terça-feira, junho 23, 2009

Dream Theater @ Coliseu dos Recreios

Bom.

Aproveitar a pequena pausa para pôr isto em dia. Antes de mais o rescaldo do concerto de Dream Theater no Coliseu, na passada 5.ª Feira. Sucesso total a nível de público. Nunca tinha visto o Coliseu assim tão cheio. Não havia espaço livre em lado nenhum. E o calor tornou-se abrasador. Devo ter perdido quase um quilo naquelas duas horas! Belo concerto, mas já vi melhores deles. Mas vale sempre a pena. Esperava mais músicas novas e um setlist diferente, mas ainda assim, é difícil estes tipos darem um mau concerto.





Última foto cortesia do amigalhaço Cabriti. Obrigado!


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sexta-feira, junho 19, 2009

amagad

Isto vai-me sair do coiro....
Ahhhh...mas que se lixe. Iria jurar que há 10 anos atrás me imaginaria, hoje, com outro tipo de vida. Mas olha, ainda não. Melhor que ficar a matutar no lado menos bom da coisa, mais vale mergulhar de cabeça no lado bom. E eis-me on the road again. A maluqueira completa. Mas nada me impede. Tenho saúde, guito e, principalmente, companhia suficientemente doida! Siga! Que são estas que a gente leva para a cova. E até ao meu regresso ficai todos bem e bem hajam!
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blá blá #01

Não é muito meu costume escrever sobre algo após ler ou ver que alguém já o fez, especialmente quando vejo isso num dos blogs que sigo mais ou menos regularmente. Assim, e apesar da Shandaya já o ter feito e dado um ar da sua graça ali, tenho também de exorcizar alguns fantasmas que por aqui vão pululando.
Sim, crescer é amadurecer, é a chegada da sabedoria, a idade é realmente um posto, na medida em que nos confere paulatina e cerimoniosamente um manto de alguma sabedoria, calma e habilidade. Já sabemos com o que podemos contar no que nos diz respeito internamente, e já aprendemos umas quantas lições na vida que nos permitem extrapolar para outras situações similares e assim evitar alguns dissabores maiores. Já nos sabemos "mexer" e mesmo que haja menos força, há sem dúvida maior habilidade e know how. Portanto, a idade é um posto sim, porque nos traz algo de novo intelectualmente. É a evolução.
E isto é assim na grande maioria dos casos e situações. Mas o que me chateia é que há uma pequena percentagem de situações, que até revestem alguma importância para o comum dos mortais, em que nós, aparentemente NÃO APRENDEMOS! Chega a ser tristonho reparar que qualquer animal, por mais selvagem e básico que seja, tem um instinto suficientemente apurado que lhe diz "Não, não vás por aí ó palerma"" ou "Atão pá? Já te esqueceste que isso queima, hum?És estúpido ou quê?", "Sim sim, é brilhante e colorido e tem um ar apetitoso, mas come antes aquela raiz ó idiota!" (é muito mal educado e pouco paciente o instinto dos animais, aparentemente...) etc e tal.
Mas nós, ou alguns de nós, parece que não aprendemos. E então lá vamos em frente, como se nada fosse, até levarmos com a proverbial muralha da China na chamada "cornadura". E pior ainda! Muitas vezes lá vamos nós em frente, sussurrando repetidas vezes que nunca aprendemos, que por ali não vamos a lado nenhum, que isto e que aquilo. Todavia, CONTINUAMOS! Mesmo sabendo! É algo caricato! No fim recriminamo-nos com as eternas e estúpidas questões: "mas porque é que eu me meti nisto? Já devia saber!"
Deve ser algo imutável em nós. Algo que está marcado a ferro e fogo no nosso código genético. Algo que nos voltará a fazer percorrer o mesmo caminho outra vez mais. Mais tarde ou mais cedo. Ah pois é. Mais certo que isso só a Morte mesmo. Talvez seja a esperança decorrente duma espécie de factor aleatório. Tal qual continuamos a jogar no Euromilhões semana após semana, sempre na esperança de ser esta semana A semana. No fundo deve ser isso que nos separa dos outros animais. Eles não têm nada que impeça o funcionamento puro do instinto. Aliás, vendo bem as coisas, os animais chamados irracionais, são, na verdade mais racionais e lógicos que nós. Ahahaha. A ironia! Enquanto que eles seguem os sentidos e os instintos ditados por um cérebro rudimentar, nós, que temos um cérebro topo de gama, nem sequer o consultamos quando devemos. Há muita coisa a sobrepôr-se. As emoções, a emotividade, mariquices e palhaçadas variadas que impedem, de alguma forma, um processo de aprendizagem básico e elementar. Está aí a explicação do porquê andarmos sempre a meter "as mãos no fogo". O cérebro diz-nos que não, mas o coração diz o contrário...ou embota as sinapses e os neurónios de tal maneira que acabamos por ficar impotentes perante tudo. É o povo que diz "O coração tem razões que a cabeça desconhece"? Enfim. É irritante.
Pronto. Era só isto. Obrigado.

