Não sei como ainda não fizeram esta alusão, mas este filme é a expressão visual do velho adágio "tempo é dinheiro". Ou se calhar já o fizeram, não sei. Em boa verdade tento não perder muito tempo a ler críticas e afins. MAs se o fizeram já, espero sinceramente que não tenha sido o inefável Mário Augusto, essa sumidade da Sétima Arte. Mas adiante.
"In Time" é re4alizado por Andrew Niccol e, uma rápida consulta ao IMDB mostra-me que, sem saber, vi todos os filmes realizados por ele. "Gattaca", "Simone" e "Lord of War". Todos são filmes bastante bons e interessantes. Em "Lord of War" desviou-se da orientação sci-fi, mas voltou a ela com "In Time". Aliás, é um filme que lembra imenso o seu primeiro, "Gattaca", com Ethan Hawke e Jude Law, filme que também andava à volta de manipulação genética e afins. Mas o interessante e diferente na 'ficção científica' de Niccol é que é extraordinariamente comedida. O elemento 'sci-fi' é determinante e serve de motor do filme, mas de resto é tudo facilmente reconhecível. Ou seja, não há naves, aliens, raios laser ou quaisquer efeitos especiais de encher o olho.
Neste "In Time" a premissa é simples: o ser humano foi geneticamente modificado para parar de envelhecer aos 25 anos. Mas o senão é que só têm mais 365 dias de vida. Caberá a cada um, nesse ano, ganhar o máximo de créditos em tempo para ir prolongando a vida. Tudo contabilizadonum conspícuo relógio digital inserido no ante-braço (como, não explicam...) que faz a contagem decrescente. Como conseguir tempo? Ganhando-o. os segundos, minutos, horas, dias, etc, ganham-se, roubam-se, etc, sendo a nova unidade monetária. Os ricos têm muito tempoe, consequentemente, vivem dezenas e centenas de anos. Os pobres têm de o ganhar dia-a-dia.
Não está mal engendrado. De resto, junta-se uma situação de "tipo acusado de crime que não cometeu", miúda rica desencantada com a vida vazia de ócio e aí temos um belo filme. O sacana do Timberlake safa-se bem. O Cillian Murphy ainda melhor. Não muda o mundo do Cinema, mas conta uma boa história. O que, mais uma vez, é o que se quer.
"In Time" é re4alizado por Andrew Niccol e, uma rápida consulta ao IMDB mostra-me que, sem saber, vi todos os filmes realizados por ele. "Gattaca", "Simone" e "Lord of War". Todos são filmes bastante bons e interessantes. Em "Lord of War" desviou-se da orientação sci-fi, mas voltou a ela com "In Time". Aliás, é um filme que lembra imenso o seu primeiro, "Gattaca", com Ethan Hawke e Jude Law, filme que também andava à volta de manipulação genética e afins. Mas o interessante e diferente na 'ficção científica' de Niccol é que é extraordinariamente comedida. O elemento 'sci-fi' é determinante e serve de motor do filme, mas de resto é tudo facilmente reconhecível. Ou seja, não há naves, aliens, raios laser ou quaisquer efeitos especiais de encher o olho.
Neste "In Time" a premissa é simples: o ser humano foi geneticamente modificado para parar de envelhecer aos 25 anos. Mas o senão é que só têm mais 365 dias de vida. Caberá a cada um, nesse ano, ganhar o máximo de créditos em tempo para ir prolongando a vida. Tudo contabilizadonum conspícuo relógio digital inserido no ante-braço (como, não explicam...) que faz a contagem decrescente. Como conseguir tempo? Ganhando-o. os segundos, minutos, horas, dias, etc, ganham-se, roubam-se, etc, sendo a nova unidade monetária. Os ricos têm muito tempoe, consequentemente, vivem dezenas e centenas de anos. Os pobres têm de o ganhar dia-a-dia.
Não está mal engendrado. De resto, junta-se uma situação de "tipo acusado de crime que não cometeu", miúda rica desencantada com a vida vazia de ócio e aí temos um belo filme. O sacana do Timberlake safa-se bem. O Cillian Murphy ainda melhor. Não muda o mundo do Cinema, mas conta uma boa história. O que, mais uma vez, é o que se quer.


1 comentário:
Estou mortinha por ver este mas(irra) ainda não chegou a estes lados.
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