sábado, junho 23, 2007
quinta-feira, junho 21, 2007
quarta-feira, junho 20, 2007
Fields Of Rock 2007
E assim foi. Grande festival. Iron Maiden foram excelentes como de costume, mas a verdadeira razão da viagem foi uma pérola rara: Heaven & Hell a tocarem durante apenas uma hora e um quarto. Pareceram uns meros 5 minutos. Muita chuva, calor e confusão holandesa, mas lá ultrapassámos tudo. Thanks ao Pedro, Nuno, Marcelo e Daniel pela excelente companhia!
sexta-feira, junho 15, 2007
Weekend Away
quinta-feira, junho 14, 2007
quarta-feira, junho 13, 2007
Hmmm
- Para mim, a série "The Sopranos" está para o século XXI como a série "Twin Peaks" estava para o século XX: fenómenos de culto mundiais, apelidadas de "genial" para cima....e eu não tive nem tenho paciência. Será possível? Poderei estar enganado?
- As Marchas Populares de Lisboa abriram ontem com uma escola de samba a que se seguiu um grupo de folclore espanhol. Pode ser que para o ano tenhamos a marcha irlandesa de S. Patrick ou quiçá os dragões chineses. Será isto a globalização?
- Porque é que as distribuidoras de cinema em Portugal insistem em estrear as maiores merdas à face da Terra, e deixam ir para DVD pequenas preciosidades, só porque não têm ninguém conhecido e, se calhar, exigem um pouco mais do espectador?
terça-feira, junho 12, 2007
segunda-feira, junho 11, 2007
E ainda...
Valeu bem a pena. Senti quase como se estivesse lá. Foi surpreendente. Fiquei cansado por incrível que isso possa parecer. Pena que após o concerto não houvesse ninguém para partilhar umas imperiais e descansar, mas já valeu a companhia também virtual do Ricardo para podermos ir trocando umas impressões. No fundo para podermos babar em conjunto. LOL
A abertura do concerto. "Different World".
domingo, junho 10, 2007
Das Weekend
sexta-feira, junho 08, 2007
quarta-feira, junho 06, 2007
O fim da macacada!
Obrigado pelo voto de confiança ó Poul, mas eu cá acho que ainda estamos um pouco atrasados relativamente à Dinamarca. Falta mais educação, mais civismo, mais consciência do que é uma vivência colectiva, e acima de tudo, o reconhecimento de que a par de direitos, também temos deveres. Enquanto formos o país do 'chico-esperto', do 'desculpa qualquer coisinha', do 'salve-se quem quem puder' e do 'com licença senhor doutor', vai ser difícil.
PS: esta foi uma das fotos que apareceu no Google Images quando googlei por "flexisegurança". Pareceu-me adequada.
terça-feira, junho 05, 2007
Surprise, surprise!
Eis duas boas surpresas de que não estava mesmo à espera. Os novos discos dos Paradise Lost "In Requiem" e dos Scorpions "Humanity-Hour 1" são realmente muito bons. É uma surpresa porque estas duas bandas por muito fantásticas que tenham sido no passado, já estavam hoje colocadas no saco do "não dou um tostão furado por estes gajos!" E não dava de facto. Uns, os escorpiões, porque já há muitos anos que me pareciam ter ficado atolados no pântano lodoso da falta de inspiração e lamechice pegada; os outros, os paraíso perdido, porque pareciam mesmo perdidos nos últimos anos. Não que a música fosse de qualidade questionável, não que o estilo e ambiências não fossem similares, mas apenas porque a música era simplesmente aborrecida. A viragem para o lado electrónico deixou-os num limbo, aparentemente incapazes de agradar a novos fãs que os viam como uma banda de heavy metal e impossibilitados de manter os velhos fãs, pois tinha sido uma mudança demasiado radical.
Mas agora em 2007 A.D. isto mudou. O concerto tipo "family reunion" em Wacken no ano passado deve ter funcionado como um grande "wake up call", e os velhote escorpião (já anda aí desde os anos 70) arranjou força para dar ainda uma ferroada. A última ou não, logo se verá. A verdade é que a voz do Klaus Meine continua surpreendentemente em forma, e os rapazitos conseguiram compôr um álbum bem na linha mais hard rock do grupo. É algo de novo ou revolucionário? Não! Longe disso, mas que sabe bem, lá isso sabe!
