sexta-feira, junho 30, 2006
No Cities Left
We're holding hands
We're making plans
For Life
Let's just keep fighting the end
Last time I swear
or we'll go nowhere tonight
Don't you think that now
is the time to move on
If you don't mind well I'll
just keep holding on for good
Let's just keep fighting
the end of the world
We will hold hands and
We will make plans
For Life
quinta-feira, junho 29, 2006
Somewhere in Time
Dia 29 de Junho de 1986 foi a data de lançamento do seminal álbum dos Iron Maiden "Somewhere in Time" e o meu favorito pessoalmente. Já aqui falei extensivamente sobre este álbum, pelo que vou poupar-vos ao 'testamento'. Podem encontrar o que eu escrevi aqui neste post: http://bola-oito.blogspot.com/2005/11/o-lbum-da-semana-e-de-todos-os-anos.html .
"Somewhere in Time"
Released: June 29th 1986
UK Chart Position: 3
1. Caught Somewhere In Time (Harris)
2. Wasted Years (Smith)
3. Sea Of Madness (Smith)
4. Heaven Can Wait (Harris)
5. The Loneliness Of The Long Distance Runner (Harris)
6. Stranger In A Strange Land (Smith)
7. Deja Vu (Murray/Harris)
8. Alexander The Great (Harris)
Deixo aqui, graças às novas potencialidades destaS geringonças, o meu video preferido da minha canção preferida, do meu álbum preferido da minha banda preferida. Ehehehe.
"Wasted Years"
\m/
quarta-feira, junho 28, 2006
Frankly....
É claro que se fosse nos dias que correm deveria ser mais assim: "Don't worry baby/Cos' frankly no one gives a damn".
terça-feira, junho 27, 2006
Sea of Madness
Like the eagle and the dove
Fly so high on wings above
When all you see can only bring you sadness
Like a river we will flow
On towards the sea we go
When all you do can only bring you sadness
Out on the sea of madness
.
segunda-feira, junho 26, 2006
A televisão anda a melhorar?
Eis uma prova daquela afirmação. Ultimamente a produção televisiva anda a subir vários furos no que diz respeito à qualidade. O efeito surpresa que os "X-Files" tiveram há uns anos já se apagou um pouco, e já está a ser habitual muitas das produções televisivas serem bem melhores que os melhores esforços cinematográficos.
A série "24:" é um bom exemplo disso. Não pude seguir a primeira série na TV pois é-me algo complicado dispôr de forma sistemática do meu tempo assim, semana após semana. Mas a Visão fex o favor de publicar esta primeira temporada. Seis DVD's de quatro episódios cada, ergo: 24 horas no total.
Algo me dizia que era uma boa compra, mas não estava à spera de um produto tão bom. Excelente argumento, desenvolvimento de personagens, enredo e sub-enredos fantástico, enfim, uma série literalmente de prender respiração e viciante. Mal se veja a primeira hora não dá para descansar enquanto não se chega ao fim.No meio de tanta peripécie, aventuras e acção desenfreada há todo um sentimento de plausibilidade no que estamos a ver. Isto não é um qualquer filme do James Bond. É interessante ver como o herói Jack Bauer tem em si uma característica de falibilidade e impotência muito humana. E é ainda mais interessante ver como os escritores desta série demostram desde cedo, não terem medo de 'mexer' com as regras habituais deste género: não há personagens que 'não podem morrer', não há uma definição clara,a 100% entre 'bons' e 'maus', não há obrigatoriamente um final feliz. Não temos sequer a certeza que o herói vai salvar a situação. Temos portanto um sentimento permanente de 'stress', ou 'medo' enqunto vemos cada episódio, pois o que vemos é suficientemente credível para nos provocar isso.
Obviamente o facto de se passar em tempo real ajuda muito. 5 minutos ali, são realmente 5 minutos. Quando um personagem tem de ir de um sítio para o outro, demora efectivamente o tempo que demoraria na vida real. Tudo isso obrigou certamente a grandes operações de logística que, a meu ver funcionaram na perfeição.
Tudo isto junto dá um bom espectáculo. Não sei quanto às posteriores séries...mas esta, a primeira, entrou para a história da TV.
sábado, junho 24, 2006
sexta-feira, junho 23, 2006
Back by popular demand!
Trata-se antes de uma foto do primeiro Woodstock onde Becas - The Evil One- foi apanhado a criar o caos, destruição e anarquia generalizada.