quinta-feira, junho 18, 2009

Dream Theater

Finalmente! O Coliseu dos Recreios! Perdi-os na Aula Magna, ainda no século passado, consegui vê-los na Praça Sony há 10 anos, depois no Coliseu do Porto, em Espanha e um pouquinho pequenito (sacana do Ozzy Osbourne!) na Holanda. Agora sim, um concerto cá na aldeia, e no melhor sítio possível. E o novo álbum é, facilmente, um dos melhores da carreira dos gajos. Ultra melódico e orelhudo, mas complexo e intricado como se gosta!

E amanhã...on the road again....

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quarta-feira, junho 17, 2009

Lonely are the brave

This is my road
It's just rock and roll and there's one thing I know
Lonely are the brave
Lonely are the brave


Jorn Lande




http://www.songlyrics.com/jorn/lonely-are-the-brave-lyrics/

http://www.youtube.com/watch?v=nvK7OdHFFH8

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Terminator Salvation


Bem, depois do execrável, terrível, horroroso "T3", provavelmente um dos piores filmes da história que tive o prazer de NÃO ir ver ao cinema, era difícil fazerem pior. E de facto, "Terminator Salvation" é um bom filme. Muito bem alicerçado num argumento convincente e, sobretudo, em bons actores. Christian Bale claro, como sempre, mas, principalmente, Sam Worthington que tem, de longe, a personagem mais interessante do filme, embora o trailer, de forma pouco inteligente, estrague um pouco. Mas adiante.
O primeiro "Terminator" continua a ser o melhor. Pelo ambiente, pelo que conta, e acima de tudo pelo que não conta e deixa à nossa imaginação. O segundo não é mauzito de todo, mas ninguém me tira da cabeça que aquilo parece mais um mostruário do que havia na altura em termos de efeitos especiais topo de gama. Mas a história aguentava-se. O terceiro nem comento mais.
Este faz uma espécie de reset (Christian Bale está a tornar-se perito nisso, pelos vistos) e leva-nos directamente para a guerra pura e dura homem vs. máquinas. E é interessante ver essa parte da história sim. Não se pode dizer que seja um filme excepcional, mas é o que é: umas boas duas horas de entretenimento.

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terça-feira, junho 16, 2009

the night lives to rock

The International

Li, talvez no IMDB, que o lançamento deste filme foi adiado uns valentes meses enquanto filmavam cenas adicionais, com mais acção, de modo a tornarem o filme menos cerebral e mais movimentado. Não deixa de ser irónico que "The International" acabe então por estrear no meio de uma bem real crise bancária, que veio mostrar finalmente aquilo que eu já digo há anos: os Bancos não são instituições de bem.
O filme trata precisamente da investigação de anos e anos conduzida por um agente da Interpol e uma Procuradora Geral dos EUA sobre as actividades ilícitas e criminosas do maior banco mundial (ao que parece, baseado num Banco real e similar, até no pormenor das iniciais, cujas actividades ilegais foram descobertas no fim dos anos 80).
Por muito seboso que seja (olá Ana) o Clive Owen é um bom actor e aqui desempenha o papel de forma bem realista e credível. Não não é nenhum "James Bond", "GI Joe" ou "Action Man", a distribuir porrada e chumbo por todo o lado.
Apesar de tudo, esperei com alguma antecipação a tão badalada cena no Museu Guggenheim de NY onde, aí sim, se procedeu à destruição do acesso espiralado mais famoso do mundo. Uma réplica claro. Devo dizer que é mais fama que outra coisa qualquer. Uma cena de acção competente, mas longe de genial.
Seja como for, vale a pena.




