quarta-feira, agosto 12, 2009

Hamburgo I








Trivia: Hamburgo ou oficialmente Cidade Livre e Hanseática de Hamburgo, designação que faz referência à história da cidade como membro da Liga Hanseática na Idade Média, como cidade imperial livre do Sacro Império Romano e ainda ao facto de ser uma cidade-estado constituindo, a própria cidade, um dos 16 estados federais da Alemanha. É a segunda maior cidade da Alemanha e a sexta maior da União Europeia.
O porto de Hamburgo é o segundo maior da Europa (a seguir ao de Roterdão) e o nono maior do Mundo. Neste há a particularidade de estar ancorado um veleiro denominado Rickmer Rickmers que é hoje um museu e restaurante e que serviu na Marinha Portuguesa sob a designação de Navio Escola Sagres II, até ser devolvido à Alemanha em 1983.
O nome da cidade é originado pelo primeiro edifício permanente construído no local, um castelo, mandado erigir por Carlos Magno em 808 DC. O castelo chamava-se Hammaburg. A localização de tal edifício perdeu-se nas brumas da memória.
Ao longo da história foi invadida e destruída várias vezes, tendo a última vez ocorrido aquando da II Guerra Mundial quando a cidade sofreu pesados bombardeamentos aliados. A Igreja Catedral de São Nicolau, o edifício mais alto do Mundo, durante uns anos no século XIX, foi devastada nesses bombardeamentos. Optou-se por demolir a grande nave central, deixando de pé apenas as ruínas da grande torre, como memorial às vítimas da guerra.
Arquitectonicamente, a cidade, fruto da sua total reconstrução no fim da guerra, é uma mescla fascinante de edifícios modernos integrados harmoniosamente com edifícios mais antigos. E, de facto, não há qualquer choque insanável. Antes pelo contrário. É mesmo essa a impressão geral que me ficou da cidade: tão depressa se observam edifícios antigos e cheios de pormenores como a neo-renascentista Rathaus (câmara municipal), como logo de seguida surge um edifício com linhas modernas como o Chilehaus, edifício famoso pelas parecenças que um dos seus ângulos lhe dá com a proa de um transatlântico.
Os muitos canais de Hamburgo são cruzados por mais de 2500 pontes, mais do que Amsterdão e Veneza juntas. Hamburgo tem mais pontes no seu perímetro urbano que qualquer outra cidade no mundo. As pontes Köhlbrandbrücke, Freihafen Elbbrücken e Lombardsbrücke são importantes vias de tráfego. O norte e o sul da cidade também são ligados por túneis, destacando-se o túnel sobre o Elba construído em 1911 (hoje um ponto turístico) e o túnel sobre o Elba de 1975, que é parte da via expressa Bundesautobahn 7.
Hamburgo teve e tem um lugar reservado na história da música sendo não só a cidade onde os The Beatles começaram a solidificar a sua carreira, tocando em vários bares e clubes da famosa Reeperbahn, como também por ter sido uma cidade fulcral no heavy metal durante os anos 80. Muitas bandas como os Helloween, Running Wild, Grave Digger, Gamma Ray, etc, começaram as suas carreiras em Hamburgo.
Se inicialmente as primeiras impressões não foram muito boas, depois de marchar umas valentes horas pela cidade (e, sim, perdi-me novamente, o que é sempre bom!), mudei de opinião rapidamente. Cidade interessantíssima e carismática.
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segunda-feira, agosto 10, 2009

