terça-feira, abril 13, 2010

Green Zone


E eis que a dupla Greengrass/Damon se volta a juntar numa aparente continuação do estilo Bourne que tanto revolucionou o género dos filmes de acção/thriller/espionagem (tanto que até o James Bond foi atrás, e ainda bem). Mas é de facto uma mera aparência. O Roy Miller de "Green Zone" não tem nada a ver com o Jason Bourne da "Bourne Trilogy", a não ser...a mesma cara. Pelos vistos gostam de trabalhar um com o outro, tanto que Damon já disse que só fará um 4º Bourne se for com Greengrass.... O objectivo aqui parece realmente ser o de juntar uma dupla de sucesso, remeter para os filmes anteriores numa espécie de "garantia" e fazer algo, ao mesmo tempo diferente. Tê-lo-ão conseguido? Talvez não. Isto porque a história de "Green Zone" é apenas e só um tanto ou quanto mais fracota.
Em bom rigor, é um bom filme. Muitíssimo bem feito e que consegue prender o espectador. Tem menos acção espectacular que os "Bourne", aliás o Sargento Miller é um tipo normal, um soldado como outro qualquer, não um super-espião. Em comum com Bourne tem a vontade de descobrir a verdade, uma grande conspiração que levou os EUA a entrearem em guerra com o Iraque.
E é aqui que a porca torce o rabo. Basicamente o filme oferece uma teoria de conspiração, segundo a qual a existência das afamadas "armas de destruição maciça" foram apenas uma desculpa esfarrapada para provocar uma guerra que pusesse o Saddam dali para fora. É essa a teoria que o Sargento Miller descobre e é à volta dela que o filme gira, numa construção bastante elaborada, nada complexa e interessante q.b. Mas a questão é precisamente esta: haverá necessidade de fazer um filme cujo motor narrativo é algo que, senão está provado, está dado mais que certo, isto é, que não havia armas de destruição maciça no Iraque, que os EUA sabiam-no e que mesmo assim foram para a guerra movidos por outros interesses? O interesse geral do filme esbate-se um pouco assim.
Certo, é um filme bem feito (se bem que filmagens de perseguições nocturnas com câmara ao ombro à la documentário já cansem um pouco), e com excelentes interpretações, mas não posso deixar de pensar que Greengrass e Cia tiveram à sua disposição muitos meios para fazer uma história mais apelativa, ou mais inovadora. Sim, não havia WMD no Iraque....já sabemos. É vergonhoso, mas já passou, pronto.
Seja como for, é um filme que se vê bem. Créditos ainda assim para o realizador e actores que conseguiram dar alguma profundidade à coisa.

quinta-feira, abril 08, 2010

Like a Rock



Stood there boldly
Sweating in the sun
Felt like a million
Felt like number one
The height of summer
I'd never felt that strong
Like a rock

I was eighteen
Didn't have a care
Working for peanuts
Not a dime to spare
But I was lean and
Solid everywhere
Like a rock

My hands were steady
My eyes were clear and bright
My walk had purpose
My steps were quick and light
And I held firmly
To what I felt was right
Like a rock

Like a rock, I was strong as I could be
Like a rock, nothin' ever got to me
Like a rock, I was something to see
Like a rock

And I stood arrow straight
Unencumbered by the weight
Of all these hustlers and their schemes
I stood proud, I stood tall
High above it all
I still believed in my dreams

Twenty years now
Where'd they go?
Twenty years
I don't know
I sit and I wonder sometimes
Where they've gone

And sometimes late at night
When I'm bathed in the firelight
The moon comes callin' a ghostly white
And I recall
Recall

Like a rock. standin' arrow straight
Like a rock, chargin' from the gate
Like a rock, carryin' the weight
Like a rock

Like a rock, the sun upon my skin
Like a rock, hard against the wind
Like a rock, I see myself again
Like a rock