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segunda-feira, junho 15, 2009

Monday and all the rest...

Always Look On The Bright Side Of Life


Some things in life are bad
They can really make you mad
Other things just make you swear and curse.
When you're chewing on life's gristle
Don't grumble, give a whistle
And this'll help things turn out for the best...

And...always look on the bright side of life...
Always look on the light side of life...

If life seems jolly rotten
There's something you've forgotten
And that's to laugh and smile and dance and sing.
When you're feeling in the dumps
Don't be silly chumps
Just purse your lips and whistle - that's the thing.

And...always look on the bright side of life...
Always look on the light side of life...

For life is quite absurd
And death's the final word
You must always face the curtain with a bow.
Forget about your sin - give the audience a grin
Enjoy it - it's your last chance anyhow.

So always look on the bright side of death
Just before you draw your terminal breath

Life's a piece of shit
When you look at it
Life's a laugh and death's a joke, it's true.
You'll see it's all a show
Keep 'em laughing as you go
Just remember that the last laugh is on you.

And always look on the bright side of life...
Always look on the right side of life...
(Come on guys, cheer up!)
Always look on the bright side of life...
Always look on the bright side of life...
(Worse things happen at sea, you know.)
Always look on the bright side of life...
(I mean - what have you got to lose?)
(You know, you come from nothing - you're going back to nothing.
What have you lost? Nothing!)
Always look on the right side of life...

Eric Idle

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sábado, junho 13, 2009

A straight line

In geometry a line is a straight curve, how odd that may sound. Technically a straight line is the closest route possible between two points. If you’re in A right now, and want to get to B, choosing a straight line way is your best option apparently. If you are here, and want to get there, if you are here and want that then you’d better just press the pedal to the metal and run straight forward. Eventually you’ll get there. Full speed ahead. Or not. The important is to go straight ahead.
How cool it would be if real life would religiously follow the teachings of science? Maybe it would be more easy.
“That’s really where your problem is Alec”, said Peter. “You want something and you tend to go ahead to get it. And that may be very fine and well…but life isn’t always about math.”
Alec stared at his friend while sipping quietly his cup of coffee. “What do you mean?” he asked carefully.
“Well”, replied Peter, “It’s quite simple and obvious. Take shortcuts man!!” Sometimes taking a shortcut here and there, instead of going straight ahead might improve your goal achieving ratio. Just imagine driving through a road, a straight road, with your final destination in sight. This said road is packed with cars. Why not take a turn and proceed through a few back streets and alleys in order to get there quicker?”
Alec laughed amused. “That is indeed a very sound advice my friend! But the same way life isn't always about math, as you said, i would dare to say that it isn’t at all like the goddamn traffic!” And he laughed even more.
“That may be Alec.
But i was just trying to illustrate what i was saying in the simpler way i could remember. And if you wanna know really, i DO believe that life has a lot in common with traffic….both can be puzzling, tiring and extremely hard to understand in a logical way. Both have a great deal of random stuff happening all the time. Stuff one can’t really predict!”
Alec laughed at his friend’s quick and witty remark.
“True, true. I must concede there. Well, anyway, i did understand what you were saying. Shortcuts damnit. Yes, shortcuts. But you know of course what’s the real weak point in that theory?”
“Hmmm….no, but i’m sure my distinguished colleague will enlighten me in just a few seconds…”
said a bemused Peter, while eating a handful of pretzels.
“Yes, my dear Dr. Peter MacAllister, PHD, i will. Shortcuts are essential. Indeed. The main problem is how to recognize them. And, after recognizing them, knowing how to use them effectively. That is our main problem. Or maybe mine, i don’t know. The fact is that many times in life something do tell us to use a shortcut, but the real drama of Man is not knowing when, where or how. Sometimes the answer may be simple, but for who's deep in the thick of it it's hard to recognize it. It's one of the hardest tasks one has ahead... QED my dear colleague."
“Well, Dr. Alec Turner PHD and whatnot….you may be on to something there. Do you think we can postulate some sort of equation to solve that predicament”?
Alec smiled enigmatically….”I’d say that would be close to discover something like the Meaning of Life.”
“Better not then” joked Peter, "someone might kills us after discovering such sacred secrets. Come on, let’s take a shortcut out of here. The conference will restart soon”.