RIP Raul Solnado

No meio de toda esta torrente vertiginosa de posts, não quero, não posso, deixar de dizer qualquer coisa para e pelo Raul Solnado que faleceu esta semana.
Não tenho idade suficiente para me lembrar do famoso "Zip Zip", aliás, não sou sequer desse tempo, pelo que ter qualquer memória seria de todo impossível.
Mas obviamente que, durante anos e anos, ouvi falar desse programa de televisão, quer da boca dos meus pais ou avós, quer na própria televisão.
E as imagens que vi, excertos mais ou menos longos, não me deixaram qualquer dúvida sobre a real importância desse programa na televisão de então e, acima de tudo, não me deixaram quaisquer dúvidas sobre o seu verdadeiro carácter revolucionário e inovador a todos os níveis. Carácter esse que o não torna num programa de televisão de forma alguma datado, mas sim num programa que ainda hoje seria actual e que facilmente bateria 99,9 % do entulho televisivo que actualmente entope os nossos aparelhos.
E grande parte desse carácter deveu-se, mais uma vez sem sombra de dúvida, ao talento do Raul Solnado.
A primeira memória que tenho dele remonta a uma longínqua sexta-feira em que eu, miúdo, banho tomado, pijama e roupão vestidos, fui autorizado pelo poder parental a ficar levantado até mais tarde a ver a representação televisiva da peça "Há Petróleo no Beato". Talvez por ser uma peça tenha obtido tal indulgência...sempre era melhor que o Rambo, ou qualquer outro filme de porrada.
Bom, a verdade é que hoje lembro-me menos da narrativa da peça do que da sensação de gozo e diversão que tive a ver aquilo. Mais do que a história em si, lembro-me de ter gostado imenso a peça e, em especial, o actor que fazia de chefe de família em cujo lar era descoberto petróleo.
Desde então o Raul Solnado sempre foi uma daquelas figuras queridas e simpáticas. Um tipo da televisão com piada e com uma cara, expressão, atitude e discurso de boa pessoa, de simpatia e de integridade.
Lembro-me, mais tarde, de estranhar vê-lo a fazer de inspector da PJ na "Balada da Praia dos Cães" e, hoje, é essa a memória mais viva que tenho do filme, curiosamente.
Desde então vi-o e ouvi-o em vários sítios e ambientes, sempre com grande prazer e respeito. Era difícil não simpatizar com a figura dele, com a cara de menino reguila e traquina que sempre teve mesmo nos últimos anos. Últimos anos esses que foram revelando uma fragilidade pungente e preocupante.
Agora que já não está entre nós vejo e oiço X e Y tecerem os costumeiros elogios e referirem o privilégio, o prazer e a honra que tiveram e sentiram por trabalhar com ele, ou por privarem da sua companhia.
E acredito verdadeiramente desta vez. Não consigo conceber que alguma daquelas personalidades diga tal "da boca para fora".
Seja como for, é como tudo na vida. Agora que se foi é que se sente a falta e importância dele. Mas a verdade é que antes não foi nada bem aproveitado pela televisão. Enfim. É assim a vida. Portugal ficou mais pobre definitivamente.

sábado, agosto 08, 2009

Bem...

Porque não? Porque não realmente? 2009 é para estoirar e derreter mesmo. Might as well go with a bang. E que tudo o mais vá pró inferno, como diz o zuca das baleias.

quinta-feira, agosto 06, 2009

Find Wally III




Nah...nevermind. Ainda não há lupa suficientemente forte para tornar este desafio exequível. Mas que o Wally está ali no meio do maralhal, ah isso garanto que está. \m/

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terça-feira, agosto 04, 2009

ui ui


Puxadote sim senhor. Mas folgo em saber que ainda tenho pedalada para aguentar este tipo de actividades violentas quer para a mente quer para o corpo, especialmente para este último, que muito se queixou; felizmente ainda estou na fase de "mind over matter" ou body, neste caso.
Extreme music for extreme people é um dos slogans mais bem imaginados de sempre. Wacken é de facto um lugar de extremos. A chuva, a lama, a confusão, o mar de gente, podem, por vezes, fazer-nos sentir algo miseráveis e extenuados. Mas o outro extremo também se encontra bem depressa: momentos únicos, de diversão pura e dura, daqueles que nunca se esquecem. Faster, Harder, Louder, o outro slogan do festival, também é muito apropriado, porque desde a última vez que lá estive há seis anos, o upgrade foi monstruoso. Digamos que já vi cidades menores...