Quanto aos outros meninos, depois da trilogia fundamental dos anos 90 "Shades Of God" - "Icon" - "Draconian Times", que tantas bandas influenciou, acharam por bem mudar um pouco o seu som. Nunca percebi bem porquê porque a meu ver o "Draconian Times" de 1995 é o culminar de uma evolução musical que os pôs a fazer um estilo musical como mais nenhuma banda fazia na altura. É por isso estranho que tenham depois virado no "One Second" para uma veia mais mainstream e menos original. No entanto ainda é um óptimo disco. O pior veio depois. De 1999 até 2005 lançaram uma série de álbuns que, se não podiam ser encarados como maus, ou de má qualidade, a verdade é que eram algo aborrecidos. Dava vontade de lhes dizer que os Depeche Mode já andavam a fazer isso há algum tempo. Se é verdade que liricamente continuavam os mesmos, a quantidade de efeitos sonoros/electrónicos (guitarras? Onde?) afogava-nos a paciência num mar de tédio.
Mudaram um pouco no anterior álbum, homónimo, mas nada faria supôr o 'regresso à velha forma' deste "In Requiem". Mas este regresso não é um simples voltar atrás e reutilizar ou reciclar fórmulas antigas. É sim, e aqui reside o melhor do álbum, um aproveitamento e condensação de tudo o que de bom se pode encontrar na carreira deles desde 1990. Há um pouco de tudo: mais guitarras, solos, melodia, agressividade e momentos mais melancólicos pontuados aqui e ali com um ou outro efeito mais 'modernaço'. Por isso, vale bem a pena ouvir.
segunda-feira, junho 04, 2007
And so it was
No meio de algumas adversidades noctívagas até que teve o seu quê de interessante!! Mais pela companhia do que outra coisa qualquer. Seja como for, I fucking hate camping. E pensar que ainda me esperam 3 noites disso pela frente. Enfim, lá terá que ser. Outro facto importante é que já não há pachorra para o Manuel João Vieira e os Ena Pá 2000. Move the fuck on please! Pronto, um dia diferente ainda assim. Apenas um dia, porque o outro foi passado a recuperar de uma noite passada em claro. Que bonito que é ver o amanhecer pelo translúcido filtro do tecido impermeável de uma tenda. lol
PS: de futuro evitar zonas densamente arborizadas em tempos de alergias. lolololol
sexta-feira, junho 01, 2007
quinta-feira, maio 31, 2007
RENAISSANCE
Este Renaissance, felizmente, não teve o mesmo destino do A Scanner Darkly e consegui, ainda que in extremis apanhá-lo na única sessão diária da única sala que ainda o tinha disponível. E bem que compensou. Nunca tinha ouvido falar deste filme até há umas semanas atrás quando vi o final duma pequena apresentação no Cartaz de Cinema da RTP2 (não também não sabia da existência de um tal programa).
Para quem gosta do género era impossível não ficar atraído pelo conceito. Um filme original, na apresentação, com uma história que combina o melhor da ficção científica à lá Blade Runner com o melhor dos film noir de mistério e detectives. E o mais interessante: se neste tipo de filmes estamos habituados a ver uma New York ou uma Los Angeles futurista, agora temos a possibilidade de ver Paris. Paris em 2056. O que é sempre mais interessante pela quantidade de moumentos marcantes que a cidade tem. Lá pelo meio dos cenários (CGI claro) de tirar o fôlego lá está a Torre Eiffel, a Notre Dame, Montmartre, etc etc. Isto porque, facto pouco usual também, se trata de um filme francês. Embora a cópia que circule seja a distribuída pela Miramax, dobrada em inglês por uma série de actores conhecidos, como o Daniel Craig, Jonathan Pryce, Catherine McCormack, etc. Por estranho que pareça, preferia ter ouvido em françês, mas pronto.
Outro facto curioso é que este filme, embora apenas lançado em 2006, é muito anterior ao Sin City, o primeiro tão propagado filme de transposição fiel de graphic novel para o ecrã. É curioso porque este "Renaissance" vai para além do Sin City, e do mais recente 300. E ainda por cima, é o único destes três que não se baseia numa graphic novel.