Gunther Dünn

sexta-feira, junho 12, 2009

sic transit gloria mundi

E pronto. Como se pode ver pelas fotos, o festival foi à maneira. Embora tenha chegado ao fim completamente derreado e semi doente, devo dizer que valeu bem a pena.
Undersave e Alcoholocaust não fazem de todo a minha onda, mas percebo que há que agradar ao máximo de pessoas. Aquilo começou a sério para mim com Drakkar, que deram mais um excelente concerto. Tricas à parte são realmente uma excelente banda e o Pedro Arroja é um dos melhores vocalistas nacionais. Os Midnight Priest são um caso à parte, bastante inexplicável. Ou não. Uma banda tão nova e recente a gozar da recepção e do empenho do público como é raro ver. Talvez seja por cantarem em português, talvez seja pelas influências nítidas de Mercyful Fate e Iron Maiden, não sei, mas sei que têm sempre uma recepção calorosa. Desta vez não a mereceram muito, devido a alguns problemas técnicos e uma ou outra atitude menos própria de um dos elementos. Mas pronto, ainda assim foi giro.
Mas foi Pagan Altar o momento alto da noite. Não sei o que me levou a sacar um álbum deles no ano passado, talvez o nome, talvez o desenho da capa. Mas não me arrependi. De tal forma que assim que pude comprei o original.
E que belo concertão que foi. Daqueles únicos e históricos. Que banda senhoras e senhores, que banda. Mereciam mais gente a vê-los, assim como o festival merecia mais público. Está bem que foi uma semana de feriados, o que sempre dificulta, mas ainda assim......
Rita, Tiago, Francisco e restantes cujo nome não apanhei, obrigado pelo esforço e trabalheira desgraçada para montar isto. Não é pêra doce definitivamente.

Depois de um dia de excessos e de outro de ressaca (mais ou menos), nada como levantar o rabo cedo e operar uma pequena purga saudável, enquanto se prepara o corpinho para, quiçá, outros excessos. Sabe bem chegar à praia com um belo sol, ainda não demasiado quente, molhar as patinhas enquanto se corre descontraidamente. No entanto, numa próxima vez a ver se me lembro de correr para o lado oposto. Não tenho nada contra homens nus, mas já agora metam mulheres também. Igualdade acima de tudo! Deve ser para o outro lado. LOL



E hoje à noite o Santo António volta a fazer das suas. Haverá pachorra para ir ver in loco? Haverá companhia? Saberá Guadalupe que Toino anda a ter um caso com a sua melhor amiga Jucupira? E Antenor, como se safará da perseguição cerrada que Carlão lhe anda a fazer por causa da eterna dívida de Astrogildo, pai de Antenor? E Jacilda Mónica? Estará realmente desaparecida, ou emigrou de facto para o Equador? A ver vamos. Não perca as cenas dos próximos capítulos.
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quarta-feira, junho 10, 2009

Lusitanian Solstice

E mais uma vez a nossa Rita está de parabéns. Parece que Novembro ainda foi na semana passada, quando surgiu a primeira edição. E já vamos para a segunda, apropriada e astronomicamente redenominada. E já com uma banda internacional. A isto chama-se trabalhar por gosto. Tá a andar! O inglês está a desenferrujar para o almoço com as celebridades (lol) e a fiel NyTech a carregar...deve ser caso para levar as duas baterias. E, sim, F, desta vez farei o possível para não "perder" uma.... :D Vamos lá a ver o que sai disto...ai ai. \m/ Bom feriado a todos!


PAGAN ALTAR

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domingo, junho 07, 2009

Vota, vota....

... sê um bom compatriota.
Ou então não. Sê um idiota.
"É claro que há abstenção! Os políticos não explicam nada ao povo. Este, como tal, não sabe o que fazer". Ora ide à tal parte! Se o povo vai ficar sentado à espera que "lhe expliquem", estamos bem tramados com "F" grande. Mas explicar o quê? Que têm de mexer o rabo ir ir colocar uma cruz dentro dum quadrado num bocado de papel, dobrá-lo e metê-lo numa ranhura? Parece-me simples. Ah, também convém ter um bocadinho, ainda que infinitesimal, de interesse na coisa. Nem que seja só pela sesnsação de estar a participar. Sim, já se sabe, a política é aborrecida e decadente...quase degradante. Mas convenhamos...não faz mal nenhum tentar saber onde fica o Norte, o Sul e os outros...É assim....o povo, este povo, tem os políticos que merece.

