação de um qualquer jogo de computador (não que não aprecie este tipo de filmes, mas em boa verdade, há alturas em não apetece), e como tal, não prestei atenção. Nem me lembro sequer de ter visto trailers, ou lido comentários. Deixei pura e simplesmente passar.
Pois bem.
Desta vez vi o trailer sim. E gostei do que vi. E mais interessante: o terceiro volume é uma prequela dos dois anteriores, pelo que poderia ser facilmente visionamentalizado sem exigir muito dos neurónios moribundos e sem chatear as pessoas com o "quem é este?" ou "o que é que eles são mesmo?" ou ainda o "não percebo o que é que eles andam a fazer...".
Entretanto, graças ao Sr. Jumbo, adquiri os dois DVDs dos filmes anteriores por um preço irrisório, e acabei por ver a trilogia na ordem cronológica da narrativa. Aquilo que em "Underworld" e "Underworld:Evolution" era apenas mostrado superficialmente (a saber: a origem das personagens, e, principalmente, do conflito existente entre as duas raças) é aqui a peça central da trama. Como tal, eis-nos levados para a idade das trevas, onde os vampiros são nobres arrogantes em constante luta contra os seus "primos" lobisomens. Isto até ao nascimento de uma nova espécie de lobisomem ou lycans, capazes de reverter à forma humana e de manter a racionalidade, rapidamente escravizados pelos seus "donos" para trabalhos forçados e serviços de protecção.
E tudo corre bem até Lucien, o primeiro Lycan se apaixonar por Sonja, a filha de Viktor, o vampiro regente. Amor proibido, está claro. Cá está o "Romeu e Julieta".
Devido a vários eventos (entre os quais o amor proibido que vive não desempenha pequeno papel), Lucien acaba por se fartar do tratamento que ele e os seus suportam, e consegue inspirar os restantes escravos a iniciarem uma revolta pela sua liberdade ("Spartacus" anyone?). E assim acontece.
Surpreendeu-me imenso o filme. Sinceramente estava à espera de ter muita pancadaria e efeitos em barda. Mas, em boa verdade, o filme tem uma excelente história por trás, e personagens muito interessantes, dos quais, obviamente se destacam os (sim, devo dizê-lo) brilhantes Michael Sheen e Bill Nighy, como Lucien e Viktor. Realmente não esperava nada, habituado que estava a ver um a fazer de Tony Blair no "The Queen" e de David Frost no "Frost/Nixon" e o outro em incontáveis papéis, mas ultimamente no "Love Actually" e "Valquíria". Sem desprimor para os restantes, estes dois carregam o filme para outro nível.
Interessante como muitas vezes nos enganamos em relação a alguns filmes, baseados talvez em preconceitos, ou ideias pré concebidas, pelo menos. Este vale bem a pena.
E para completar e porque me apetece, os trailers do "Underworld" e "Underworld:Evolution":
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