O tratamento quase exclusivamente preto e branco (não há intermédio, não há menos branco, ou cinzento ou menos preto) é totalmente original e obriga a uma maior concentração para que se possa perceber e absorver tudo o que se passa no ecrã. É tudo feito a computador claro, menos o trabalho de actores que existiu e foi depois "digitalizado" dando um efeito de animação quando não o é, pelo menos completamente.
E apesar de tudo isto, de todos os efeitos visuais e digitais, apesar dos cenários enormes que nos são oferecidos, apesar de toda esta festa visual, temos uma história. Um argumento que prende a atenção e se torna a peça central do filme, como sempre deveria ser. Foi o que falhou a meu ver no "300". Um excelente filme, mas que vale mais pelo visual. Aqui ficamos prendidos mesmo pelo desenrolar dos acontecimentos e queremos saber como irá aquilo acabar.
A coluna vertebral da história não é nova, afinal trata-se de uma história policial, uma história "detectivesca", mas a verdade é que é uma história propriamente dita. Apresentada numa moldura rica sim, mas com conteúdo. Muito bom.
Letsa luk to da traila:
Um pequeno clip:
PS: até fiquei com vontade decomprar um Citroën!
quarta-feira, maio 30, 2007
ACHTUNG!!!!!
EDIT: Para que se saiba, acabei por fazer greve. Não tanto pelas razões gerais, também importantes, mas também por razões concretas e muito particulares que me fazem sentir justificado.
terça-feira, maio 29, 2007
10
ETERNAL LIFE
Eternal Life is now on my trail
Got my red glitter coffin, man, just need one last nail
While all these ugly gentlemen play out their foolish games
There's a flaming red horizon that screams our names
And as your fantasies are broken in two
Did you really think this bloody road would
Pave the way for you?
You better turn around
and blow your kiss hello to life eternal, angel
Racist everyman, what have you done?
Man, you've made a killer of your unborn son...
Crown my fear your king at the point of a gun
All I want to do is love everyone...
And as your fantasies are broken in two
Did you really think this bloody road would
Pave the way for you?
You better turn around
and blow your kiss hello to life eternal....
There's no time for hatred, only questions
What is love, where is happiness, what is Life,
where is peace?
When will I find the strength to bring me release?
And tell me where is the love in what your prophet has said?
Man, It sounds to me just like a prison for the walking dead
And I've got a message for you and your twisted hell
You better turn around and blow your kiss goodbye
to life eternal angel...
17 Novembro 1966 ~ 29 Maio 1997
segunda-feira, maio 28, 2007
quinta-feira, maio 24, 2007
Tempo a mais, neurónios a menos!
O GF que se cuide, pois seguir-se-ão várias acções em tribunal! Então não é que eles próprios, os grandas palermas, apresentaram provas, em público e semanalmente, em como "plagiaram" e "copiaram" o Marcelo Rebelo de Sousa, o Paulo Portas, o Major Valentim Loureiro, o Sócrates (cuja mera menção dá, ao que parece, direito a ser suspenso), o Cavaco Silva, o Pacheco Pereira, o formato do Telejornal, o Paulo Bento e toda uma série de músicos cujas composiçõs originais foram grotesca e vilmente violentadas no final de todos os programas!!!!
Estamos em Portugal, onde determinadas pessoas ou grupos de pessoas quando começam a ter algum grau elevado de sucesso, de aceitação generalizada, se tornam alvos a abater. Talvez por começarem a ter esse sucesso e aceitação generalizada. Os GF fazem o que fazem muitíssimo bem. Pode não se apreciar de facto e não achar piada nenhuma, mas há que dar crédito aos moços: eles fazem-no bem. Porque é que nãop são elogiados por isso? Porque já se tornaram grandes demais e têm de ser "controlados" para ver se "baixam a bolinha", pois como é certo e sabido (?), já lhes "deve ter subido à cabeça", etc e tal, blá blá.
terça-feira, maio 22, 2007
DASSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS!

Ou mudo-vos a dieta para milho reforçado com raticida e antraz! Raio das galináceas sempre a cacarejar! STFU!
sábado, maio 19, 2007
Spot the differences
"Eve Of The War"
sexta-feira, maio 18, 2007
Ah pois é bébé!
Nada como acordar de manhã de pois de uma noite mal dormida, tomar o belo do banhoco refrescante e tal, para, apenas 5 minutos depois de entrar no carro, começar a escorrer um belo fio de suor pela testa. Porra! Nem 9 horas da manhã são!!!!!!!!
