quinta-feira, agosto 31, 2006
O problema,
Será assim tão difícil de compreender?
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segunda-feira, agosto 28, 2006
domingo, agosto 27, 2006
É já amanhã!!
O que não significa que não o tenha ouvido já. Era impossível resistir com o que já se dizia por todo o lado. Era necessário confirmar. E confirmado está. Mais de 30 anos depois conseguiram voltar a erigir mais um monumento à música. E este destaca-se notoriamente, alto, imponente e orgulhoso. Tem sido só babar!!!!! \m/
sábado, agosto 26, 2006
Back in my...
This is our small electric space
A place of love a place of hate
Friends that hold you true
Who scares you more than you
Sometimes it's just like your world
Lost track of time lost the whole of you
Lost every thing worth fighting for
If ever time could heal your wounds
So you hide in our world
In our small Electric Space
This is our small electric space
A place for joy a place for your soul
If ever time means much to you
Find this place
Tears of gold tumbling down
Feelings that're cold take you far
Forever keeping life so true
Now you're damned
So you hide in your world
If ever time could heal your wounds
So you hide in our world
In our small Electric Space
Bem vindos pois a este pequeno lugar, retemperados e prontos (espero!) para o que é a segunda parte, o segundo acto desta ópera trágico-cómica que é 2006. :D Bem regressados sejam a este lugar, um lugar de alegria, um lugar de descanso e refúgio.
quinta-feira, agosto 10, 2006
FÉRIAS!!!!!!!!!!!!!!
Mas é que não pára mesmo!
Boas Fééééérias!!!!!
quarta-feira, agosto 09, 2006
Something Wicked This Way Comes
Amados por muitos, odiados por muitos também, os Iced Earth já devem estar habituados a tantas emoções e convulsões, quanto mais que não seja pelas constantes alterações de membros que fazem com que Jon Schaeffer, guitarrista e principal compositor, seja o elemento sempre resistente. Bom, o line-up que gravou este disco foi, na mina modesta opinião, o melhor. Também foi o mais duradouro: ainda gravaram mais um disco juntos. Infelizmente a tragédia do World Trade Center teve as influências mais estranhas e espalhadas e o vocalista Matt Barlow achou que cantar não era fazer o suficiente e saiu para ocupar um lugar nas forças da ordem. mas isso é outra história.
Aqui encontramos a banda em 'estado de graça'. Um álbum de power metal americano, muito técnico e agressivo, mas simultaneamente melódico, com arranjos bastante complexos, passagens quasi-orquestrais, interlúdios emocionais, refrões memoráveis e históricos e o bom e velho Heavy Metal 'prá carola'! E, principalmente...a VOZ. De facto a voz de Matt Barlow reflecte uma emoção e entrega rara de se ver e ouvir. Uma voz quase 'soul' no meio de todo o Metal.
"Watching Over Me", "Burning Times", "Melancholy (Holy Martyr)", a trilogia "Something Wicked This Way Comes", e tudo o resto fazem um álbum bem clássico de heavy metal, e moderno ao mesmo tempo na sua mistura eficaz do melhor dos Metallica com o melhor dos Iron Maiden. Característica esta aliás, que lhes granjeou os comentários mais depreciativos dos seus detractores....que não passavam de uma banda que reciclava sons antigos, que copiavam, que tentavam imitar...............enfim....gostos são gostos, e o MEU é que este é um dos grandes álbuns de heavy metal dos anos 90.
terça-feira, agosto 08, 2006
Programa cultural "away is the way"!!
Mostly Autumn em Vizela:
Gerês:
E etc, etc.... mas principalmente:
Paz e descanso!
segunda-feira, agosto 07, 2006
sexta-feira, agosto 04, 2006
Preaching From A Chair
"Preaching From a Chair", dos britânicos Thunder. Uma grande banda de rock, com letras excepcionais. Esta é dedicada a uma situação especial no mundo da música, principalmente à época em que foi escrita, nos anos 90..........mas, como sempre, e ainda bem, cada um lê como quer e extrai as lições e os conhecimentos que lhe aprouver. Honestidade, ser verdadeiro consigo próprio, viver descansado, sem 'prisões' idiotas, sem ceder a quem se limita a pregar e a dizer como se deve viver.....pregar duma cadeira é sempre fácil.....I'm sorry I don't hate the world
I'm afraid that I'm not disturbed
I'm sorry that I don't do drugs, I hope you understand
I can't talk about my life in hell
Or a suicide attempt that didn't go well
No life of crime, no misery, what you see is what you get
And I don't believe in dwelling on the darker side
There's enough bad news on the television every night
So I don't need some little punk who's the latest star
Telling me over and over again
Life's such a drag when you're in a band
What is it coming to when everyone's talking through their hat
And we've heard it all before
What happened to honesty? The way that it looks at me
Is everybody's in it trying to get somewhere
And trying to justify it, preaching from a chair
Please forgive me if the clothes ain't right
I wouldn't want you hanging with an uncool guy
No flannel shirt and no tattoos, maybe I should grow a beard ?
