Um Natal passado numa casa com um núcleo familiar pequeno e cristalizado há já alguns anos e sem crianças é, por força, um Natal onde ainda se vê alguma televisão. Quando esse Natal se passa numa casa onde haja apenas os 4 canais básicos, pouca escolha há na verdade.
Ao que parece, este ano, o Natal foi consagrado ao Circo. Não sei quantos Circos o raio da TV passou naquele fim de semana, porra. Cada vez que se ligava o aparelho lá estava um raio de equilibrista, os sacanas dos camelos e o raio que os parta dos palhaços. Já para não falar da omnipresente Catarina a ser desenrolada num lençol gigante ou lá o que era. Fora isso, foram os gordos do costume, os mongolóides habituais do segredo e as notícias que tiveram uns dias em grande com a tragédia dos incêndios urbanos, com os almoços de caridade e com o Natal da Crise. De resto enfardem lá com as telenovelas e os inenarráveis filmes de Natal que, este ano, primaram pela total desinspiração e adormecimento (literal!).
Para alegrar a coisa ainda tivémos o PM (Primeiro-Mongolóide) a debitar uma críptica e labiríntica mensagem de Natal, na qual se referiu às "estruturas económicas e outras que impedem os portugueses de realizar os seus sonhos" (devia querer referir-se a ele próprio e à sua verdadeira corja de mal feitores), e ainda ao necessário "apoio aos jovens e restante população activa de Portugal" (mas não era suposto emigrarem daqui para fora??). De repente percebo a necessidade de passarem tantos circos na TV...a temática "camelos, palhaços e equilibristas" repete-se na vida real. Enfim.
Ao que parece, este ano, o Natal foi consagrado ao Circo. Não sei quantos Circos o raio da TV passou naquele fim de semana, porra. Cada vez que se ligava o aparelho lá estava um raio de equilibrista, os sacanas dos camelos e o raio que os parta dos palhaços. Já para não falar da omnipresente Catarina a ser desenrolada num lençol gigante ou lá o que era. Fora isso, foram os gordos do costume, os mongolóides habituais do segredo e as notícias que tiveram uns dias em grande com a tragédia dos incêndios urbanos, com os almoços de caridade e com o Natal da Crise. De resto enfardem lá com as telenovelas e os inenarráveis filmes de Natal que, este ano, primaram pela total desinspiração e adormecimento (literal!).
Para alegrar a coisa ainda tivémos o PM (Primeiro-Mongolóide) a debitar uma críptica e labiríntica mensagem de Natal, na qual se referiu às "estruturas económicas e outras que impedem os portugueses de realizar os seus sonhos" (devia querer referir-se a ele próprio e à sua verdadeira corja de mal feitores), e ainda ao necessário "apoio aos jovens e restante população activa de Portugal" (mas não era suposto emigrarem daqui para fora??). De repente percebo a necessidade de passarem tantos circos na TV...a temática "camelos, palhaços e equilibristas" repete-se na vida real. Enfim.

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