.
terça-feira, maio 15, 2007
Yes, yes, i own it...
Embora não seja a Edição Especial. Seja como for, é realmente épico e majestoso. Exacto, exacto, falo da transposição deste disco para o palco, algo que sinceramente me parecia difícil senão megalómano mesmo.
domingo, maio 13, 2007
Ontem
Uma tese de um professor de Filosofia sobre lugares imaginários e um projecto para destruir a cidade foram duas das mais de 70 respostas que chegaram à associação Alkantara na sequência da pergunta "Como seria a Lisboa ideal?".
As respostas à questão lançada no início do ano pela associação Alkantara, em conjunto com a Galeria Zé dos Bois, foram apresentadas num evento público, no sábado dia 12, entre as 18.00 e as 24.00, na Rua do Século, em Lisboa.
"Recebemos um pouco de tudo, desde acções muito concretas para serem realizadas na cidade até à tese de um professor de Filosofia sobre lugares imaginários, passando por vídeos com perspectivas ideais, um projecto para destruir Lisboa e poemas", referiu Ana Riscado, da produção da iniciativa.
A acção decorreu em dois espaços da Rua do Século. No átrio da Escola Superior de Dança foram expostas as propostas, realizaram-se debates e foram projectados os vídeos que chegaram aos organizadores do concurso. O Largo do Século serviu de ponto de encontro, com bancas das associações e movimentos cívicos que participaram nos debates, um palco e vários bares.
O concurso integra-se na programação do projecto internacional Lugares Imaginários, apoiado pela Comissão Europeia, e cujo tema central é a Cidade Ideal. Segundo o projecto, durante um ano, cinco equipas de artistas devem trabalhar sobre as paisagens imaginárias do corpo humano e da cidade mediterrânica, de forma independente, mas com a hipótese de trocar ideias e pontos de vista e de desenvolver o trabalho em parceria.
No encontro Lugares Imaginários - Lisboa, que termina no dia 20, as cinco equipas - que incluem encenadores, coreógrafos, actores, bailarinos e outros artistas - da capital portuguesa, de Marselha (França), Cagliari (Itália), Ljubljana (Eslovénia), Girona (Espanha), Istambul (Turquia) e Beirute (Líbano) encontram-se em Lisboa para trocar ideias.
(DNOnline, adaptado)
sábado, maio 12, 2007
SAL a mais pode fazer mal!
Ontem fui ver as figuras que eu fazia há 10/15 anos atrás! LOL
Enfim, não me parece que fosse tão histérico como alguns dos jovenzinhos que vi ontem. Mas pronto. Quando cheguei a Algés, e depois de estacionar, lá consegui arranjar maneira de chegar ao Passeio Marítimo de Algés, que mais não é que um descampado que ontem estava literalmente a abarrotar de miudagem (mas não só). Pelo caminho fui ouvindo os Tara Perdida do Ribas que até deram um bom concerto. Quando finalmente entrei no recinto e depois de ter dado uma olhadela ao stand do Sapo (obrigado pelo convite Patrícia!) fui para o palco que os Xutos estavam para começar.
O piso do recinto é muito mau. Basicamente andamos em cima de pó, pedras e entulho. E é ali que querem fazer um festival internacional?? Bom....todas as creches devem ter despejado as suas crianças naquele sítio! Estava apinhado e acabei por ficar mais para trás do que gostaria, mas paciência. Já não tenho paciência nem idade para andar a "furar" à bruta. Procurei e encontrei o grupinho que queria, isto é, os casalinhos mais velhos, tão estudantes como eu, e postei-me atrás deles.
O concerto foi muito bom. Curiosamente os melhores concertos que me lembro dos Xutos foram sempre na Semana Académica. Tocaram para cima de duas horas (enfim, 2 horas se descontarmos o Intro aborrecido e longo) e devo dizer que a certa altura já 'pedia' a "Casinha" para ir descansar! lol
O Tim explicou que as músicas que iam tocar tinham sido escolhidas pelos fãs (na internet provavelmente) e foi uma boa escolha e bem variada. "Esquadrão da Morte", "Quero-Te", "Viuvinha", "O Vento", "Andarilhos" etc etc etc foram muito bem vindos.A homenagem esperada ao Zeca Afonso apareceu com o "Coro da Primavera", precedida do discurso político da praxe pelo Zé Pedro. Até o tema do "Diz Que É Uma Espécie de Magazine" tocaram.