Don't you tell me what I oughta think
Which cigarettes to smoke, and what I oughta drink
Don't judge me by the way I look cos the clothes don't make the man
I'm not about to be a slave to a book of rules
Don't wanna spend my life trying to be somebody else
I'd be wrong to believe in every word that I ever read
You can't fool all the people all of the time
And one man's opinion's another man's lie
The makers of taste will be patronising you and me forever
And it's always been the same
You'll enter the twilight zone if you don't keep your mind your own
I shouldn't let it get to me but I don't care
I can't stomach bullshit, when it's preaching from a chair
I'm sorry that I like the sun
I'm sorry to say I don't wanna own a gun
Cos if my number's up that's alright, sometime we all got to go
So many versions of the world outside
Reality is getting hard to find
So many people with an axe to grind
It's hard to know who to believe
Don't lecture me, until you know what the truth is
Take a good look inside you criticise everyone else
Your jealousy ain't enough of a reason
To justify telling me where I went wrong
So don't try to do it
Cos all you ever do is sing the same old song
And no one wants to hear
Preaching from a chair
Morley
quinta-feira, agosto 03, 2006
Grrrrrrr
5 days and counting...........grrrrrrrrrrrrr
lol
quarta-feira, agosto 02, 2006
terça-feira, agosto 01, 2006
O "Conde"
O que interessa é que este outro livro me encontrou ‘disponível’ e surpreendeu-me muito.
Eça relata-nos a vida de um político fictício do séc. XIX, figura paradigmática do Constitucionalismo (o tal Conde, Alípio Abranhos) através das palavras do seu Secretário, um tal Sr. Z. Zagalo, que, à laia de homenagem póstuma decide escrever uma biografia depois da morte do seu ex-patrão. Não uma biografia que segue os eventos cronologicamente, mas sim um suceder de episódios relevantes no tempo que nos permitem brilhantemente vizualizar este Conde d’Abranhos.
Deste modo estão reunidos os meios para que Eça faça, porventura, uma das mais impiedosas caricaturas literárias dos costumes políticos portugueses da época.
Estes episódios são-nos apresentados num tom de profunda admiração pelas ideias, projectos e atitudes do Sr. Conde, que é visto pelo seu ex-secretário como a mais brilhante mente do seu tempo
No entanto a sua própria imbecilidade transforma o desejado elogio do estadista numa gargalhada. Fica exposto um político oco e ávido, trapaceiro, capaz de tudo para atingir os seus objectivos. Um político que coloca os seus interesses à frente dos da Nação e que considera que há que afastar os pobres, manter o Povo na ignorância e suprimir qualquer atitude construtiva por parte dos estudantes.
O sarcasmo cáustico, a ironia afiada reside precisamente no facto de enquanto lemos as palavras de admiração e elogio do Sr. Zagalo, vemos perfeitamente o tipo de pessoa que o Sr. Conde é: uma pessoa sem princípios, com uma falsa moral, hipócrita e calculista, preocupado mais com as aparências do que com a realidade. O tom exageradamente rasgado dos elogios e homenagens em contraste com o que o elogiado é na realidade só pode provocar-nos gargalhadas.
Alípio Severo Abranhos é conde e motivo de uma biografia caricata e caricatural.
Em si mesmo, Abranhos satiriza o político do constitucionalismo, a sua mediocridade e o postiço que o atormenta; doutro ponto de vista, ele é sobretudo a falsificação do talento e da habilidade política. Em síntese, a ironia de Eça no seu máximo fulgor.
Imagem e excerto retirados de: Personagens Ilustres
O mais triste é pensar que ainda hoje, provavelmente, se podem encontrar bastantes ‘Condes d’Abranhos’ por aí.....