Bob Seger



The Book of Eli

E que filme tão apropriado para ir ver no fim de semana da Páscoa. Sim, é bastante violento e sangrento (quem diria que o velho Denzel ainda tivesse estaleca para isto!), mas em boa verdade esperei sinceramente ver nos créditos finais qualquer coisa como "Filme apoiado pelo Vaticano". É que o tal livro que o Sr. Eli carrega e protege é tão simplesmente (e não vou estragar nada ao revelá-lo, pois basta ver o trailer e mesmo durante o filme, cedo se adivinha/percebe qual é) a Bíblia. É verdade. E o Eli de Washington é uma espécie de monge-cowboy-ninja que protege o dito livro para o entregar num sítio que lhe dará o devido valor.Ah, falta dizer que tudo isto se passa no futuro não muito longínquo, após uma catástrofe global (uma guerra, presume-se), num planeta destruído e árido, calcorreado por uns quantos sobreviventes, grande parte dos quais maus e cruéis como as cobras. Hmmm....pois nada de novo. Mas convenhamos que foi azar este filme ter estreado depois do magnífico "The Road" de John Hillcoat com o Viggo LOTR Mortensen. É que este, basicamente, é O filme pós apocalíptico da década. Nada a fazer. Seria muito difícil fazer melhor. E o "The Book of Eli" não é definitivamente melhor. É um filme que aposta mais na acção e efeitos especiais, talvez para aqueles que acharam que isso faltava no "The Road"....
Mas independentemente disto, se tivesse aparecido antes do "The Road"? Pois é um filme bastante aceitável. O Denzel Washington veste o papel como uma luva. Quase dá ares de Clint Easwood num dos seus "western-spaghetti". Aliás, o próprio filme tem ares de western misturado com a alucinação cataclísmica de "Mad Max". Porém, o filme é de todo roubado pelo vilão principal, desempenhado por Gary Oldman. O gajo é mau como tudo e, no entanto, dei comigo a simpatizar com o tipo....é uma grande representação. A miudita, Mila Kunis, cumpre, mas não consegui deixar de pensar constantemente que esta tipa é a que dá a voz à Meg Griffin do "Family Guy". Distracções, naturais num filme que é porreiro e tal, mas não é nada de fantástico. Uma espécie de série-b estilizado, actualizado e feito com mais meios e que cumpre na íntegra o seu propósito, desde que não se espere ou peça muito dele.
Tem inclusivamente um pequeno twist final para a populaça arregalar os olhos e que, vá lá, até está bem imaginado. Deixa-se ver. :-)


quinta-feira, abril 01, 2010

Living II

"Life is ours, we live it our way", broke out the radio suddenly. Or maybe it was just John who suddenly felt completely aware of that line. Weird thing to happen after years of killing that song in the air waves. "Yes, James, life is ours, but do we live it our way? Really our way? I doubt that. I still find the notion inspirational and poetic, but life, hard life, is something completely different". John turned off the radio, but the song kept ringing out in the back of his brain. He was obviously annoyed with that. "Yes i try to live it my way, by my standards, visions and ideas. I hold on to these as if my life, somehow, depended on them. And in a way, my desired way of life, does depend on them. So i hold to them with all the strenght of my grip. A few fingers are battered and bruised already. It's unavoidable i guess, part of it all...'it comes with the job', or something like that. I guess that's why some say that ignorance is bliss". He grinned to himself suddenly aware of two cliché sentences used in a row. "Anyway, i do try. It's tough but i keep striving for it. What else can i do? It's a somewhat inglourious battle when not everything depends on you, when not everyone follow the same guidelines as you, when so many different people have so many different ways to see the world. But i keep holding on to my views, i live by them, because i presume they're the best for me. Even if countless times i've been proven wrong....well, not wrong, just out of place in the world i live in, and with the people that surround me. Out of focus maybe. That's me, take me as i am or shove me down the road. In the end the song is true, 'forever trusting who we are', as hard and difficult as that might be. He remembered his old mate Carl, and the band they shared in the Bay Area, 20 years ago. He used to say, so down to earth as he was, "it's a rocky road we're travelling, full of ups and downs, but hey no one said it would be easy!" John put on a cd on the car stereo, cranked up the volume, started the car, and off he went, heading for the bridge. As he speeded through the fast lane, with the window open and the music blasting, he smiled. "It's the small things sometimes...the small things that make it all worthwhile after all. Pity that they, sometimes, are so small and come so quick that not everyone can grasp or feel them...oh well..." Pacific Highway spread all over in front of him as he pressed the pedal. For the time being, even if just for a few hours, life was truly his.



