segunda-feira, janeiro 24, 2011
Han Ibal Ka Vaku
sexta-feira, janeiro 21, 2011
Meanwhile...
quinta-feira, janeiro 20, 2011
VOTA, VOTA...
quarta-feira, janeiro 19, 2011
WTF?
terça-feira, janeiro 18, 2011
R.E.D.
Frank Moses (Bruce Willis) é um ex-agente de operações secretas da CIA a tentar viver tranquilamente a sua reforma, longe da agitação e dos perigos da profissão. Um dia percebe que está a ser perseguido por um esquadrão de morte da própria CIA e, decidido a escapar com vida, Frank reúne as únicas pessoas em quem pode confiar: Joe (Morgan Freeman), Marvin (John Malkovich) e Victoria (Helen Mirren), os membros da sua antiga equipa, igualmente reformados e com alguns problemas em lidar com a monotonia do dia-a-dia. E é assim que se apercebem que são todos alvos de uma enorme conspiração: são procurados pela própria Agência, que os tenciona aniquilar antes que as informações que eles possuem possam ser tornadas públicas. E é assim que estes ex-agentes, sedentos de aventura, vão redescobrir o prazer de uma boa conspiração.
Uma comédia de acção baseada na famosa novela gráfica de Warren Ellis e Cully Hamner.
Dei-me ao trabalho de ver algumas imagens desta novela gráfica, que não conhecia. PAreceu-me bastante interessante, mas fiquei com a impressão que é muito mais negra e dramática que a adaptação cinematográfica. Não que isto signifique uma crítica ou que haja menor qualidade na adaptação. Não faço ideia, sem antes ler a obra.
Seja como for, "RED", enquanto obra cinematográfica é interessante e divertida q.b. A tónica está, definitivamente, colocada na componente "comédia de acção". Um grupo de reformados, aparentemente com dificuldades m se adaptar à nova condição e/ou com nostalgia extrema do passado, poderia dar azo a uma obra mais triste ou cinzenta. MAs preferiu-se dar lugar à comédia, o que, se por um lado o torna um filme menos profundo, por outro torna-o mais divertido e dedicado ao puro entretenimento que é, afinal, também uma das funções do cinema, do bom cinema.
E a melhor parte do filme, aquilo que o eleva acima da média, são os actores. O prazer de ver RED passa precisamente por ver Bruce Willis, Morgan Freeman, John Malkovich e Helen Mirren no papel de ex-assassinos reformados, inadaptados e aparentemente obsoletos. E passa por ver que os actores se divertiram tanto como os espectadores. Malkovich em especial, apresenta uma personagem digna da sua persona, se assim se pode dizer, responsável pelas tiradas mais cómicas e afreakalhadas do filme. E é de saudar o regresso do grande Richard Dreyfuss, desaparecido nos últimos anos.
Um filme engraçado, subordinado ao tema "velhos são os trapos" e ao conceito "a idade é um posto" e ainda ao "Ainda não tinhas nascido já eu cá andava", que cumpre bem o seu objectivo: hora e meia bem passada, sem nos sentirmos insultados na nossa inteligência. Diverte com qualidade. O que, nos dias que correm, já é uma mais valia.
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quinta-feira, janeiro 13, 2011
quinta-feira, janeiro 06, 2011
terça-feira, janeiro 04, 2011
sábado, janeiro 01, 2011
Feliz Ano Novo
Algures no norte da Alemanha, numa tépida noite de Agosto de 2010! Find Wally, if you can, ainda com óculos na altura. :D
sexta-feira, dezembro 31, 2010
2010 II
quinta-feira, dezembro 30, 2010
sexta-feira, dezembro 24, 2010
quinta-feira, dezembro 23, 2010
Machete
Ora bem, um post bem vermelho, embora completamente arredado do espírito natalício. O vermelho de que aqui se fala não tem nada a ver com o nariz inflamado da rena não sei quantas, nem com o fato do Pai Natal, nem sequer com o azevinho. Tem antes a ver com sangue, tripas e carne viva! Não, não se trata de um talho, mas quase: "Machete", o novo filme do Robert Rodriguez!
