quarta-feira, fevereiro 28, 2007
terça-feira, fevereiro 27, 2007
domingo, fevereiro 25, 2007
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
Hear n' Aid
Participantes:
Vocals
Ronnie James Dio (Dio)
Eric Bloom (Blue Öyster Cult)
Don Dokken (Dokken)
Kevin DuBrow (Quiet Riot)
Rob Halford (Judas Priest)
Dave Meniketti (Y&T)
Paul Shortino (Rough Cutt/Quiet Riot)
Geoff Tate (Queensrÿche)
Backing Vocals
Tommy Aldridge
David Alford
Carmine Appice
Vinny Appice
Jimmy Bain
Frankie Banali
Mick Brown
Vivian Campbell
Carlos Cavazo
Amir Derakh
Brad Gillis
Craig Goldy
Chris Hager
Chris Holmes
Blackie Lawless
George Lynch
Yngwie Malmsteen
Mick Mars
Dave Murray
Vince Neil
Ted Nugent
Eddie Ojeda
Jeff Pilson
Donald "Buck Dharma" Roeser
David St. Hubbins
Rudy Sarzo
Claude Schnell
Neal Schon
Derek Smalls
Adrian Smith
Mark Stein
Matt Thorr
Guitar
Vivian Campbell
Carlos Cavazo
Brad Gillis
Craig Goldy
George Lynch
Yngwie Malmsteen
Eddie Ojeda
Donald "Buck Dharma" Roeser
Neal Schon
Guitar Melody Lines
Dave Murray
Adrian Smith
Bass
Jimmy Bain
Drums
Vinny Appice
Frankie Banali
Keyboards
Claude Schnell
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
§§§§
"I know not what tomorrow will bring..."
Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra todos os dias são meus.
Impressionou-me a biografia. Impressionou-me fundamentalmente por dar a conhecer um Homem peculiar e contraditório. Impressionou-me por me ter apercebido que Pessoa era realmente um Homem em sofrimento, em constante desajustamento com o Mundo que o rodeava, um Homem que sem sair de Lisboa viajou léguas e léguas dentro de si. Um Homem que se refugiou no seu Eu, no seu mundo interior talvez em reacção ao que o mundo exterior não possuía, talvez em reacção ao que o mundo exterior de facto possuía mas que lhe foi negado. E impressionou-me o facto de, apesar disso, ele ter sido um Homem com uma intensa vida social, com amigos e conhecidos que ele bastantes vezes encontrava nos cafés do costume. Um Homem que se preocupava imenso com o seu aspecto exterior, chegando a acumular contas em alfaiates. Morou numa vintena de casa pela Baixa, trabalhou em quase tantos empregos diferentes. Um Homem que, em suma procurava ter uma vida exterior, mas que, no fundo, sabia que precisava de regressar ao seu refúgio interior.
Mais dos que múltiplas personalidades divididas numa miríade de heterónimos (são dezenas...), o Fernando Pessoa surgiu-me nesta dicotomia inconciliável(?): a do Homem que reside no seu interior relacionando-se com os seus "Eus" e a do Homem que tem de agir no exterior e relacionar-se com os outros.
No entanto, mantenho o meu voto. :D
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Carnavaladas
Cheguei inclusivamente a mascarar-me de cowboy ou sheriff, completo com botas, colete, chapéu e coldre. Não me diverti por aí além! LOL Lembro-me ainda de ter ido, miúdo, com os meus pais ver o desfile em Loures e em Sesimbra. Já na altura achei um pouco aborrecido e lembro-me particularmente de, em Sesimbra ter feito a proverbial e queixosa pergunta que todos os pais devem adorar: "Quando é que vamos embora!?". A aculturação brasileira no Carnaval sempre me fez confusão. Parecia que estávamos a tentar copiar para ver se nos conseguíamos divertir tanto como eles aparentemente se divertem (só isto já dava pano para mangas. Um povo que consegue organizar um evento daquela magnitude, não consegue depois organizar a vida....). A música brasileira, os actores de telenovela todos os anos cá pespegados...nunca consegui 'engolir' isso.
Enfim, É difícil de explicar...são gostos no fundo. Provavelmente deveria ter nascido mesmo nalgum país nórdico, branco e pálido já sou. Nos últimos anos tenho-me envolvido mais e reconheço que pode ser divertido. Pelo menos há sempre alguém cuja imaginação mais acelerada me consegue sempre arrancar um sorriso. O que é bom, no fundo. Mas seja como for, porém, todavia e no entanto....hmmmmm....é uma data estranha.
Será que o Fernando Pessoa gostava do Carnaval? Impressionou-me, eu que, admito, pouco sabia da biografia do poeta.
terça-feira, fevereiro 20, 2007
...