Ibéria @ InLive Café




E que grande, grande concertão foi este. Já ia com expectativas, que foram não só cumpridas como ultrapassadas. Foi muito bom, brilhante, apoteótico, histórico, uma festa e celebração do heavy metal e do rock do princípio ao fim, numa sala pequena, mas repleta de gente, alguns curiosos, alguns nativos, mas muitos, muitos fãs que não quiseram perder esta oportunidade histórica mesmo.
Lamento a frase gigantesca que ficou acima. Mas em bom rigor já é a versão resumida. Achei por bem cortar nos adjectivos elogiosos que originalmente escrevi. Assim se vê o quão gostei do concerto. É que estes tipos são muito bons. A tocarem assim continuam a poder ir um pouco mais longe. Músicos excelentes, e presença e simpatia acima da média. Era óbvio que eles faziam a festa tão ou mais que o público.
O Landum foi convidado e por lá apareceu. Mas não sei se por estar embaraçado, ou pura e simplesmente com uma "ganda buba" mostrou-se ultra discreto na "Fuck The Teacher", sentadinho ao fundo a tocar guitarra. Vá lá que a seguir largou a guitarra e cantou a "Hollywood" a meias com os restantes. Do mal o menos.
Facilmente do melhor que se fez e faz por cá. Heavy metal, e rock 'n' roll ou hard rock misturados na dose certíssima, que põe qualquer um a sorrir feito parvo e a abanar o esqueleto e a bater o pé. Caraças!!!!!!!!!!


"Hollywood" live @ InLive Café Moita 06.06.2009:



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Let The Right One In

Eis um filme brilhante. Brilhante mesmo. E se eu o digo, eu que não tenho paciência para filmes de terror, ou "vampiradas" em geral, então algo deve estar diferente. Não sou eu. É o filme que é mesmo bom. Lembro-me que, na Mostra de Cinema Sci-Fi e Fantástico no Londres aqui há umas largas semanas, este filme também constava do cardápio. E já estava muito bem cotado e bem falado. Infelizmente não consegui bilhete. Seja como for fiquei curioso. Um filme sueco, falado em sueco, com actores necessariamente desconhecidos, a provocar tanta excitação? Venha ele. E ei-lo que chega. De forma caricata, como já vai sendo normal, só está NUMA sala, no Monumental. Enfim.
Quanto ao filme, vale bem a pena fazer o esforço para o ver. Constou-me que o livro no qual foi baseado é incontáveis vezes superior, que o filme é muito fraquinho a nível de argumento se comparado com o livro, etc etc. Assim poderá ser. Não sei, não li o livro. Mas vi o filme e agradou-me imenso.
Tudo nele, do mais pequeno pormenor, demonstra uma extrema preocupação com a história e com a maneira de a transmitir. Uma fotografia magnífica, ajudada por uma excelente banda sonora e por actores que sabem o que estão a fazer e uma realização esplêndida, contribuem para o total mergulho na história. É complicado de explicar isto. É que é um filme que se sente tanto como se vê. E no fim acaba por ser mais que um mero filme de vampiros. À sua maneira chega a ser bastante...romântico.






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sábado, junho 06, 2009

65 anos



Operation Overlord, D-Day

Ibéria

Dos confins dos anos 80 (e dos Da Vinci...) ei-los de volta.
Desta feita com menos laca no cabelo e roupas mais discretas, espero...lol







Wikipedia

Myspace

Site oficial


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sexta-feira, junho 05, 2009

Rock 'n' Roll Train





Já tá tudo dito. O caos e a confusão reinaram durante uns tempos. O cansaço rendeu-as a dada altura, mas valeu mesmo a pena. Já vão sendo poucas as bandas que dão um espectáculo assim. Vale mesmo a pena ver e ouvir. E saltar e cantar. As energias físicas podem ser consumidas, mas as espirituais, ah, essas saem bem carregadas. Talvez seja um cliché lamechas, mas tou-me a cagar, visto que é assim que eu me sinto. Há poucas sensações melhores do que aquela de estar num grande concerto. Num daqueles em que nos perdemos de tudo e nos esquecemos de tudo o resto. Durante aquele par de horas estamos completamente concentrados, focados, hipnotizados nos sons e imagens irrepetíveis que estamos a presenciar. E este concerto teve mesmo muito som e imagem. E pessoas....45.000 manuéis e marias, é muita povo.
Irónico que o próximo concerto no calendário seja numa sala mínima, para, certamente, meia dúzia de gatos pingados e por uma tuta e meia. Mas vai ser bom. De certeza.
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quinta-feira, junho 04, 2009

For those about to rock...FIRE!

