segunda-feira, junho 12, 2006

Yep...

...it's feckin' Monday again!!!!

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Mas se tudo correr bem, será uma semana curta. Ehehehehe. Entretanto, um pequeno update e algumas coisas que devem ser mecionadas. Na Quarta-Feira, fruto de um 'vipe' de última hora fomos ao Super Bock Super Rock. Valeu a pena pelos The Cult que deram um mega concertão, facilmente o melhor do dia. Foi um desfilar de clássicos cantaroláveis durante 1H10M. Foi uma prestação segura e confiante, bem 'in your face', a mostrar realmente que ainda são muito precisos 'velhotes' como estes para mostrarem como é realmente um concerto de rock e como é que uma banda se deve comportar em palco, sabendo que devem conquistar o público, concerto após concerto, e como o devem fazer. E não tomarem tudo como adquirido.

Antes já os dEUS me tinham surpreendido pela positiva ao tb terem uma grande prestação (nunca os tinha visto, só ao Tom Barman qdo cá veio a solo). Editors infelizmente não vimos mas consta que foi muito bom. Depois, quanto ao lado mau: Os Keane fizeram a bosta balofa do costume, debitando na íntegra as suas musiquetas, que, em disco, até são agradáveis, mas que ao vivo tornam-se realmente constrangedoras e aborrecidas. Como alguém me disse há bandas que não deviam tocar ao vivo. Limitavam-se a gravar o discozito de vez em quando e pronto.

O tal de Legendary Tiger Man também lá tocou, antes dos Franz Ferdinand e fomos ver o que era afinal esse gajo. Aparece-nos então um fulano com uns óculos escuros enormes e cabelo pasteloso a tocar guitarra com as mãos, bombo com um pé e pratos+pandeireta com o outro pé. A juntar a isto havia também uma atitude mais ou menos bimba, mais ou menos arrogante e pseudo-rock star que tiveram o condão de ajudarem a formular a minha opinião acerca daquele senhor. Aquilo não é nada. Não vale nada. É uma pena porque os WrayGunn onde o gajo tb toca não são assim tão maus como isso.

Depois vieram os Franz Ferdinand, profissionais, competentes, ultra seguros, directos etc etc. Mas nada mais. Durante as primeiras duas, três, até à quarta canção, ainda estava a ver com agrado o rock dançante dos escoceses, tenho os dois àlbuns e sempre gostei deles (aliás podia fazer como o idiota do Álvaro Costa da Ant3na e dizer que já os conhecia antes de serem cá tão difundidos), mas aquilo que vimos no palco foi algo que me desiludiu bastante. Faltou um 'je ne sais quoi', aquele brilho, aquela faísca que me faz entrar por completo na música que estou a ver e a ouvir. Às vezes não basta saber reproduzir na perfeição aquilo que se faz em estúdio....é preciso mais chama ao vivo.


2 comentários:

Anónimo disse...

sintonia total de opinião!!!!!!!!!!!!

ainda bem ;)

Bola Oito disse...

curiosamente tb as críticas do Correio da Manhã e do Público estão em relativa sintonia.