22. Conversa com Richard Stengel
STENGEL: As pessoas dizem: "O grande problema de Nelson Mandela é que ele está sempre à procura de ver o que de bom existe nos outros". O que responderia a isto?
MANDELA: Bem, isso é o que muitas pessoas dizem. Dizem-me isso desde a adolescência e eu não sei... Deve haver algo de verdade nisso. Mas (...) devemos aceitar a integridade dos outros até prova em contrário. E quando não temos prova do contrário, e as pessoas fazem coisas que parecem ser boas, por que razão havemos de suspeitar delas? Dizer que estão a praticar o bem porque têm intenções ocultas? Só quando essas provas surgirem é que lidamos com isso, com a infidelidade, depois esquecemos. Porque é assim que nos devemos relacionar com os outros. Temos de reconhecer que as pessoas são o resultado da lama da sociedade em que vivemos e que são seres humanos. Têm pontos fortes e têm fraquezas. O nosso dever é lidar com seres humanos enquanto seres humanos, e não como se fossem anjos. Por conseguinte, uma vez que reconhecemos que uma pessoa tem virtudes e tem fraquezas, lidamos com elas e aceitamos as fraquezas e procuramos ajudar essa pessoa a ultrapassar essas fraquezas. Não quero deixar-me assustar pelo facto de uma pessoa ter cometido certos erros e possuir fraquezas que são humanas. Não posso permitir-me ser influenciado por isso. E é isso que muitas pessoas criticam (...)
As pessoas devem sentir que eu vejo o que elas têm de bom. por isso essa crítica é algo que eu tenho de aceitar e tenho procurado ajustar-me a ela, porque, seja ou não assim, é algo que eu considero proveitoso. E é positivo assumir, agir partindo do pressuposto de que...os outros são pessoas íntegras e honradas...porque tendemos a atrair a integridade e a honra se encararmos desta forma as pessoas com quem lidamos. E faremos grandes progressos no relacionamento com os outros se partirmos do pressuposto...de que aqueles com quem lidamos são pessoas íntegras. Acredito nisso".
STENGEL: As pessoas dizem: "O grande problema de Nelson Mandela é que ele está sempre à procura de ver o que de bom existe nos outros". O que responderia a isto?
MANDELA: Bem, isso é o que muitas pessoas dizem. Dizem-me isso desde a adolescência e eu não sei... Deve haver algo de verdade nisso. Mas (...) devemos aceitar a integridade dos outros até prova em contrário. E quando não temos prova do contrário, e as pessoas fazem coisas que parecem ser boas, por que razão havemos de suspeitar delas? Dizer que estão a praticar o bem porque têm intenções ocultas? Só quando essas provas surgirem é que lidamos com isso, com a infidelidade, depois esquecemos. Porque é assim que nos devemos relacionar com os outros. Temos de reconhecer que as pessoas são o resultado da lama da sociedade em que vivemos e que são seres humanos. Têm pontos fortes e têm fraquezas. O nosso dever é lidar com seres humanos enquanto seres humanos, e não como se fossem anjos. Por conseguinte, uma vez que reconhecemos que uma pessoa tem virtudes e tem fraquezas, lidamos com elas e aceitamos as fraquezas e procuramos ajudar essa pessoa a ultrapassar essas fraquezas. Não quero deixar-me assustar pelo facto de uma pessoa ter cometido certos erros e possuir fraquezas que são humanas. Não posso permitir-me ser influenciado por isso. E é isso que muitas pessoas criticam (...)
As pessoas devem sentir que eu vejo o que elas têm de bom. por isso essa crítica é algo que eu tenho de aceitar e tenho procurado ajustar-me a ela, porque, seja ou não assim, é algo que eu considero proveitoso. E é positivo assumir, agir partindo do pressuposto de que...os outros são pessoas íntegras e honradas...porque tendemos a atrair a integridade e a honra se encararmos desta forma as pessoas com quem lidamos. E faremos grandes progressos no relacionamento com os outros se partirmos do pressuposto...de que aqueles com quem lidamos são pessoas íntegras. Acredito nisso".
(in: Nelson Mandela "Arquivo Íntimo")
OU
"I'm gonna do a song from an album called "Euphoria Morning", and the song is called "Can't Change Me". I guess it was the first single from that record which came out in 1999, but it was the last song i wrote, and it's just a song where, you know, anyone, it could be man, woman, whatever, at some point try to be a better person, change your ways, and make everyone happy. And then that goes on for a while and you get to the point where it's "Fuck it, i'm me!" and then you write a song called "Can't Change Me"(laughs).
OU
"I'm gonna do a song from an album called "Euphoria Morning", and the song is called "Can't Change Me". I guess it was the first single from that record which came out in 1999, but it was the last song i wrote, and it's just a song where, you know, anyone, it could be man, woman, whatever, at some point try to be a better person, change your ways, and make everyone happy. And then that goes on for a while and you get to the point where it's "Fuck it, i'm me!" and then you write a song called "Can't Change Me"(laughs).
(in: "Songbook")

Sem comentários:
Enviar um comentário