Ainda estou meio abananado, mas foi um grande, grande concertão! Concertos de estádio são...enfim....cansativos. Há toda uma série de logísticas que tem de ser levada em conta, preparativos e cuidados a ter. Quando se chega ao evento principal já se vai bem cansado. O mero acto de ir à casa de banho é uma epopeia em si. E depois a gente. Milhares e milhares de gente. Gente a mais. Concerto para as massas no fundo. E as massas albergam todo o tipo de gente. Continuo sem perceber porque é que há gente que, ou não facilita DE TODO a passagem aos outros (filho da p*ta merecia uma pera!), ou gente que passa literalmente o concerto inteiro a deslocar-se de um lado para o outro....não estão ali para ver? Será possível que quando o Angus percorreu a passadeira central, para aparecer num elevador hidráulico no meio do estádio a tocar que nem um possuído, ainda houvesse gente a andar para todos os lado! Porque não tentarem OLHAR e VER? Enfim.
Mais tarde, ou amanhã fotos e, quiçá, videos.
Entretanto....já pus as mãos ávidas nestas belezas (Obrigado Pedro!):





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quarta-feira, junho 03, 2009

!!

ROCK 'n' ROLL

AIN'T

NOISE POLLUTION
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ACADACA

Bom, não será o concerto do ano, mas o maior se-lo-á certamente. E o mais caro de sempre. Pelo menos para mim. Mas, tendo em conta que é bem capaz de ser a última oportunidade....siga, que a vida são três dias!







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terça-feira, junho 02, 2009

...

Às vezes a solução mais simples e eficaz está debaixo do nosso nariz...

segunda-feira, junho 01, 2009

Foi giro e tal, brilhante em certos momentos, mas...

Foi um concerto interessante, com momentos muito bons e intensos, mas também com alguns bocejos à mistura. De facto, não daria 35 € para ver os Wilco. Mas felizmente foi à borlex, pelo que não me posso queixar.
Os Wilco são, nitidamente, uma boa banda, com bons músicos sim e muitas ideias interessantes. E têm uma base sólida de fãs e seguidores, conforme pude ver ontem.
No entanto, são uma banda estranha. É que de facto misturaram elementos muito intensos e brilhantes com outros mais aborrecidos (para mim pelo menos).
Não os considero uns "one hit wonder", claro. Têm uma carreira longa e fãs que impedem isso. Porém, a "Impossible Germany" destacou-se mesmo naquele set. É uma canção praticamente perfeita, brilhante mesmo e muito original. O solo de guitarra, juntamente com as harmonias simultâneas dos outros guitarristas tornam a canção algo de verdadeiramente original e muito forte. Foi, realmente, um momento alto. Outros momentos do mesmo nível foram atingidos nas canções mais intensas, mais "pesadas" e, principalmente, naquele canção cujo nome me escapa, mas que foi, para mim, O momento alto da noite. Parece que se libertaram completamente do formato imposto da canção, dita normal, e se empenharam a fundo numa improvisação desgarrada e emotiva, repleta de psicadelismo guitarrístico e altamente hipnotizante, que nos prendia completamente a atenção num crescendo sufocante.
Ora, se fossem mais assim teria apreciado mais. Uma banda capaz de canções como a "Impossible Germany", capazes de uma improvisação psicadélica daquele calibre, capazes de uma série de outras canções interessantes, acaba por me perder um pouco nas outras canções que tocaram, mais "presas" ao formato folk/country alternativo. Não é que isso seja mau....eu é que não gosto por aí além. Acaba por me soar tudo um pouco igual.
Seja como for, foi um concerto bom. O Coliseu estava a meio, mas o público presente era fã hard core, pelo que conseguiram fazer a festa e a banda estava nitidamente satisfeita.

Impossible Germany live @ Coliseu dos Recreios



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