Aqui fica o link para o site bertisevil.tv, onde se podem encontrar muitíssimas mais fotos e também um link para o site 'gémeo', "Barbie is Bad". LOLOLOL
http://www.bertisevil.tv/index2.htm
quinta-feira, junho 22, 2006
Um disco
"No Cities Left"
Um álbum de 2004 para o qual a Maria chamou a minha atenção, graças à canção "22.The Death Of All Romance". Banda canadiana já com alguns anos. Este segundo álbum (o próximo está aí a rebentar) não teve grande publicidade quando saiu. Felizmente tiveram uma segunda oportunidade e uma re-edição do álbum. Pop, rock, rock psicadélico? É complicado. Muitas guitarras certamente, às vezes até ao ponto de criarem uma "wall of sound" sufocante, mas algum virtuosismo também a aparecer em vários sítios. Muito interessante.
quarta-feira, junho 21, 2006
O horror....o horror!
EGAS, a Verdadeira Marioneta das Trevas!!!!!
Agora se percebe de onde surgiu aquela terrível e assustadora fotografia anteriormente postada. E mais terrível do que isso, este ser hediondo não só foi libertado, como ainda teve a maléfica displiscência de fazer um filme sobre a sua negra vida!
Next: Marco executa experiências científicas no seu macaquinho! Heidi leva Pedro e o Avô por um caminho de decadência e degradação humana! A sex tape da Abelha Maia! Noddy e o primeiro ataque de Napalm no Vietname!
terça-feira, junho 20, 2006
The Other Half
Pois é, mas a verdade é que fomos vê-lo (dois bilhetes pelo preço de um) e, não esta
Boa publicidade de Portugal e do futebol. Capaz de dispôr bem qualquer português.
segunda-feira, junho 19, 2006
Rainmaker
I heard a choir of angels calling out my name.
I had the feeling that my life would never be the same again
I turned my face towards the barren sun
And I know of the pain that you feel the same as me.
And I dream of the rain as it falls upon the leaves.
And the cracks in our lives like the cracks upon the ground.
They are sealed and are now washed away
You tell me we can start the rain.
You tell me that we all can change
You tell me we can find something to wash the tears away.
You tell me we can start the rain
You tell me that we all can change.
You tell me we can find something to wash the tears.
And I know of the pain that you feel the same as me.
And I dream of the rain as it falls upon the leaves.
And the cracks in the ground like the cracks are in our lives.
They are sealed and are now far away
(IM)
sexta-feira, junho 16, 2006
Whitesnake, 14 de Junho 2006
Na Quarta-Feira os 'velhotes' vieram mostrar a um Coliseu dos Recreios, praticamente lotado, o que é o hard-rock e como se dá um concerto, com alegria e entrega total aos seus fãs. Já o disse antes e volto a dizê-lo: já não se fazem bandas assim. Bandas que são excelentes em estúdio e que ao vivo revelam-se ainda superiores. Superiores no relacionamento com o público, na verdadeira festa e celebração que proporcionam a todos. Ou seja, bandas que trabalharam muito para chegarem onde estão. Que tiveram de esperar alguns anos para pacientemente irem construindo a sua personalidade e força.
Já vai havendo poucas bandas assim de facto. Há sim, as que tentam copiar, como é o caso da banda de abertura, os Faithfull. Portugueses, mais não são do que um 'clone defeituoso' dos Whitesnake; um 'pastiche', 'medley' de todos os clichés de uma banda de hard-rock dos anos 80. Os instrumentistas não são maus, o vocalista safa-se embora seja algo irritante, mas continua a faltar qualquer coisa. Não basta tentarem imitar a atitude, é preciso tê-la, caso contrário tornam-se aborrecidos e com canções que, durante meia hora, soaram todas da mesma forma indistintamente. Enfim.
"Os Whitesnake continuam a colocar nas actuações ao vivo um fulgor e um empenho que fazem dos seus concertos verdadeiras celebrações rock."
segunda-feira, junho 12, 2006
Yep...
Mas se tudo correr bem, será uma semana curta. Ehehehehe. Entretanto, um pequeno update e algumas coisas que devem ser mecionadas. Na Quarta-Feira, fruto de um 'vipe' de última hora fomos ao Super Bock Super Rock. Valeu a pena pelos The Cult que deram um mega concertão, facilmente o melhor do dia. Foi um desfilar de clássicos cantaroláveis durante 1H10M. Foi uma prestação segura e confiante, bem 'in your face', a mostrar realmente que ainda são muito precisos 'velhotes' como estes para mostrarem como é realmente um concerto de rock e como é que uma banda se deve comportar em palco, sabendo que devem conquistar o público, concerto após concerto, e como o devem fazer. E não tomarem tudo como adquirido.