Muito bom sim senhor, valeu o sacrifício.
Barcos Gregos
Coro da Primavera
Chuva Dissolvente
E sim, é claro que houve oportunidade de ouvir omentários brutos, como o de um bébé ao meu lado que depois da sequência "Esquadrão da Morte"+"Viuvinha"+"Não Sou Jesus"+"Andarilhos" exclamou alto: "Agora a ver se tocam alguma coisa conhecida, tá!?" Mas não faz mal. Para meu espanto, ainda houve um punhado que cantou o "Quero-te".
28 anos a serem a maior e melhor banda portuguesa é obra.
quinta-feira, maio 10, 2007
Yo! The Doctor is in da house! Yo!
A alergia crónica e sazonal voltou a flectir os seus músculos ontem. Mas quem ficou dorido fui eu. Esta porcaria prece um vírus: vai mudando de características subtilmente com os anos, tornando complicado o seu combate. Enfim, ontem lá levei a murraça da ordem e assim que pude aterrei no sofá por volta das 18.30, onde fiquei quase duas horas semi-dormitando. Antes do dormitanço estava de tal modo K.O. que até vi, finalmente, um episódio completo do Dr. House.Sim, estava de tal maneira esparramado no sofá que qualquer coisa serviu para me distrair um bocadinho. E sempre aproveitei para ver esta coisa para depois poder falar ma....errr.....para formar uma opinião.
Em primeiro lugar nunca tive paciência para séries de médicos e hospitais (pelo menos as que se levam a sério). Acho ligeiramente aborrecido pela quantidade de conversa técnica que é debitada. Neste Dr. House então, o ritmo é ainda maior. Nunca vi tantas palavras compridas e arrevezadas juntas de uma só vez. Era o arrenitixonol, o lupus integretitiontont, não sei quantas miligramas de paroxoninterferon, etc etc. Parece mais ficção científica que qualquer série de ficção científica. Mas o povo "grama" isto.
Outro tipo de série para a qual perdi há muito a paciência é a que mete advogados, juízes e palhaçadas em tribunal em geral. Mas tem piada que nessas séries não vemos os advogados e comparsas a falar em impugnações paulianas, pactos leoninos, locupletamento indevido, comodato, esbulho, acessão industrial imobiliária, etc etc. "E aquele fideicomisso?? Ah ganda fideicomisso! Só lhe falta uma curatela e talvez algum dolo para ser mesmo fixe!" Se enchessem estas séries com tantas referências legais e jurídicas o público morreria de tédio. Curiosamente o mesmo não acontece nas séries de médicos. Deve ser a tendência inata de alguns de discutir e querer saber sobre as doenças e afins.
Em relação ao Dr. House esta vertente é ainda mais acentuada pois aquilo é uma espécie de CSI dos médicos. Há sempre um acontecimento estranho potencialmente perigoso, vários suspeitos e o esforço da equipa em apanhar o horrível meliante. Neste caso um vírus qualquer obscuro oriundo do Zimbabué ou coisa que o valha. E o esquema parece ser sempre o do "rebelde mas brilhante" Dr. House em luta constante com os pacientes irritantes, os colegas cépticos e os chefes do hospital que tentam fazer com que ele se "porte bem". Obviamente que tudo se encaminha para que o anti-social, sarcástico e levemente arrogante Dr. House prove ter razão.
Enfim...gostos. Mas faz-me confusão ver o Hugh Laurie a fazer de Dr. House, com um sotaque americano manhoso. Tal como me faz confusão o Mr. Bean do Rowan Atkinson. Tanto o um como o outro alcançaram fama internacional com personagens quanto a mim inferiores às suas qualidades. Tal como o Rowan Atkinson será sempre o Edmund BlackAdder para mim, também o Hugh Laurie será sempre o George dessa mesma série "Black Adder" e da excelente britcom "Fry & Laurie".
Pronto, era só isto.
quarta-feira, maio 09, 2007
\m/
IRON MAIDEN Announces 'A Matter Of The Beast Summer Tour '07' - May 8, 2007
In acknowledgement of the 25th anniversary of the release of their seminal album "The Number of the Beast" and the tremendous international success of their recent album "A Matter of Life and Death", IRON MAIDEN's forthcoming June dates in Europe will go under the banner of "A Matter Of The Beast Summer Tour 07". The band will be playing five songs from each of these albums plus other fan favorites and will be taking out a full-on stage production which will include the final appearances of Eddie's notorious tank!
