Não foi nada mau. Já se sabe que actualmente esta afirmação é sempre polémica. Aliás, talvez seja a mais polémica de todos, uma vez que não é suficientemente elogiosa para os fanáticos nem suficientemente derrogatória para os detractores da banda. Mas é assim. Gostei do concerto. Dos três que já vi (não, não vi o de Alvalade), este foi o melhor. Já pareciam uma banda novamente. Boa presença, boa interacção e boas canções. Uma ou outra das novas são apenas mais ou menos, mas em geral até funcionam bem ao vivo. E, mais uma vez, é sempre bom ver uma banda rendida ao público que a aplaude. 40.000 pessoas aparentemente, segundo os jornais. Valeu. Obrigado Raimas, mais uma vez.
Porém, não posso deixar de reconhecer que estou a ficar velho para este tipo de festivais. É muita confusão, muita gente, muita miudagem e, acima de tudo, muito barulho. Quando entrámos no recinto os Lamb of God estavam a meio da sua actuação. E aquilo provocava DORES nos ouvidos. Ok, ok, podem ser a nova coqueluche...mas para mim bem que se podiam meter num buraco a ser alcatroado posteriormente. Os Machine Head não ajudaram muito, nem sequer os Slipknot. Este tipo de exposição a tanta confusão visual e sonora tem o condão de me deixar cansado. E o que eu vaticinei de início revelou-se certo: fiquei tão ou mais cansado com estas horas de Alive do que com duas viagens a Saragoça e quatro dias de Metalway.
É claro que, para o main event, arranja-se sempre uma dose extra de energia e vivacidade. Mas não posso deixar de reparar que, para o povo comum, os não conhecedores ou pouco habituais, o heavy metal é aquilo. Quem me conhece e sabe que eu gosto de metal pensará certamente que é aquilo que eiu ouço. Pois se são estas bandas que estão cá sempre batidas. Enfim...variem pelo menos. E outra coisa que já anda a irritar...qual é a dos festivais portugueses de há uns anos para cá? Eu sei que têm de ter patrocinadores, mas aquilo parece a Feirta Popular, da Ladra e do Relógio tudo junto numa só. Dassssssssssse!
Porém, não posso deixar de reconhecer que estou a ficar velho para este tipo de festivais. É muita confusão, muita gente, muita miudagem e, acima de tudo, muito barulho. Quando entrámos no recinto os Lamb of God estavam a meio da sua actuação. E aquilo provocava DORES nos ouvidos. Ok, ok, podem ser a nova coqueluche...mas para mim bem que se podiam meter num buraco a ser alcatroado posteriormente. Os Machine Head não ajudaram muito, nem sequer os Slipknot. Este tipo de exposição a tanta confusão visual e sonora tem o condão de me deixar cansado. E o que eu vaticinei de início revelou-se certo: fiquei tão ou mais cansado com estas horas de Alive do que com duas viagens a Saragoça e quatro dias de Metalway.
É claro que, para o main event, arranja-se sempre uma dose extra de energia e vivacidade. Mas não posso deixar de reparar que, para o povo comum, os não conhecedores ou pouco habituais, o heavy metal é aquilo. Quem me conhece e sabe que eu gosto de metal pensará certamente que é aquilo que eiu ouço. Pois se são estas bandas que estão cá sempre batidas. Enfim...variem pelo menos. E outra coisa que já anda a irritar...qual é a dos festivais portugueses de há uns anos para cá? Eu sei que têm de ter patrocinadores, mas aquilo parece a Feirta Popular, da Ladra e do Relógio tudo junto numa só. Dassssssssssse!




5 comentários:
OI! Tive lá e adorei o concerto de metallica, e em geral também, mas tenho que admitir que não sendo fã de algumas bandas anteriores, tipo slipknot, a espera foi um pouco cansativa, gostaria que tivessem ido outras bandas, mas não se pode agradar a todos. Mas de modo geral gostei e repetia.
Oi shandaya! Sim, cansativa é a palavra chave. São demasiadas bandas que não aprecio antes da chegada da banda que me interessa. Se gostasse ainda me distraía um bocadinho, mas assim torna-se maçador.
Valha-nos a cervejola! lol
Vou abster-me de comentar.Acho mais agradável assim.
LOL
Whatever anonymous dude!
And Opeth sucks too.
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