To a place far from here
No one will see us
Watch the pain as it disappears
No time for anger
No time for despair
Won't you come with me
There's room for us there
This innocent beauty
My words can't describe
This rebirth to purity
Brings a sullen tear right to your eyes
No time for despair
Please let me take you
'cause I'm already there
I'm so alone
My heads my home
I'll return to serenity
Rhyme without reason
Is why children cry
They see through the system
That's breeding them just so they die
So please let me take you
And I'll show you the truth
Inside my reality
We shared in my youth
I'm so alone
My heads my home
And I feel
So alone
You know
At last
I return to serenity
Now that I've taken you
To a place far from here
I really must go back
Close your eyes and we'll disappear
Won't you come with me
Salvation we'll share
Inside of my head now
Theres room for us there
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Há-os cá!
I'm An Asshole
Dennis Leary
Folks
I'd like to sing a song about the American Dream
About me
About you
About the way our American hearts beat way down in the bottoms of our chests
About that special feeling we get in the cockles of our hearts
Or maybe below the cockles
Maybe in the sub-cockle area
Maybe in the liver
Maybe in the kidneys
Maybe even in the colon
We don't know
I'm just a regular Joe
With a regular job
I'm your average white
Suburbanite slob
I like football, and porno, and books about war
I've got an average house
With a nice hardwood floor
My wife, and my job
My kids, and my car
My feet on my table
And a Cuban cigar
But sometimes that just ain't enough
To keep a man like me interested
Oh no, no way, uh uhh
No, I gotta go out and have fun
At someone else's expense
Oh yeah, yeah yeah, yeah yeah yeah
I drive really slow
In the ultra-fast lane
While people behind me are going insane
I'm an asshole
(he's an asshole, what an asshole)
I'm an asshole
(he's an asshole, such an asshole)
I use public toilets
And I piss on the seat
I walk around in the summer time sayin', "How about this heat?"
I'm an asshole
(he's an asshole, what an asshole)
I'm an asshole
(he's the worlds biggest asshole)
Sometimes I park in the handicapped spaces
While handicapped people
Make handicapped faces
I'm an asshole
(he's an asshole, what an asshole)
I'm an asshole
(he's a real fucking asshole)
Maybe I shouldn't be singin' this song
Ranting and raving and carrying on
Maybe they're right when they tell me I'm wrong...
...
NAAAHHHHH!
I'm an asshole
(he's an asshole, what an asshole)
I'm an asshole
(he's the world's biggest asshole)
You know what I'm gonna do?
I'm gonna get myself a 1967 Cadilac El Dorado Convertable
Hot pink!
With whale skin hub caps
An all leather cow interior
And big brown baby seal eyes for headlights
YEAH!
And I'm gonna drive around in that baby
At 115 miles per hour
Getting one mile per gallon
Sucking down Quarter Pounder cheeseburgers from McDonalds in the old-fashioned non-biodegradable Styrofoam containers
And when I'm done sucking down those grease-ball burgers
I'm gonna wipe my mouth with the American flag
And then I'm gonna toss the Styrofoam containers right out the side
And there ain't a Goddamn thing anybody can do about it
You know why?
'Cause we got the bombs, that's why!
Two words: Nuclear Fuckin' Weapons
Okay!?
Russia, Germany, Romania
They can have all the Democracy they want
They can have a big Democracy cake walk
Right through the middle of Tienemen Square
And it won't make a lick of difference
Because we got the bombs
Okay!?
John Wayne's not dead
He's frozen!
And as soon as we find a cure for cancer We're gonna thaw out "The Duke"
And he's gonna be pretty pissed off
You know why?
Have you ever taken a cold shower?
Well, multiply that by 15 million times
That's how pissed off "The Duke"'s gonna be
I'm gonna get "The Duke"
And John Cassavetes
And Lee Marvin
And Sam Peckinpah
And a case of whiskey
And drive down to Texas
And-
(Hey, Hey! You know you really are an asshole)
Why don't you just shut-up and sing the song, pal?
You know, the whole time I thought I was that asshole
And it turns out it was him
What an asshole!
I'm an asshole
(he's an asshole, what an asshole)
I'm an asshole
(he's the worlds biggest asshole)
A - SS - HO - LE!
Everybody!!
A - SS - HO - LE!
*dog barking noises*
I'm an asshole and proud of it!
terça-feira, fevereiro 13, 2007
Das Leben der Anderen
Domingo, "noite eleitoral".; paciência já inteiramente consumida ao longo das semanas anteriores; nada melhor que uma sala de cinema para um abençoado isolamento. A ideia era ver o "Babel", mas na verdade, às vezes apetece arriscar ou apetece ver algo que nos surpreenda (mesmo correndo o risco da surpresa ser negativa), portanto o "Babel" foi adiado em detrimento deste filme alemão, presente na corrida ao Óscar de melhor filme estrangeiro, blá, blá, blá.
domingo, fevereiro 11, 2007
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Flags Of Our Fathers
A guerra sempre foi o que é, presumo eu. Felizmente nunca tive de constatar a veracidade desta afirmação pessoalmente. Agora ou há 50 ou 100 anos atrás guerra é guerra, com tudo o que isso traz em termos de drama, tragédia e horror.No entanto, a maneira como o Homem se foi apercebendo da guerra e do que ela é foi mudando ao longo dos tempos. Vejamos o exemplo sintomático de Hollywood, ou, mais genericamente, do cinema.