Gunther Dünn

Just because

quarta-feira, março 31, 2010

Up in the Air/Shutter Island



Numa inédita, inusitada e inesperada sessão dupla, dei comigo a 'papar' estes dois filmes de enfiada. E ainda bem, porque se um não oferece grandes comentários, o outro, por sua vez, oferece toda uma vasta panóplia de ideias, pensamentos, teorias e afins.
Bom. "Up In The Air", o terceiro filme de Jason Reitman (esse mesmo, o filho do Ivan, realizador de tantos clássicos dos anos 80, entre eles o "Ghostbusters"), sucede a "Thank You For Smoking" e "Juno". Vi apenas este último, o "Juno". Lembro-me de o ir ver algo contrafeito e céptico. Um filme sobre uma adolescente que engravida e subsequentes problemas não me pareceram apelativos. Todavia, estava errado e o filme saiu-me uma interessante obra cinematográfica, cheia de humor inteligente, mesmo não se tratando de uma comédia.
Como tal, este "Up In The Air" apareceu revestido de algum interesse, já para não falar da meia dúzia de nomeações para Óscar que teve, e das críticas altamente favoráveis, considerando-o superior aos dois filmes anteriores. Portanto, quis ver.
Porém, todavia, contudo...houve ali qualquer coisa que faltou. O tal "click" que (me) puxa para dentro de um filme. É um excelente filme sim, com muito humor à mistura e, acima de tudo, muita ironia. Os actores fazem um trabalho excepcional, todos eles, em especial Clooney e Farmiga. A história é bastante inovadora e original, a banda sonora é muito boa, etc etc....mas há qualquer coisa que...enfim.
Talvez a experiência de ver um filme varie muito consoante o estado de espírito, ou a vontade do dia escolhido, não sei. Mas sei que, mesmo sendo um bom filme, não pude deixar de olhar para o relógio a determinado momento. Pareceu-me ter pouco sumo. O percurso da personagem de Clooney é algo previsível e só não podemos dizer o mesmo do fim do filme porque o mesmo é deixado completamente em aberto. Aliás é essa a parte mais interessante: o final é o fim (passe o pleonasmo), o círculo narrativo fica fechado. Quanto ao destino da personagem de Clooney...bom, fica praticamente ao critério e à interpretação que cada um de nós queira fazer: final feliz, ou final menos feliz, agora escolha. Interessante, mas precisava de mais. Em suma: um bom filme (e filme com F grande, não é uma fita de Domingo à tarde), mas parece-me ter sido sobrevalorizado.
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Já com "Shutter Island" estamos a falar de um campeonato diferente. Aqui a ordem foi a inversa. O trailer não me impressionou por aí além. Pareceu-me uma espécie de filme de terror misturado com uma trama policial, algo batido, não sei. Porém, a curiosidade manteve-se. E depois da crÍtIca mais que posItIva e do desafIo lançado, concordei em vê-lo de seguida, até porque o "Up In The Air" tinha deixado algo a desejar.