Says vocalist Bruce Dickinson: "It's always a lot of fun for us to play outdoors in the summer. It tends to be a different vibe to playing indoors, much more of a party atmosphere so it's good to put together a set list that matches this. There has been a lot of interest in the 25th anniversary of the release of 'Number of the Beast' so we thought it would be great to give the fans a bit of extra Beast this summer to acknowledge this."
HOLLAND June 16, 2007 Zwolle Fields Of Rock festival
domingo, maio 06, 2007
Viva o Túnel do Marquês!!
quarta-feira, maio 02, 2007
~~~~~~
Relax in the certainty of your superiority
Gunther Dünn
segunda-feira, abril 30, 2007
quinta-feira, abril 26, 2007
blah #34.456
Octave Mirbeau in Torture Garden
quarta-feira, abril 25, 2007
A preguiça
Seja como for, realmente recomendo o filme "Missão Solar". O realizador Danny Boyle afamado com "Pequenos Crimes Entre Amigos" e, principalmente o "Trainspotting" parece ter virado as suas atenções para géneros mais fantásticos. E fê-lo muitíssimo bem. Eu, que não me interesso minimamente pelos filmes de zombies achei o anterior "28 Dias Depois" excelente (a propósito, já está para breve o "28 Semanas Depois", e já sei quem está a rebolar os olhos agora! LOL). Desta vez temos um filme de ficção científica, de pendor mais científico do que fictício que cumpre muito bem o que se pede dum filme deste género. Como disse o Mourinho, que eu citei no post anterior, "Missão Solar" combina eficazmente o que de bom têm alguns filmes de ficção científica. Juntamente com uma grande dose de suspense e muita muita claustrofobia e tensão.
Blá blá e blá. Um bom 25 para todos e como se sabe, "fasssssismo nunca mais!"
terça-feira, abril 24, 2007
SUNSHINE - Missão Solar
Ainda é possível fazer-se um filme de ficção científica que seja, ao mesmo tempo, completamente derivativo e terminantemente novo? Que reaproveite ideias de filmes anteriores mas dê a impressão de nunca ter sido feito? Visto "Missão Solar", a resposta é terminantemente positiva: Danny Boyle realizou aqui aquilo que tentou, sem conseguir, fazer ao filme de zombies no inteligente "28 Dias Depois". De novo trabalhando com o romancista Alex Garland, assina com "Missão Solar" um filme com alma de série-B e espectáculo de série-A, uma enorme manta de retalhos com uma extraordinária coerência, um pequeno triunfo visual, conceptual e narrativo - em suma, aquilo que Hollywood devia ainda saber fazer mas só muito raramente consegue. E, para isso, nem foi preciso puxar muito pela cabeça.
"Missão Solar" é o equivalente de um daqueles computadores feitos em casa por carolas que canibalizam partes de outros computadores mais antigos ou as compram separadas na loja de ferragens. A "Armageddon" e "Impacto Profundo" vai-se buscar a ideia da missão da última oportunidade para salvar a humanidade - no caso, uma tripulação enviada em direcção ao sol moribundo, para detonar uma bomba que reacenda a estrela. "Solaris" fornece a ideia da desorientação que a proximidade da estrela causa nos tripulantes; "O Enigma do Horizonte" a ideia de uma missão anterior, falhada, que dá a conhecer a sua presença perto do objectivo; "Alien, o Oitavo Passageiro" o "jogo das cadeiras" que vai eliminando a tripulação; "Alien 3, a Desforra" o subtexto (deixado por aflorar) de uma epifania religiosa no espaço profundo. O monstro de Frankenstein assim criado é trabalhado como se fosse uma velha série B económica: o que ficou para trás não interessa. O sol está a morrer, e é preciso fazer qualquer coisa. Há oito pessoas fechadas numa nave que é a última esperança da humanidade. As coisas começam a correr mal. Resume-se tudo nestas três frases e na pergunta que falta: o objectivo da missão será atingido?
