quarta-feira, janeiro 26, 2011

TOP 10 2010

DISCLAIMER:

Muito, muito difícil fazer este top. Este ano foi esmagador. Ou, pelo menos, ouvi muitos álbuns. O que sei é que tive dificuldades em construir uma lista que me satisfizesse. Sei tb que neste ano saíram álbuns de bandas que, automaticamente, teriam lugar no top. A não ser que alguma coisa acontecesse fora do normal. Portanto, estive tentado a fazer um top 20, mas aprecio o desafio de tentar condensar. De seguida limitar-me-ei a referir outros discos que estiveram quase, mas não deu. E não deu pq o critério é, mais do que qualitativo, quantitativo, isto é: o top 10 é constituído pelos discos que mais me disseram e mais ouvi neste ano. Apenas isso. Gostei muito do disco da banda X, mas só o ouvi uma ou duas vezes. Paciência...ficou de fora. Posto isto.

10 – CRYSTAL TEARS – “Generation X”



Este disco foi adicionado in extremis mesmo. Foi graças a recomendação do Pedro que fui ouvir estes tipos. Banda grega, cujos integrantes são desconhecidos para mim, excepto o vocalista, Ian Parry, nome feito já noutras bandas e projectos (Elegy, Consortium Project, Ayreon, Vengeance, Infinity Overture, etc) e que aqui faz um trabalho excepcional. Em termos vocais é a prestação mais agressiva, mais METAL, que tenho ouvido dele. Em certos momentos aproxima-se estranhamente do timbre e duma energia dum Ronnie James Dio. Estranhamente pq já o conheço há tanto tempo e nunca lhe tinha detectado esse timbre. Obviamente que a música tb se presta a isso, pois é bastante musculada sem descurar o lado melódico. Acho que é o segundo álbum deles, embora seja o primeiro com o Parry. O que deve querer dizer muito acerca da qualidade deste disco. Os músicos não são nada maus também, atenção, apenas são desconhecidos.
Sim, não inventa nada de novo, mas a verdade é que para disco que vim a conhecer tão tardiamente em 2010, ouvi-o uma porrada de vezes! Apesar de não trazer nada de novo, faz uma mistura eficiente entre heavy metal tradicional, metal progressivo e um pouco mdaquele power metal americano, ie, sem grandes floreados. Ah, and no keyboards allowed. Não inventa nada de novo, mas consegue escapar à “vala comum” de toneladas de bandas. O que os Crystal Tears apresentam aqui é personalidade, e energia que torna difícil não abanar a cabeça e o pezinho enquanto se ouve.











To be continued....

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