Antes já os dEUS me tinham surpreendido pela positiva ao tb terem uma grande prestação (nunca os tinha visto, só ao Tom Barman qdo cá veio a solo). Editors infelizmente não vimos mas consta que foi muito bom. Depois, quanto ao lado mau: Os Keane fizeram a bosta balofa do costume, debitando na íntegra as suas musiquetas, que, em disco, até são agradáveis, mas que ao vivo tornam-se realmente constrangedoras e aborrecidas. Como alguém me disse há bandas que não deviam tocar ao vivo. Limitavam-se a gravar o discozito de vez em quando e pronto.
O tal de Legendary Tiger Man também lá tocou, antes dos Franz Ferdinand e fomos ver o que era afinal esse gajo. Aparece-nos então um fulano com uns óculos escuros enormes e cabelo pasteloso a tocar guitarra com as mãos, bombo com um pé e pratos+pandeireta com o outro pé. A juntar a isto havia também uma atitude mais ou menos bimba, mais ou menos arrogante e pseudo-rock star que tiveram o condão de ajudarem a formular a minha opinião acerca daquele senhor. Aquilo não é nada. Não vale nada. É uma pena porque os WrayGunn onde o gajo tb toca não são assim tão maus como isso.
Depois vieram os Franz Ferdinand, profissionais, competentes, ultra seguros, directos etc etc. Mas nada mais. Durante as primeiras duas, três, até à quarta canção, ainda estava a ver com agrado o rock dançante dos escoceses, tenho os dois àlbuns e sempre gostei deles (aliás podia fazer como o idiota do Álvaro Costa da Ant3na e dizer que já os conhecia antes de serem cá tão difundidos), mas aquilo que vimos no palco foi algo que me desiludiu bastante. Faltou um 'je ne sais quoi', aquele brilho, aquela faísca que me faz entrar por completo na música que estou a ver e a ouvir. Às vezes não basta saber reproduzir na perfeição aquilo que se faz em estúdio....é preciso mais chama ao vivo.
sábado, junho 10, 2006
sexta-feira, junho 09, 2006
Waiting
A esperar pelos outros, a esperar que os outros esperem por nós, a esperar pela sexta-feira, a esperar pelo fim de semana, a esperar pelas férias, a esperar que as coisas melhorem, a esperar que os outros puxem por nós, a esperar que nos deixem sossegados nem que seja por um bocadinho, a esperar pelo autocarro, pelo comboio, pelo metro, a esperar que o carro saia da oficina, a esperar ter tempo para fazer isto ou aquilo, a esperar ter dinheiro para fazer isto ou aquilo, a esperar......
É tarefa dura por vezes. É preciso ter uma grande dose de paciência, perseverança, fé, esperança. Espero ter tudo isso....tenho. Temos.
Enfim....já o Tó Petas dizia e com razão: "The waiting is the hardest part"
The waiting is the hardest part
Every day you see one more card
You take it on faith, you take it to the heart
The waiting is the hardest part
Dont let it kill you baby, dont let it get to you
Dont let em kill you baby, dont let em get to you
Ill be your breathin heart, Ill be your cryin fool
Dont let this go to far, dont let it get to you
Tom Petty
quinta-feira, junho 08, 2006
Que apropriado!
burgesso
do Ing. burgess
s. m.,
homem gordo e muito grosseiro;
sem distinção;
de maneiras rudes;
ignorante.
Apropriado porque acabou agora mesmo de entrar pela porta o "meu" burgesso preferido (not!)
Bô Tardi Xô Dôtô! Diz-me ele.
quarta-feira, junho 07, 2006
The Sound of Perseverance
Uma das bandas mais influentes do heavy metal, criminosamente negligenciada por mim até agora. É impossível, para quem gosta de heavy metal, não ter ouvido falar a dado momento desta banda e do seu criador Chuck Schuldiner, o qual, independemente do seu triste fim, é sempre visto como um criador inovador e genial. No entanto, o tempo é pouco, as bandas são muitas e sempre tinha uma ideia pré-formada dos Death que me levou a pô-los em stand by. Há anos.Inspiradores do género a que se convencionou chamar “Death Metal” a sua origem remonta a 1983. Depois de muitas andanças conseguiram gravar o álbum de estreia “Scream Bloody Gore”. Um álbum seminal na história pois é aí que podemos encontrar a semente do death metal americano baseado na Florida, do qual eu não sou grande apreciador. Seguiram-se “Leprosy” e “Spiritual Healing”, consolidando cada vez mais o estatuto da banda.