Há 50 e tal anos atrás os filmes bélicos surgem dando uma imagem épica e gloriosa da guerra. Todo e qualquer soldado era um exemplo de coragem e de super-heroísmo. Os filmes do John Wayne eram disso exemplo. Aliás, deve-se a ele mesmo a realização do filme "Boinas Verdes", um filme que mostrava a intervenção americana no Vietname à luz desta primeira visão épica, quando já ninguém partilhava dela uma vez que tinha havido uma evolução para a fase seguinte.
Esta foi a fase em que os filmes bélicos mostravam a tragédia total e inexorável que cada conflito representava para o indivíduo-soldado, o qual se via colocado em tal situação dramática devido às inépcias dos governantes, políticos, chefes militares, etc. Foi a época dos filmes sobre o Vietname, fortemente políticos e de 'dedo em riste', apontando culpados em todo o lado. Tanto os filmes de uma fase como da outra são filmes sobre a guerra, sobre massas humanas quase impessoais que se entrechocaram, gloriosamente num caso, tragicamente no outro.
Entretanto, uma nova abordagem foi inaugurada nos últimos anos, talvez com o "Resgate do Soldado Ryan", mas já presente no "Sargento da Força 1" de Sam Peckimpah. A guerra passou a ser vista de uma perspectiva pessoal e humanizante ou individualizante. Sim, o factor épico e trágico continuam presentes, mas o que importa agora é esta ou aquela história determinada, deste ou daquele indivíduo ou grupo de indivíduos. O Soldado já não luta pela glória ou pela pátria, luta sim pelo amigo, pelo colega e pelo companheiro. É uma perspectiva diferente sobre o que leva cada um deles a lutar e a recusar a categoria de "herói".
É esta perspectiva que surge clara e definida neste primeiro filme sobre a Batalha de Iwo Jima realizado por Clint Eastwood.
Por fim, e aqui temos acho eu, o cerne do filme, a história do grupo de soldados que ergueu a segunda (sim, a segunda) bandeira no monte não conquistado e a sua promoção a heróis por acaso graças a uma fotografia que correu mundo e que foi aproveitada pela máquina propagandística da guerra. É nesta meditação sobre o que é o verdadeiro heroísmo que reside o ponto fulcral do filme. Não é um filme anti-guerra ou sequer anti-americano. Mas também não é o oposto. É um filme essencialmente crítico sobre a forma como a guerra é vendida ao povo não combatente. Para os que combatem, tudo se torna irrelevante a não ser fazer os possíveis por sobreviver, proteger os camaradas e ainda por cima realizar o seu 'dever'. Não há glória em matar ou morrer no campo de batalha. "Herói? Eu? A única coisa que eu fiz foi evitar levar um tiro", diz a certa altura uma das personagens. E é com esta visão objectiva e crua que o filme brilha. Não há glorificações nem acusações, apenas 'storytelling'.
O filme pecará apenas por, ao contar estas três histórias, não adoptar uma abordagem linear e cronológica; haverá talvez um abuso de flashbacks o que torna a tarefa de seguir a história algo mais complicada, mas sem ser isso, é um excelente filme, brilhante mesmo, na forma honesta como nos mostra a realidade em causa.
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Pero?
Isto parecem-me uma maçãs...
terça-feira, fevereiro 06, 2007
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
E esta hem???
Según la ley orgánica 9/1985, del 5 de julio de reforma del artículo 417 bis del código penal :
1. - No será punible el aborto practicado por un médico, o bajo su dirección, en centro o establecimiento sanitario, público o privado, acreditado y con consentimiento expreso de la mujer embarazada, cuando concurra alguna de las circinstancias siguientes :
1. Que sea necesario para evitar un grave peligro para la salud física o psíquica de la embarazada y así conste en un dictamen emitido con anterioridad a la intervención por un médico de la especialidad correspondiente, distinto de aquel bajo cuya dirección se practique el aborto. En caso de urgencia por riesgo vital para la gestatnte, podrá prescindirse del dictamen y del consentimiento expreso.
2. Que el embarazo sea consecuencia de un hecho constitutivo de delito de violación del artículo 429, siempre que el aborto se practique dentro de las primeras doce semanas de gestación y que el mencionado hecho hubiese sido denunciado.
3. Que se presuma que el feto habrá de nacer con graves taras físicas o psíquicas, siempre que el aborto se practique dentro de las veintidós primeras semanas de gestación y que el dictamen, expresado con anterioridad a la práctica del aborto, sea emitido por dos especialistas del centro o establecimiento sanitario, público o privado, acreditado al efecto, y distintos de aquel por quien o bajo cuya dirección se practique el aborto.
2. -En los casos previstos en el número anterior, no será punible la conducta de la embarazada aún cuando la práctica del aborto no se realice en un centro o establecimiento público o privado acreditado o no se hayan emitido los dictámenes médicos exigidos.
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Double Eclipse
O video de "Hot Chérie":








