quarta-feira, janeiro 22, 2020
Mr. Terry Jones.
quarta-feira, dezembro 23, 2015
F**k Xmas!
quinta-feira, dezembro 10, 2015
segunda-feira, novembro 23, 2015
quarta-feira, maio 22, 2013
quinta-feira, abril 18, 2013
Rage of Thrones
quinta-feira, abril 19, 2012
quarta-feira, dezembro 28, 2011
Porém!
Depois de ver o coro ao vivo em Londres, Stephen Walker decidiu realizar o documentário e seguiu os Young@Heart, sediados em Northampton, no Massachusetts, durante 6 semanas, durante as quais o coro preparou a digressão "Alive & Well".
Um dos momentos mais fortes e comoventes do documentário é a actuação do coro numa prisão pouco depois de saberem da morte de um dos membros do grupo na noite anterior, dedicando-lhe a canção "Forever Young". É absolutamente demolidor e é preciso ter um coração de pedra revestido a aço para não ficarmos comovidos com a prestação do coro. E também com a força, energia, humor e imensa boa disposição que cada um deles demonstra. Caso para dizer, "quem me dera poder chegar lá assim...". Embora a idade avançada não seja encarada como uma limitação por estes cantores séniores, a morte está mesmo ao virar da esquina – o facto é incontornável para todos pois, só para ali estarem, têm de ultrapassar um conjunto assinalável de adversidades clínicas. No entanto, aconteça o que acontecer, the show must go on.
Absolutamente brilhante, divertido, triste e muito comovedor.
Fix You (Coldplay):
terça-feira, dezembro 27, 2011
(in)Feliz Natal
Ao que parece, este ano, o Natal foi consagrado ao Circo. Não sei quantos Circos o raio da TV passou naquele fim de semana, porra. Cada vez que se ligava o aparelho lá estava um raio de equilibrista, os sacanas dos camelos e o raio que os parta dos palhaços. Já para não falar da omnipresente Catarina a ser desenrolada num lençol gigante ou lá o que era. Fora isso, foram os gordos do costume, os mongolóides habituais do segredo e as notícias que tiveram uns dias em grande com a tragédia dos incêndios urbanos, com os almoços de caridade e com o Natal da Crise. De resto enfardem lá com as telenovelas e os inenarráveis filmes de Natal que, este ano, primaram pela total desinspiração e adormecimento (literal!).
Para alegrar a coisa ainda tivémos o PM (Primeiro-Mongolóide) a debitar uma críptica e labiríntica mensagem de Natal, na qual se referiu às "estruturas económicas e outras que impedem os portugueses de realizar os seus sonhos" (devia querer referir-se a ele próprio e à sua verdadeira corja de mal feitores), e ainda ao necessário "apoio aos jovens e restante população activa de Portugal" (mas não era suposto emigrarem daqui para fora??). De repente percebo a necessidade de passarem tantos circos na TV...a temática "camelos, palhaços e equilibristas" repete-se na vida real. Enfim.
quarta-feira, junho 08, 2011
terça-feira, abril 19, 2011
sábado, abril 16, 2011
quarta-feira, abril 06, 2011
Song of Ice & Fire
quinta-feira, novembro 25, 2010
Top Gear in the Rainforest
Para quem, como eu, não é assim tão grande aficionado do mundo automóvel e de todos os seus complexos e motorizados meandros, não deixa de constituir uma surpresa o elevado grau de entretenimento que este programa da BBC me proporciona, sempre que, por algum acaso, o consigo "apanhar" no Discovery Channel.
Aprecio sinceramente o tom humorístico e altamente corrosivo dos três apresentadores. Em especial a tendência para fazerem pouco uns dos outros, bem como tecerem comentários um tanto ou quanto cáusticos a algumas conhecidas marcas. E aprecio ainda mais os, se assim se pode dizer, "episódios especiais", nos quais aos apresentadores é dado um desafio. E nenhum deve ter sido mais interessante e enorme que este, atravessar a floresta da Amazónia em três jipes comprados ao acaso.
http://www.landrovergeeks.com/videos/four-wheeling/great-topgear-episode-boliva-rain-forest-pacific-ocean-old-range-rover-land-cru
http://www.streetfire.net/video/Top-Gear-Season-14-6_726818.htm
quarta-feira, março 10, 2010
Cavacolândia
terça-feira, março 09, 2010
O Óscar, sempre o Óscar....
