Unchained
terça-feira, outubro 31, 2006
segunda-feira, outubro 30, 2006
«««»»»
quinta-feira, outubro 26, 2006
Brava Dança
Lá fomos então ao Doc Lisboa ver o documentário sobre os Heróis do Mar. Realmente há muita gente neste país. Ou então a cultura está na moda! O átrio da Culturgest estava apinhado de gente e não era porque estava a chover a potes. Havia uma fila enorme para comprar bilhete, embora não tenha a certeza que fosse para o "Brava Dança", pois parece-me que os bilhetes já estavam esgotados há uns dias. Ainda bem que a Maria foi lá com muita antecedência.Enfim, antes de mais, foi um ambiente algo inusitado, cheio de caras conhecidas (quer dizer, só reparei no Rodrigo Leão e no Nuno Lopes e, claro está, nos Heróis do Mar themselves, mas devia haver mais) e bastante 'fashionable', não num sentido pejorativo.
O Grande Auditório da Culturgest ficou cheio naturalmente. A nós bastou-nos entrar 10 minutos antes para conseguir lugares óptimos, claro que o restante pessoal levou mais tempo a entrar, atrasando o início, como já é da praxe para indignação da avózinha sentada ao meu lado.

ideais tão definidos. Seja como for, saber que os 'hits' dos Heróis foram compostos em horas e 'atirados' para a editora, do género "Vá, tomem lá um single comercial", deixou-me algo perplexo. quarta-feira, outubro 25, 2006
Se fosse eu a escolher,
01. D. João I - Click!
02. Aristides de Sousa Mendes - Click!
03. D. Nuno Álvares Pereira - Click!
04. Salgueiro Maia - Click!
05. Luís Vaz de Camões - Click!
06. Eça de Queirós - Click!
07. D. João II - Click!
08. Fernando Pessoa - Click!
09. Paula Rêgo - Click I, Click II
10. José Mourinho - Click I, Click II
Ficou a faltar espaço para o Bartolomeu Dias e para o Fontes Pereira de Melo, paciência, não dá para todos.
Tanto a Paula Rego como o Mourinho têm dois links não por terem alguma relevância especial, mas apenas porque a wikipedia portuguesa é muito escassa em relação à primeira e, ao que parece, muito parcial em relação ao segundo. LOL
terça-feira, outubro 24, 2006
Tonight
21.00 Grande Auditório Culturgest
Brava Dança [SE]
de José Pinheiro e Jorge Pires 75' Portugal 2006
Revisitar a história do grupo Heróis do Mar para analisar o confronto entre as imagens de um Portugal antigo e de um Portugal moderno. As ideias, os ideais e as dinâmicas em jogo na música popular portuguesa da década de 80 e a sua posição no contexto europeu, pela voz dos músicos e não-músicos que se envolveram na fabricação dessa trama conceptual. Um documentário que toma por nexo as relações entre a música popular, a política e a sociedade portuguesas, e a imagem que o país fazia - e faz - de si mesmo.
Programa
Blog Oficial
segunda-feira, outubro 23, 2006
Little Miss Sunshine
"Família à Beira de um Ataque de Nervos"
Ou ainda: "Como um filme bastante interessante pode perder imensos espectadores por causa de mais uma das famosas 'traduções' de títulos para português"! É verdade que o filme retrata precisamente, a meio caminho entre o drama e o humor (negro), uma família à beira de um ataque de nervos; é verdade também que o subtítulo original ("A family on the verge of a breakdown") pode ser traduzido assim, mas -MAS- pôr assim este título como o título principal pode ter o efeito perigoso de fazer algumas pessoas pensar que este filme é mais uma comédiazeca americana, quando não é assim tão simples. Ok, pode não ser revolucionário na história do cinema, mas é muito mais do que uma mera comédiazita familiar.
Por outro lado, por entre todo o drama e constrangimento presentes, não deixa de ser um dos filmes mais inteligentemente hilariantes dos últimos meses, na forma como apresenta, constrói e desenvolve cada uma das personagens e respectivas características e as suas inter-relações enquanto família."Welcome to Hell" diz o filho mais velho ao tio (Steve Carell-surpreendentemente contido e contemplativo) acabado de chegar para passar uma temporada após uma tentativa falhada de suicídio.
“Little Miss Sunshine" conta, assim, a história da família Hoover - pai, mãe, dois filhos, um avô e um tio -, uma das famílias mais disfuncionais que se tem visto nos últimos tempos. O pai é obcecado em vencer e odeia tudo o que 'cheire' a perdedor, o avô é mal educado, grosseiro e viciado em cocaína, o filho mais velho odeia a família e fez um voto de silêncio em jeito de promessa, o tio é professor, fã de Proust e odeia a sua vida, a filha vive obcecada com concursos de beleza e a mãe tenta manter tudo isto junto, sabe Deus como.