Entretanto, em 1991 Schuldiner decidiu alterar o som da banda e apresenta “Human”, onde se
consagra pela primeira vez novamente uma outra visão, diferente, do death metal: uma mistura entre os típicos riffs brutais e pesados com um elevado grau de complexidade técnica musical. A meu ver é aqui que as coisas se tornam realmente interessantes. O Progressive Death Metal como lhe chamam alguns. Mais uma vez esta nova abordagem criou um estilo ainda hoje muito em voga.Em 1996 foi tempo de mais uma alteração. Grande impulsionador das vozes guturais no metal, Schuldiner sempre afirmou que no fundo cantava assim apenas e só porque não podia nem sabia cantar de outra maneira; o que ele realmente pretendia era soar como um Bruce Dickinson ou um Rob Halford. Simplesmente não tinha a capacidade para o fazer.
Problema resolvido com os Control Denied, banda onde se concentrava na guitarra apenas deixando a voz para Tim Aymar (hoje nos Pharaoh), dono dum timbre mais melódico e clássico.
Nos Control Denied desenvolveu o seu lado mais progressivo e melódico, mas ainda assim reactivou os Death em 1998 para gravar esta obra-prima “The Sound of Perseverance”, que viria a ser o último.Em 99 foi-lhe diagnosticado cancro cerebral e passou os restantes dois anos seguintes em luta contra a doença, contando inclusivamente com o grande apoio da comunidade metaleira internacional, tendo sido organizados vários concertos de beneficiência para angariar fundos, mesmo cá em Portugal; mas foi em vão, acabando por falecer em Dezembro de 2001.
Para a posteridade deixa uma herança dificilmente igualável, mas sem dúvida permanente e duradoura.
RIP Chuck Schuldiner.
segunda-feira, junho 05, 2006
...
No one ever said it would be this hard
C.Martin
sexta-feira, junho 02, 2006
Precipitações
Só ontem soube da história completa. Assim, o Luandino Vieira não publicava nada de novo há quase 34 anos!!! Portanto a pergunta é: porque diabo atribuir-lhe um prémio??? Se é inegável a sua contribuição para o mundo literário (eu confesso a minha ignorância) porquê esperar tantos anos para o distinguir?
Ou seja, o que parecia um caso de modéstia, falsa ou não, ou um caso de terror mediático, ou aversão à sociedade, mais não é do que uma reacção normalíssima de alguém suficientemente lúcido para recusar uma distinção quando nada fez para a merecer. Só lhe ficou bem.
quinta-feira, junho 01, 2006
A Feira

Já não me lembro da primeira vez que fui à Feira do Livro de Lisboa. Infelizmente. Já são muitos anos certamente. Sempre no Parque Eduardo VII (com excepção dum ano qualquer em que foi mudada para o Terreiro do Paço, já nem sei porquê), e sempre uma data muito antecipada por mim. Quase como o Natal. Espero ansiosamente pela época em que a Feira presumivelmente abrirá e digo bastas vezes: "Não tarda está aí a Feira do Livro".
É verdade que já não é o acontecimento que era (tal como o Natal, em boa verdade), é verdade que já não traz nada de novo (apesar das anuais tentativas dos organizadores em mostrarem uma imagem nova e dinâmica) e é verdade que os preços já não são assim tão bons (ou então é preciso procurar bem); e é verdade que muitas vezes já se sabe à partida o que se vai encontrar e ver (todos os anos pergunto: "Mas será que ninguém compra aquele livro do Medina?").
Mas também é verdade que continua a dar-me um prazer dos diabos ir àquele sítio e perder-me no meio daqueles corredores (este ano não tão bem organizados), preocupando-me em 'ver' e 'absorver' tudo. Subir e descer aquelas alamedas de forma metódica e organizada é um acontecimento por si só. É um passeio agradável seja a que horas for.
Sim, os preços já não adiantam muito, mas um livro comprado na Feira do Livro ainda tem um valor e um sabor especial.