Nunca liguei muito aos Óscares, confesso. Não, não tenho nada contra, nem sequer acho que é uma palermice pegada feita por americanos e para americanos. É uma cerimónia que, apesar de tudo, celebra a 7ª Arte e, à boa maneira americana, junta todo um folclore colorido e explosivo à sua volta. Tudo muito bem. Mas, de facto, nunca perdi muito tempo com a transmissão da coisa em si. Lembro-me de há muitos muitos anos, numa galáxia bem distante, ter ficado a ver a transmissão em directo. Foi quando o Billy Crystal iniciou a série de apresentações da cerimónia, coisa que fez ainda durante uns bons anos. Era o que mais apreciava: a apresentação do espectáculo, verdadeiro exercício de stand up comedy (mas mais soft), onde o Crystal realmente se superava. E gostava de ver as imagens dos filmes candidatos, pois em tempos de “não-internet”, era um meio privilegiado para poder ver essas imagens. Mas devo dizer que nunca ficava até muito tarde; os comentários em directo (e as, por vezes, traduções simultâneas obtusas) impediam-me de ouvir o que realmente estava a ser dito, o que me aborrecia. Portanto, fui desinteressando-me da cerimónia em si. Mantive um ligeiro interesse de saber quem ganhou o quê, quem perdeu, etc e tal. Mas era (e é) uma curiosidade superficial, apenas por uma questão de cultura geral. Só para saber. O resultado final, em bom rigor, não me aquece nem me arrefece. “Ganhou o filme X. Ainda bem”. “Ganhou o realizador ou actor Y”. Ainda bem, parabéns”. Portanto há alguma dose de indiferença. Indiferença q.b., mas indiferença ainda assim.
II - A Excepção
Porém, em relação a esta regra, houve algumas excepções. Anos em que realmente me interessei pelo resultado final de algumas categorias, anos em que “torci” por este ou por aquele filme. Anos em que retirei um especial prazer por esta ou aquela vitória. Mais especificamente nas categorias “Melhor Filme” e “Melhor Realizador”, afinal, as categorias maiores.
E houve dois momentos em que realmente tive um especial prazer no resultado final. O primeiro foi em 1992 quando o “Unforgiven” de Clint Eastwood levou os Óscares de Melhor Filme e o de Melhor Realizador. Fiquei de facto contente, não só porque o filme era (e é) excelente, mas principalmente por ver chegar algum reconhecimento ao Eastwood, de que já era merecedor há anos. Sempre apreciei o trabalho do homem, e vê-lo ganhar foi assim como que uma confirmação da minha certeza.
Em segundo lugar, 2003: “Lord of The Rings – Return of the King” e o seu realizador Peter Jackson levaram ambos os prémios para casa. O que, mais uma vez, me deixou muito contente e com um refrescante sentimento de “justiça feita”, especialmente quando foi notório que o galardão foi entregue pela trilogia, e não apenas pela parte final. Mais uma vez, foi bom ver um filme que me entusiasmou tanto, ser reconhecido em geral. Não que houvesse necessidade de tal, mas, convenhamos, é sempre agradável.
III - A Vingança
E eis-nos chegados a 2010.
A vitória do “The Hurt Locker” traz um prazer duplo. Não só porque é um filme muitíssimo bom (e o meu preferido pessoal do ano), um bom filme de guerra mas que não se resume a meros tiroteios e violência em geral, mas também porque “sacou” os prémios todos ao “Avatar”. Ahahah. Bem feita! É que convenhamos, o “Avatar” ganhou os Óscares que merecia, a saber, os relativos a categorias técnicas. Porque é um prodígio tecnológico e de efeitos especiais. Um “colírio para os olhos”, uma experiência interessante e excitante. O único (e maior) defeito que tem é ter lá pelo meio das luxuriantes imagens 3D um arremedo de argumento, mal amanhado, vergonhosamente carente de ideias e que, quase toma o espectador por alguém que se contentará por ser bombardeado por belas imagens. É distractivo das tais imagens luxuriantes. “Argumento? Ninguém vai dar pela falta com tanta imagem fantástica que o filme vai ter!” Pois. Mas há quem dê pela falta. Seria, então, mais interessante fazerem uma espécie de documentário 3D, e terem-nos poupado às aventuras e desventuras algo obtusas das personagens tristemente 2D.
Nada tenho contra blockbusters americanos, e muito menos contra filmes cujo propósito assumido é o entretenimento puro (não foi esse o objectivo inicial e primordial do cinema?), mas que diabos, é preciso juntar mais alguns ingredientes para se tornar um prato realmente delicioso.
Não, não acho o filme assim tão horroroso. É merecedor de visionamento e de figurar numa nota de rodapé da história do cinema. Mas que diabos, não é DE TODO merecedor de ser considerado O melhor filme do ano. Porque não é. Como filme narrativo é bastante constrangedor. Por mais fantástica que seja…a tecnologia nunca vai substituir um bom filme, com uma história interessante, personagens com os quais o espectador realmente cria uma ligação, algo com mais densidade no fundo. O copy/paste, por mais state-of-the-art que seja, será sempre copy/paste.