Pelas mais variadas razões, que agora não vale a pena explicar, todas estas pessoas vêem-se reunidas numa viagem de milhares de kilómetros até à Califórnia, para o concurso “Little Miss Sunshine”, onde a miúda vai poder realizar o seu sonho finalmente.
Ao longo dessa viagem a família vai ter de se confrontar e lidar com sonhos desfeitos, corações partidos, falhanços, morte e uma teimosa carrinha VW ‘Pão de Forma’.
Road movie por excelência, a viagem em si representa, como seria de esperar, um processo de consciencialização para cada um dos membros da família. A viagem irá afectá-los profunda e inesperadamente, sem excepção.
"An hilarious tale about winning, losing and that nether state in between where most of us must learn to live".

sexta-feira, outubro 20, 2006
Friday it is!!
Há quem ofereça telemóveis ao Rei de Espanha
E depois só traga de volta a bela da boina.
Vá, enfia o carapuço!
quinta-feira, outubro 19, 2006
!!!#2
Mais informações na Wikipedia em Bansky, com especial destaque para a secção "Confirmed Art Stunts". Ao que parece o homem costuma visitar vários museus (e países) deixando obras suas expostas sem qualquer autorização. Em Março de 2005 a obra que ele deixou no British Museum acabou por ser adicionada à colecção permanente deste Museu.
quarta-feira, outubro 18, 2006
!!!!!!
Clicar nas imagens para ver em grande.
terça-feira, outubro 17, 2006
Off to see who?
Não consigo decidir...este filme,
Didn't get it.
A ver vamos o que é que o Povo diz: CLICK HERE!
segunda-feira, outubro 16, 2006
Retro 80's
Mais uma festa 'Eighties' organizada pelo Projecto Marginal. A outra foi já nos idos de Fevereiro na Caixa Económica Operária. Como correu bem decidiram-se por encontrar um espaço maiorzito. Lá vem o Ateneu. Ganha-se em espaço (era um ginásio) mas perde-se em ambiente. Mas lá tem de ser a julgar pela quantidade brutal de pessoas que estavam para entrar. Foi giro e tal, mas podia ser melhor. Para uma festa dos anos 80 os DJ's podiam aplicar-se mais, não sei, digo eu. Até eu me lembrei de uma série de canções que teriam caído bem em subsituição daquelas que ninguém parecia conhecer.
Mas, em suma foi divertido. Pessoal fixe conosco, a ir e vir. Calor descomunal, mas esteve-se à vontade.
O menos divertido foi quando o grupinho merdoso de neo nazis que topei assim q entrámos decidiu resolver uma questão qualquer da maneira primata do costume. Nada de grave no entanto. mas estraga um pouco o ambiente. Isto da democracia é muito bonito sim senhor, mas tem estas falhas. Deviam ir bater com os costados na pildra....só porque sim!
domingo, outubro 15, 2006
olha olha!
sexta-feira, outubro 13, 2006
Timeless+Forgotten Suns+Hunting Cross
Estava marcado para as 21h30 e mais ou menos por essa hora havia uma 'meia-dúzia de gatos pingados' às portas do Clube Lua e espalhados pela esplanada do Jardim do Tabaco, o qual, para quem não sabe é um sítio 'beto', ou 'tio', por excelência, repleto de restaurantes finórios e tudo mais. Aliás, nos intervalos dos concertos chegava até nós a 'martelada' que estava a passar lá fora! LOL Coitados, deviam estar assustados.
Bem, encontrámos o Ricardo e lá para as 22h00 abriram as bilheteiras. Apesar de ter ganho o bilhete na Metal Morfose o meu nome não constava da lista de convidados, mas como levava o email impresso a atribuir-me o bilhete lá me deixaram entrar.
Os Forgotten Suns começaram às 22h30 e deram um bom concerto. Quase uma hora. Vê-se que não são uma banda propriamente integrada no mundo do metal, mas esforçaram-se por apresentar uma set list mais pró pesadota, pelo que até se saíram muito bem. Aliás, as duas novas canções que apresentaram já são mais pesadas que o habitual, portanto foi um bom concerto. O vocalista falou menos o que também é bom. Menos constrangimento. LOL.
A seguir vieram logo os Timeless e aí já havia uma sala mais compostinha, embora se estivesse perfeitamente à vontade. Chamaram as pessoas todas para a frente para gravarem o DVD.