terça-feira, julho 28, 2009

WOA

Quem me ouça falar nestes últimos meses deve julgar que estou a preparar uma grande mudança de vida para o ano que vem. Mas não. Determinadas mudanças seriam bem vindas claro, mas não dependem exclusivamente da minha vontade. Nem sequer as espero quanto mais prevejo. Não, a dada altura deste ano que passou, (e não falo do ano civil, mas desde Junho de 2008 altura em que finalmente reuni os pedacinhos todos, segui com a vidinha e decidi que ia fazer o que me desse na real gana, só porque sim) achei que era melhor viver sem pensar muito no dia de amanhã. Acho que já o merecia. Sempre fui demasiado certinho. E ainda assim podia ser pior...podia largar tudo e ir viver para a Antárctida estudar os pinguins.
Portanto, 2009 foi eleito, não oficialmente, o ano para fazer estas maluqueiras ditas não próprias da minha vetusta idade. E que se lixe.
Sendo assim, está na hora de regressar a Wacken ver como está aquilo depois de 3 anos consecutivos de visita e 6 de ausência. Talvez a última oportunidade, talvez não. Para já é mesmo a última vez. Mas na sequência do que acima ficou escrito: logo se vê como param as modas. Seja como for, tinha de regressar pelo menos uma última vez. A meca.


domingo, julho 26, 2009

Ethereal


Finalmente meti as mãos ávidas nestes dois belos álbuns. Os mp3 já cá moravam confesso, mas ainda tenho a mania de comprar Cds, álbuns inteiros, completos com tudo o que faz parte da obra. E quis comprar estes definitivamente.
Tenho pena de só os ter descoberto praticamente ao mesmo tempo em que cessaram as actividades. Mas mais vale tarde que nunca suponho.
Segui as 'migalhas' e pistas lançadas pelos Artworx para descobrir a banda anterior do vocalista, Hugo Soares. O que descobri, gostei imenso, como se pode calcular.
Por sua vez o Hugo seguiu as 'migalhas cibernéticas' da Internet (e quem diria que a world wide web pudesse ser, afinal, tão pequenina?) e deu com este singelo post, onde, palavra puxa palavra, e to cut a long story short, me conseguiu arranjar os dois álbuns a um belíssimo preço. Entregues simpaticamente em mão pela Cristina Lopes, a outra voz dos Ethereal. Obrigado a ambos pelo trabalho que tiveram.
Agora...fazer uma review e ser imparcial...é complicado, principalmente depois de conhecer e falar com as pessoas. Ninguém gosta de parecer um fanboy, eheheh.
Bom, o facto de eu querer ter o "produto completo" e não meros mp3 é mais do que suficiente para atestar a minha opinião sobre estes álbuns.
É uma pena que tenham encontrado aparentemente os obstáculos que encontraram e que os levaram a acabar. O salto evolutivo do Dreams of Yearning para o quase perfeito Towers of Isolation é enorme. Só podemos (por enquanto...?) imaginar o que se seguiria a seguir a este álbum.
O que encontrei de interessante nesta banda e em ambos os discos, especialmente no segundo, foi a dificuldade de a "categorizar" categoricamente, passe o pleonasmo. Sim, ouço toda uma série de influências, mas nenhuma delas suficientemente forte para dizer que se parecem definitivamente com esta ou aquela banda. É algo que gosto também nos Moonspell, por exemplo. O todo é algo mais que a mera soma das partes. Tem isto, aquilo e aqueloutro, mas o resultado final é algo de bastante próprio, característico e com uma identidade própria.
Metal progressivo? Seja. O primeiro álbum é talvez o mais melancólico, melódico e atmosférico. Daí compreender que a etiqueta "metal gótico" surja mais frequentemente. Mas ainda assim acho-a extremamente redutora. É um álbum que começa de forma suave e que progressivamente (pun intended...) se vai insinuando no ouvido. Uma ligeira predominância de teclas fazem com que, aparentemente, se encontrem mais pontos de contacto com outras bandas, ou determinado estilo. Não significa isto que faltem guitarras e momentos mais agressivos. Não, nada disso, mas o feeling genérico com que se fica é de um álbum muito introspectivo, não só liricamente como musicalmente. É um álbum que exige uma maior atenção do ouvinte.
Já o mesmo não acontece com o "Towers..." e não, isso não é mau, antes pelo contrário. Tudo neste álbum é um upgrade, um aperfeiçoamento do que ficou para trás. As canções não deixam de ser complexas e exigir atenção, mas são ao mesmo tempo mais directas e memoráveis. O velho cliché do segundo álbum ser tramado foi mais que superado. E, felizmente, são ainda mais difíceis de categorizar. Heavy metal melódico (com um dos poucos usos de voz masculina vs voz feminina que realmente apreciei), com elementos sinfónicos e progressivos, melancólico e atmosférico aqui e ali, mas em geral cheio de dinamismo, energia e poder. Podia enumerar aqui uma ou outra banda que me fizeram lembrar em certos momentos, mas é desnecessário: claramente os Ethereal estão a fazer a sua própria música. E, para álbum com canções tão grandes e, consequentemente, tão longo, possui uma qualidade apreciável: no fim da hora e tal de música, continuo a ter vontade de o voltar a pôr a rodar. Isto é do melhor.