Li algures que O Silvestre Estalada, enquanto reunia o seu grupo de durões convidou Danny Trejo para o seu filme "The Expendables". Trejo respondeu, reza o boato, que achava o filme demasiado "mariquinhas". Verdade ou não, a verdade é que "Machete" ganha aos pontos a "The Expendables". Mas não há necessidade de perder tempo com estas comparações.
"Machete" foi, inicialmente, um trailer fictício, que passava no "double feature" "Grindhouse" de Tarantino e Rodriguez. Alcançou tal sucesso que Rodriguez (criador do trailer) se lançou na produção do filme inteiro.
E em boa hora o fez. É um filme delicioso e ultra violento. Haverá, certamente, quem chame a isto volência gratuita, de forma pejorativa, mas eu prefiro falar em caricatura de violência. O massacre sanguinolento que se passa neste filme, é de tal forma exagerado que não pode ser levado a sério. A caricatura dos filmes série B é perfeita. E, muito mais que outros filmes, este consegue eficazmnete repescar um estilo, uma forma de filmar, e fazê-lo com gosto e, também, com relevância actual. E também aqui encontramos alguns actores que, enfim, fizeram parte deste tipo de filmes, como Jeff Fahey ou o inenarrável e inefável Steven Seagal (gordo que nem um texugo inflado, credo!) e que agora permitem uma pequena charge feita, no fundo, contra eles próprios.
UM filme xunga sim. Xunga até mais não. Mas divertido a valer, de tão "desenho animado" exagerado que se torna. Só faltam as bigornas a caírem. Valeu a pena. :D
quarta-feira, dezembro 22, 2010
terça-feira, dezembro 21, 2010
segunda-feira, dezembro 20, 2010
Ninja
De volta ao trabalho e ao caricato elevado ao máximo expoente. Que a rataria está a ficar cada vez maior e mais agressiva e destemida já se sabia. Mas que seja necessário um ninja para dar cabo delas já é algo mais grave. A TVI devia pôr os olhos nisto!
terça-feira, dezembro 14, 2010
Hello me...
E eis que, de repente, este e o amigo/camarada/irmão do outro lado, ficam sem abrigo, sem qualquer protecção contra a chuva, vento e intempéries em geral. Que tragédia. E logo no Natal, coitados. E, pior, quando os tornados e tufões se repetem dia após dia em Portugal (pelo menos a julgar pelas notícias da SIC...).
Mas bom. É verdade. Achei que devia libertar as "meninas dos meus olhos", ou lá como raio o diz o povão. E, como tal submeti-me à tão propalada operação. Fui à faca, ou melhor à Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação (por enquanto a Santa Adse ainda ajuda...para o ano talvez esteja ocupada, nunca se sabe).
Na verdade o processo não foi tão emocionante/aventuroso/palerma como o post anterior indiciava. Na verdade foi muito mais moroso, burocrático e aborrecidito.
Aliás, em bom rigor, a experiência assemelha-se, de certa forma, a andar de avião. Aqui também temos de estar presentes no local umas valentes horas antes, para diversas formalidades, horas nas quais conhecemos as cadeiras da sala de espera, para depois fazermos o que originalmente ali nos levou. E realizado este objecivo, seguem-se ainda mais uns passos que tornam tudo ainda mais moroso. Isto tudo para dizer que cheguei às 9H30 e saí às 12H30. A operação propriamente dita levou uns 15 minutos se tanto. O pré e o pós-operatório é que tornam as coisas mais demoradas. Será pelo melhor, uma vez que a coisa, apesar de não ser pêra doce, até acabou por correr melhor do que estava à espera. Visão algo turva ainda, desfocada, fora de frequência, whatever, mas pelo menos já leio as matrículas dos carros lá embaixo, sem próteses oculares. Hooray for that i say.
PS: sim, confirmo que aquilo cheira, a dada altura, a carne queimada. Churrasco de olhos. Yummy.






