Deram, a meu ver, um bom concerto! Até nem estava à espera de grande coisa, mas surpreenderam-me. É claro que o que eles fazem não tem nada de inovador, mas para Portugal é bastante raro. Power/Heavy Metal melódico muito bem tocado, com energia e (muita) paixão. Eram todos bons músicos, com especial destaque para o guitarrista e o vocalista (afinal é a banda deles). Como de costume o som deles seria beneficiado se tivessem outra guitarra, e, principalmente se revissem o papel das teclas que, em determinados momentos pareciam algo deslocadas, mas pronto, é um dos pormenores a afinar.
Em suma, as canções deles conseguiram cativar-me durante a hora e picos que tocaram. Especial menção para a versão da "Canção do Mar" da Amália (popularizada pela Dulce Pontes, sim), cantada em português e com direito a introdução a inglês para eventuais fãs estrangeiros.
Enfim, via-se que gostavam do que estavam a fazer e se estavam a divertir, o que já é meio caminho andado para chegar ao público.
Depois vieram os tais Hunting Cross. Sinceramente não me interessaram minimamente. Tinham duas guitarras sim senhor, mas era o mesmo que terem uma. Musicalmente as 3 canções que vi (entretanto fui-me embora) soaram-me todas iguais e o vocalista (ex-Thragedium onde fazia melhor figura) não me convenceu nada, principalmente com uma voz daquelas. Tive de me ir embora. Já eram quase duas da matina.
Dos Hunting Cross não há fotos, uma vez que o fotógrafo oficial já se tinha ausentado. Por falar nisso, obrigado Ricardo pelas fotos!
Valeu a pena. Os Timeless são uma boa banda e podem vir a ser melhores ainda!
quinta-feira, outubro 12, 2006
Prrogrrama Kulturral parra heute!
O aqui...visto que o poster da coisa ficou indisponível e não consigo encontrar um substituto, era o lançamento do álbum "Dawning Light" dos Timeless no Clube Lua.
Edit a17 Abril 2008. Provavelmente a dias de este blog ser fechado. Parece que ao vir aqui escrever isto estou a fazer uma viagem no tempo, como o Hiro dos Heroes.
quarta-feira, outubro 11, 2006
segunda-feira, outubro 09, 2006
Macacada geral
Em mais uma passada gigante na direcção da 'modernidade', Lisboa vai ter o prazer de receber alguns espécimes primatas raros. Pois é, já somos uma das privilegiadas cidades que recebem o WWE, Raw, Smackdown, etc e tal (ainda não percebi muito bem qual a distinção entre todas estas designações).
O Pavilhão Atlântico será o palco, a verdadeira Aldeia dos Orangotangos, capaz de pôr os macaquitos na sua aldeia no Zoo no desemprego.
Já vi uns quantos programas destes (don't ask!) e devo dizer que fico sempre sem palavras. É uma verdadeira telenovela, com vários personagens e sub-enredos, histórias de inveja, ciúme, paixão e triunfo, que normalmente acabam à porrada dentro dum ringue. Alguns dos personagens são inacreditáveis, como um que tem o hábito de comer 'pázadas' de minhocas vivas.
Por sua vez, estas figuras estão rodeadas por milhares de fãs histéricos e ávidos em ver 'porrada de meia noite'.
A quantidade de tempo, dinheiro, esforço e capacidades mentais que são aqui desperdiçadas é imensurável!! É que é certo e sabido que os combates são encenados, mas ainda assim o nível de violência é alto. Principalmente no outro dia em que houve umas litradas de sangue espalhadas pelo ringue e tudo a sair de maca semi-mortos. O que vale é que depois ficam bem.
Enfim...gostos acho eu. Pessoalmente, o MEU gosto anda muito longe destas bestialidades.
sexta-feira, outubro 06, 2006
It has begun
Como não gostar de uma banda que com mais de 30 anos em cima ainda prova que tem tanto para dar? Como não gostar e ficar orgulhoso? Afinal era mais fácil ligar o piloto automático e deixar correr...tantos o fazem (e mais novos inclusive). Mas não, os velhotes acharam por bem lançar um álbum genial, o melhor das últimas décadas, diiferente e inovador, mas sem deixar de ter a marca característica. E ainda por cima, decidem tocá-lo na íntegra, todo, completo, o que nunca antes tinham feito. Quem se queixava que um concerto de Iron Maiden era quase sempre a mesma coisa, pode agora calar-se. Ora, se isto não é uma banda confiante, não sei que seja.







