And errors...
They come
And they go
And still i live my life
Without knowing
If i'm right
Or wrong
But i believe
I believe in me
I got to believe...
And maybe
I'll get by
Gunther Dünn
Some people get by
With a little understanding
Some people get by
With a whole lot more
I don’t know
Why you gotta be so undemanding
One thing I know
I want more
I want more
(and I need all the love that I can’t get to)
(and I need all the love I can get)
(and I need all the love that I can’t get to)
What the f**k novamente! Quem as viu e quem as vê. Ou, como comer a sopa toda enquanto criança pode fazer maravilhas. Claro que uma operaçãozeca plástica aqui e acolá também ajuda!
Felizmente a Julia Roberts e a Jennifer Lopez conseguiram corrigir o pequeno problema dentário que as afligia. Ficámos a saber também que a Shania Twain deve ter desaparecido de casa de seus pais já nos anos 70 e que a Pamela Anderson como a conhecemos hoje é um clone da original, nascida certamente nos anos 60. Mas a coroa de glória vai mesmo para a Sarah Jessica Parker que melhorou consideravelmente a qualidade dos filmes em que entra. Na foto vemos a prova que nos longínquos anos 50, já com 33 anos de idade a menina era contratada para fazer de alien em filmes de ficção científica de série B.
A semelhança é notável:
Quanto ao “Ghost World” a história é algo diferente. É bastante surpreendente, pelo menos para alguém, como eu, que não conhecia a banda-desenhada na qual o filme é baseado. Se quiserem um termo de comparação pensem no filme “American Splendor”, também ele baseado (mais ou menos) numa banda desenhada. Ambas retratam personagens normais no seu dia a dia a lidarem com os respectivos problemas e crises. A diferença está no facto de, enquanto o “American Splendor” se basear na vida do criador da BD e, como tal, apenas indirectamente na BD, o “Ghost World” baseia-se na história propriamente dita, tal como foi escrita pelo Daniel Clowes. Nunca li, apesar de estar disponível por cá pela Devir, mas parece que é uma adaptação bastante fiel. Até os actores escolhidos parecem perfeitos: Thora Birch (a filha do Kevin Spacey no “American Beauty”), a Scarlett Johanssen (num dos seus primeiros papéis, com 15 anos!) e o grande Steve Buscemi.
O filme começa quando as duas personagens, Enid (Thora) e Rebecca (Scarlett) acabam o liceu, sendo confrontadas então com as inevitáveis escolhas de vida. Ambas sempre se mantiveram outsiders a todo o sistema liceal, mas agora que isso acabou é hora de ‘crescer’, e a forma como cada uma delas o faz é que dá o tom ao filme.Just a name. The first that stuck. If you don't like it... Tough luck.