A seu favor, e justificativo da tal futura e eventual referência em rodapé, apenas posso dizer que sim senhor, é uma maneira revolucionária de fazer cinema, talvez o futuro da indústria. Sim senhor, desbragou território. Agora é esperar que alguém pegue nesta primeira experiência e faça um filme a sério. Um filme propriamente dito.
domingo, outubro 04, 2009
Graham Chapman: 8 de Janeiro de 1941 - 4 de Outubro de 1989
From Wikipedia:
Mais tarde, nas suas digressões por universidades, Chapman disse que quando anunciou publicamente a sua homossexualidade, uma espectadora escreveu para os Monty Python a queixar-se que tinha ouvido dizer que um dos membros do grupo, que segundo ela não se tinha dignado a revelar a identidade, era gay. Juntamente com a carta, a espectadora enviou cerca de 20 páginas de orações que, se fossem repetidas todos os dias, poderiam salvar o membro em questão do Inferno. Eric Idle, ciente da orientação sexual do amigo, enviou uma carta à espectadora onde dizia “Descobrimos quem era e matámo-lo.” Mais tarde, no seu livro, A Liar’s Autobiography, Chapman escreveu, em tom de brincadeira que como John Cleese não entrou na temporada seguinte de Flying Circus, a mulher deve ter levado a carta a sério.
Uma das minhas memórias mais antigas: a de ver o Graham Chapman a ser atormentado por um cruel e gozão John Cleese no sketch "Silly Job Interview":
RIP
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segunda-feira, agosto 10, 2009
RIP Raul Solnado
No meio de toda esta torrente vertiginosa de posts, não quero, não posso, deixar de dizer qualquer coisa para e pelo Raul Solnado que faleceu esta semana.Não tenho idade suficiente para me lembrar do famoso "Zip Zip", aliás, não sou sequer desse tempo, pelo que ter qualquer memória seria de todo impossível.
Mas obviamente que, durante anos e anos, ouvi falar desse programa de televisão, quer da boca dos meus pais ou avós, quer na própria televisão.
E as imagens que vi, excertos mais ou menos longos, não me deixaram qualquer dúvida sobre a real importância desse programa na televisão de então e, acima de tudo, não me deixaram quaisquer dúvidas sobre o seu verdadeiro carácter revolucionário e inovador a todos os níveis. Carácter esse que o não torna num programa de televisão de forma alguma datado, mas sim num programa que ainda hoje seria actual e que facilmente bateria 99,9 % do entulho televisivo que actualmente entope os nossos aparelhos.
E grande parte desse carácter deveu-se, mais uma vez sem sombra de dúvida, ao talento do Raul Solnado.
A primeira memória que tenho dele remonta a uma longínqua sexta-feira em que eu, miúdo, banho tomado, pijama e roupão vestidos, fui autorizado pelo poder parental a ficar levantado até mais tarde a ver a representação televisiva da peça "Há Petróleo no Beato". Talvez por ser uma peça tenha obtido tal indulgência...sempre era melhor que o Rambo, ou qualquer outro filme de porrada.
Bom, a verdade é que hoje lembro-me menos da narrativa da peça do que da sensação de gozo e diversão que tive a ver aquilo. Mais do que a história em si, lembro-me de ter gostado imenso a peça e, em especial, o actor que fazia de chefe de família em cujo lar era descoberto petróleo.
Desde então o Raul Solnado sempre foi uma daquelas figuras queridas e simpáticas. Um tipo da televisão com piada e com uma cara, expressão, atitude e discurso de boa pessoa, de simpatia e de integridade.
Lembro-me, mais tarde, de estranhar vê-lo a fazer de inspector da PJ na "Balada da Praia dos Cães" e, hoje, é essa a memória mais viva que tenho do filme, curiosamente.
Desde então vi-o e ouvi-o em vários sítios e ambientes, sempre com grande prazer e respeito. Era difícil não simpatizar com a figura dele, com a cara de menino reguila e traquina que sempre teve mesmo nos últimos anos. Últimos anos esses que foram revelando uma fragilidade pungente e preocupante.
Agora que já não está entre nós vejo e oiço X e Y tecerem os costumeiros elogios e referirem o privilégio, o prazer e a honra que tiveram e sentiram por trabalhar com ele, ou por privarem da sua companhia.
E acredito verdadeiramente desta vez. Não consigo conceber que alguma daquelas personalidades diga tal "da boca para fora".
Seja como for, é como tudo na vida. Agora que se foi é que se sente a falta e importância dele. Mas a verdade é que antes não foi nada bem aproveitado pela televisão. Enfim. É assim a vida. Portugal ficou mais pobre definitivamente.
segunda-feira, maio 04, 2009
Nunca é demais recordar:
Mr. Hilter in Minehead:
Here's to another week....