E não é que o filme me prendeu em absoluto logo nos primeiros 5 minutos? Tudo, desde as imagens, a fotografia, a banda sonora absolutamente fantástica, o tom geral de mistério e intriga, tudo, me transportou para aquela ilha fictícia ao largo de Boston.
É um filme definitivamente pesado. No sentido de tenso, nervoso e altamente labiríntico.
Verão de 1954. O marshall Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio) e o seu parceiro Chuck Aule (Mark Ruffalo) são enviados para o Hospital Psiquiátrico Ashecliffe, na ilha Shutter, onde estão internados os mais perversos criminosos do país. O caso prende-se com Rachel Solando, uma perigosa assassina em série que desapareceu inexplicavelmente da sua cela e cuja única pista parece ser uma folha de papel com uma pergunta indecifrável.
Os médicos, funcionários e enfermeiras da instituição não parecem empenhados em cooperar com a investigação e há algo de particularmente misterioso com Dr. Cawley (Ben Kingsley), o director do hospital. Com um furacão a aproximar-se, rodeados por um ambiente psicótico e pacientes perigosos, ambos percebem que as suas vidas estão em risco e que podem não conseguir sair vivos desta ilha maldita.
Realizado por Martin Scorsese, é baseado na obra "Paciente 67" de Dennis Lehane (também autor de "Mystic River", adaptado para cinema por Clint Eastwood em 2003).
Ora, dito assim, parece que estamos perante um filme policial com laivos de thriller psicológico, como tantos outros. E mesmo que fosse só isso, muito bom seria o filme. Felizmente, vai além disso. Para onde? Não se percebe bem. Estamos tão perdidos e desorientados como o marshall Daniels. E o segredo para melhor apreciar o filme é simplesmente deixar-nos ir, deixar que o filme lentamente nos puxe para a areia movediça sem grandes estrebuchos, crentes que a "salvação" chegará no fim. O que Scorcese nos apresenta é assim um pesadelo labiríntico uma espiral cada vez mais desorientante que, mais do que ser cempreendida pede que seja aceite. E é por esse caminho íngreme, o da progressiva desconstrução da realidade que ele nos conduz, até começarmos a duvidar de tudo, tal como acontece a Teddy Daniels. A personagem e o público estão juntos na busca pela verdade e no lento e doloroso processo de descoberta, mesmo que seja o público que, em princípio, mais facilmente adivinhará o que se está a passar (alguma bagagem cinéfila estraga a surpresa, é verdade), fruto de uma série de pistas e indícios que se espalham pelo filme. Ainda assim, o final reserva uma surpresa, mesmo para os mais "videntes".
Sair da sala depois de ver este filme é comparável a ter acabado de acordar de um sonho perturbador, não necessariamente um pesadelo, mas um sonho intenso (e tenso), respira-se fundo e tentamos relembrar as imagens que passaram nesse sonho, tentando encontrar um fio condutor.
Um grande, fantástico, excelente filme.