Few moments passed and I heard the approaching steps
A gentle breeze whispered in my ear
"You're safe now...
You're safe now..."
...Am I?


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sábado, julho 25, 2009

Amália


Segundo disse o inefável, inenarrável e, infelizmente, omnipresente Mário Augusto, este é o filme português mais visto de sempre. E isto abre a eterna discussão de saber se a quantidade é sinónimo de qualidade. Não é. Nem sempre é. E não é, definitivamente, aqui. Não sou grande 'cliente' de filmes portugueses, confesso. Mas já vi bastantes ainda assim. E não sou de todo apologista do cliché "filmes portugueses são chatos". Porém, desta vez terei de cair nesse cliché.
Este filme não é nada de especial. Reconheço, sim, a existência de grandes meios e tecnologias para a feitura do mesmo. Nota-se um maior cuidado em todos os aspectos e pormenores envolventes do filme. Mas isso não chega. Prefiro um filme com poucos meios mas que me prenda, do que um filme cheio de "efeitos" que me aborreça e me deixe com vontade de sair.
A música é obviamente excelente. Mesmo não sendo grande apreciador de fado acho que é preciso ser uma pessoa muito dura para não apreciar ou ser tocado pela voz da Amália e pelos fados que ela cantava. Mas estamos ali para ver um filme e não uma qualquer espécie de videoclip.
A suposta biografia da cantora está, afinal, cheia de liberdades artísticas, de uma dose de "ficção" para tornar a história mais "filmável".
Mas até aí tudo bem...não conheço assim tanto a vida da Amália para saber destrinçar facto de ficção. E muitas vezes estas pequenas adaptações ajudam realmente a narrativa de um filme. Mas não desta vez.
O que me incomodou realmente foi exactamente o mesmo que me aborreceu em filmes supostamente biográficos como o "Klimt" e o "Modigliani". Tentam escapar ao "biopic" puro e duro (será que não é cool?) e perdem-se em pormenores esotéricos e exóticos que em nada contribuem para o meu conhecimento ou felicidade.
Há um abuso desmesurado uma verdadeira orgia de flashbacks (não tenho nada contra, mas num minuto ter a Amália criança, a Amália jovem, a Amália em Nova York, é, convenhamos, demais. Ok, ficamos a conhecer um pouco da sua vida e percurso, mas a tónica do filme está colocada na sua vida amorosa e sentimental, nas ligações e casamentos que teve ao longo da vida. Ora tudo isso me deixou um sabor a "telenovela de luxo". Não, não é de todo o melhor filme português de sempre. É o filme que teve mais gente a vê-lo. Ponto final. E obviamente que assim é. As pessoas têm curiosidade em conhecer mais da vida da Amália, a qual teve realmente uma carreira fulgorante e uma vida interessantíssima. Pena que o filme não tenha mostrado isso. Paciência. O filme mostrou uma Amália como uma pessoa simples e algo atormentada, penso que acertou, pelo menos do que conheço. Por isso acho que ela teria gostado do filme. Eu, nem por isso.