domingo, março 28, 2010

A Serious Man

Não percebi este filme. Aliás, não percebi a necessidade de fazer este filme, para além da provável vontade que os irmãos Coen sentiram em exorcizar um qualquer fantasma da sua juventude (ao que parece, o filme está carregado até mais não de referências a episódios, personagens e vivências experienciadas pelos próprios Coen em finais dos anos 60, numa comunidade judaica como a que mostram em "A Serious Man"). Talvez assim se explique um filme que, enquanto tal, não tem assim muito por onde se pegar.
Não que esteja a dizer que é um filme mau. Nada disso. É um filme com algumas boas ideias, bons momentos aqui e ali. Aprecio os simbolismos e alegorias (embora as alegorias bíblicas sejam algo por demais), aprecio o humor (ou tentativa, pois, na verdade, não me ri uma única vez), aprecio o cuidado e a fotografia. Mas tudo isto somado não faz um bom filme, lamento.
A Larry Gopnick, o desafortunado personagem principal do filme, tudo acontece. E por mais que se esforce ele não percebe o porquê dos seus infortúnios. Ao procurar o auxílio de um dos rabis da comunidade ouve uma história contada que, aparentemente, lhe trará a resposta iluminada para os seus problemas. Uma pista do que deve fazer na vida. Mas não, a história é inconsequente e dela ele nada retira que o ajude, para seu despero. Ora, é o que se passa precisamente com "A Serious Man": chegamos ao fim intrigados com o que vimos, mas a sensação geral é a de perda de tempo. Porque nada se retira daquele filme. A satisfação pontual de perceber aqui e ali uma ou outra 'piscadela de olhos', ou uma ou outra metáfora, não chega para suplantar aquela sensação de aborrecimento. Simplesmente o filme não cativa. A Larry tudo acontece é verdade, é uma tragédia pegada, mas o problema é que o filme não cria nenhum tipo de relação entre o personagem e o público. Sinceramente, ao ver a sucessão de episódios desgraçados a acontecerem àquele pobre homem, não achei piada, nem fiquei com pena ou preocupado...nada. Um grande "encolher de ombros" foi o que o filme provocou. E quando não queremos saber, quando o personagem principal nos é indiferente....bom, basicamente estamos só à espera que o filme acabe para ir embora.
Ok, percebi que a principal "mensagem" do filme (se é que se pode considerar como tal) é que nem tudo se explica, nem tudo se controla, nem tudo se domina. Há uma grande dose de incerteza no que nos rodeia, e a maneira como cada um intervém e actua (ou não, como é o caso de Gopnick, um ser irritantemente passivo que, em certa medida quase que merece tudo o que lhe aconteceu, mesmo sendo um homem bom) tem grande influência no nosso "destino". Mas, diabos! Não preciso de um filme para me dizer isto! Lá está, como premissa base não está mal, mas contentar-me-ia com uma curta metragem.
Sinceramente não vale a pena. E com pena digo isto, sendo eu fã dos Coen há anos. Mas em boa verdade, e conforme descobri há semanas em conversa quando este filme estreou, o último filme deles que realmente apreciei foi o "O Brother, Where Art Thou". Os restante oscilaram entre os "assim-assim" e o "chato". Pronto, se calhar sou só eu.

O poster (tal como a imagem e fotografia em geral) é excelente. Faz-me lembrar um qualquer super-herói nos telhados pronto para entrar em acção. E, em certa medida, Gopnick é um "super-herói", pois só com super poderes alguém consegue suportar o pequeno calvário que a vida entendeu dispôr à frente dele. Pormenor interessante, como muitos outros no filme. Mas, não chegam.


sexta-feira, março 26, 2010

Living

Living by my own visions
As out of focus as they might be
Trying not to compromise
As i move onward and adapt
Living by my own ideas
Even when some have fallen along the way
Maybe proven wrong
But i keep holding on
It seems i cannot do otherwise
Even if i'm out of place
Way out of line
That's me
So take me as i am.




Gunther Dünn

quinta-feira, março 25, 2010

Solomon Kane

Não sendo conhecedor da obra (excepto o óbvio e mais famoso "Conan") de Robert E. Howard, fui ver este "Solomon Kane" como qualquer outro leigo. Segundo os conhecedores, a transposição da personagem para o grande ecrã respeitou o espírito e o ambiente criado nos pequenos contos escritos nos anos 20/30 por Howard. Não sendo dados grandes pormenores sobre o passado de Kane nestes contos, os argumentistas do filme tiveram que puxar pelas meninges, estabelecendo um passado e todo um background que explica a personagem. A opinião consensual é que foram bem sucedidos. O filme teve, aliás, honras de abertura do Fantasporto deste ano. É natural que passe algo despercebido, mas vale a pena "visionamentalizá-lo", pois é um filme que se vê bem, repleto de aventura e acção. Uma co-produção inglesa, francesa e checa que não fica atrás dos tão propagandeados blockbusters americanos. Interessante.


terça-feira, março 23, 2010

Green Fields


Felizmente que ainda se apanham sítios relativamente incólumes...e a dois passos de casa.

segunda-feira, março 22, 2010

Ainda me lembro...

...dos tempos em que a Expo/Parque das Nações era um sítio privilegiado para morar, bem ordenado, desafogado, com vista sobre o rio.

segunda-feira, março 15, 2010