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sexta-feira, julho 24, 2009

Eagles @ Pavilhão Atlântico





Apesar de estar no Balcão 2, lá em cima (embora houvesse lugares bem piores!) a NYTech portou-se muito bem.

quinta-feira, julho 23, 2009

Eagles

É assim a vida. A minha vida. Pelo menos ultimamente. Não consigo planear as coisas com muita antecedência porque, realmente, não sei. Não sei se na altura posso, quero ou me apetece. De modo que é ir improvisando ao longo do caminho. Adaptar e adequar a agenda e o espírito à medida que as coisas vão acontecendo e eu vou andando em frente.
O concerto dos Eagles estava bem presente no fundo da minha mente, mas adiei e procrastinei literalmente até ao último minuto. Era caro, não sei se valia a pena, não me apetecia ir sozinho, etc etc. Toda uma série de argumentos.
Fui para casa a reflectir sobre isso. Sobre se não seria uma oportunidade a aproveitar, visto que era o último concerto de uma rara tour europeia. Adormeci no sofá a reflectir, qual verdadeiro Deputado da Assembleia da República, os quais também "reflectem” muito, como se sabe. Acordei ao som da "New Kid In Town", na telefonia. E pronto decidi ir até ao Atlântico e ver o que o destino me apresentaria. Nas bilheteiras um simpático senhor de Aveiro tinha um bilhete a mais; um amigo tinha-se cortado à última, mas ele não ia perder o concerto por nada. Vendeu-me o bilhete. Dos mais baratos e ainda fez um desconto de 5 €. Assim se decidiu.
I just went with the flow.
Acabei por encontrar o Rui e a Cláudia e até companhia tive para ver o concerto. "Porque não ligaste a combinar connosco?" Pois...na verdade nem eu sabia que ia. LOL Decisões de última hora sempre compensam por vezes. :)
E que belo concerto. Melhor do que estava à espera. Nada de “celebrações nostálgicas à M80”. Não, dá sempre gosto ver que uma banda com tantos anos ainda tem alguma coisa para dar e não se limita a arrastar os ossos de canções velhinhas debitadas ou despejadas para gáudio da populaça. Não senhor. Os ‘velhinhos’ (mais uma vez…) deram-lhe com força e mostraram como se faz a um Pavilhão Atlântico surpreendentemente cheio. Muitos clássicos e muitas canções novas, do novo álbum "Long Way Out Of Eden", cujo tema título me fez cair o queixo. E sim, vi e ouvi esta finalmente:

E o que mais me surpreendeu não foi a qualidade musical da banda, foi sim, a impressionante capacidade vocal. Ajuda ter uma banda onde todos cantam sim, mas nunca pensei que ao vivo conseguissem atingir o mesmo nível de excelência a nível de meldias e harmonias vocais. Nunca tinha visto nada assim.







Music is my drug
Live music is my obssession


"Eagles conquistam Lisboa" - IOL

”Despedida dos Eagles em Lisboa" - Diário de Notícias

”12.000 no Atlântico” - Correio da Manhã

segunda-feira, julho 20, 2009

rock the night

I've gone through changes
I've gone through pain
But there's not enough reason for me to go insane
I know the feeling, when it grows
I'm in a rage up from my head down to my toes.

You know it ain't easy
Running out of thrills
You know it ain't easy
When you don't know what you want.

Rock now, rock the night
til' early in the morning light
Rock now, rock the night
You'd better believe its right.

I know my limit
Just what it takes
When things ain't good enough
I just pull the brake
Sometimes it's easy
Sometimes so tough
But just have one thing clear
I cant get enough.

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Dead Snow


Eis um filme norueguês que nem sequer deve estrear por cá. É daqueles que deve deixar o Tarantino ou o Rodriguez a arrancarem os cabelos por não se terem lembrado primeiro. Zombies nazis! Sim, ZOMBIES NAZIS. Uma comédia? Um filme de terror? Ambos!

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domingo, julho 19, 2009

The Old Road

They say the best is yet to come
But i can't be the only one
To seek out ways of days gone by
To shape the ways we live our lives
That's why we're taking the old rad
To rediscover things we've taken for granted
Losing a heavy load
Trying to make the most of everyday
We're taking the old road
Back to where the seeds of wisdom were planted

Martin Orford