bem apertados, constrói minuciosamente o ambiente e a tensão. Estamos fechados dentro daquela nave com aquelas oito pessoas; não sabemos de onde é que elas aparecem, quem são, quais os seus problemas, e isso não interessa nada para o efeito final. "Missão Solar" é um filme de uma claustrofobia esgotante, sabe o que quer e como lá chegar, não perde tempo a inventar, e a partir de certa altura atira drogas de boa qualidade para o cozinhado. Fá-lo com uma pulsão quase ofensiva de criar, mais do que um filme, uma experiência sensorial - um pouco como Boyle fizera no seu filme-charneira, "Trainspotting", que procurava colocar o espectador no corpo de um drogado, fazê-lo sentir os picos e os abismos da experiência. Agora, naquele que é muito provavelmente o seu melhor filme, Boyle coloca o espectador dentro da nave, confronta-o com a loucura de partir numa missão quase kamikaze em nome da humanidade, com a arrogância de achar que se pode operar a natureza do universo; mas fá-lo dentro de uma estrita fórmula de cinema de género, atendo-se às regras codificadas - é um filme que será tanto mais eficaz quanto mais se conhecer da história da série B e da ficção científica, mas que sobrevive perfeitamente sem esse conhecimento - e com o virtuosismo quase insultuoso de quem sabe que está a reciclar peças de Legos que tinha lá em casa para criar um modelo completamente novo. quarta-feira, abril 18, 2007
Ah...nada como...
Pelo que eu tinha li parecia ser um daqueles tipos de filmes "love it or hate it", sem meio termo. Porém não é assim tão simples; não é fácil formar 'preto no branco' uma opinião. É que tudo depende da abordagem que se faz ao filme, pois o que ele tem de bom é mesmo BOM, mas o que tem de mau, é mesmo MAU. Ou seja é uma questão de pesar os prós e contras.
Se se preferir um filme cheio de luxos visuais, extremamente bem filmado, com cada plano obviamente delineado e planeado ao milímetro, repleto de acção, batalhas coregrafadas quase poeticamente, cores fortes, etc etc, então este filme é perfeito. De facto é um filme extremamente visual, luxuriante mesmo na sua tentativa (com sucesso, diga-se) de adaptar o livro ao ecrã. Algumas cenas são mesmo 'decalcadas' do livro e funcionam muito bem. Há uma sucessão de planos lentos e planos mais acelerados que combinam muito bem para a construção da tensão das batalhas. Sendo a componente visual tão forte é natural que sejam as imagens a ficarem retidas na nossa memória.
No entanto, e aqui reside o menos bom do filme: pouco mais há além disso. Não sei como explicar, mas em termos de argumento é extremamente fraquinho. Tem diálogos cheios de lugares comuns e clichés, alguns que não adiantam muito à história propriamente dita, e outros que rebentam pelas costuras de pompa e circunstância de uma maneira que faz parecer muito
soft qualquer álbum dos Manowar. As 'intrigas políticas' passadas nos bastidores são as esperadas e o próprio filme nos mostra logo nos primeiros 5 minutos quem da 'corte' vai 'tramar' o Rei.Depois há algumas coisas meio incómodas na história em si. É óbvio que isto é baseado numa interpretação de um facto histórico e não se deve esperar grande precisão na história. Mas mesmo assim, mostrar os espartanos a gritarem e lutarem pela liberdade e pela defesa dos homens livres é algo caricato, pois Esparta era uma sociedade esclavagista (a maior da Grécia na verdade). "Liberdade" e "somos homens livres" são expressões demasiado repetidas para exprimirem o que levou aqueles homens a combater. Penso que o livro do Miller não é assim. É óbvio que se trata duma 'reformulação' para os tempos modernos.
Depois, houve críticas obre a maneira como os Persas foram retratados. Pessoalmente não tenho problema nenhum, pois o filme não pretende ser uma reconstituição histórica, mas acho que se foi longe demais ao retratarem alguns personagens aparentemente saídos directamente do Senhor dos Anéis: há dois brutamontes que podiam pertencer às fileiras dos Orcs. O mesmo se diga acerca da elite persa, os chamados Imortais, que não o eram, mas tinham feições de 'zombies'. LOL
O enfâse está portanto dado à parte visual, e essa é, como já disse, fantástica e irrepreensível. O resultado final? Pesados os pontos bons e os maus, conclui-se que os bons são ligeiramente mais pesados, o que portanto justifica ver este filme, especialmente num ecrã grande. Podia ser um excelente filme, mas não é. É apenas interessante pelas imagens fanásticas que proporciona e pela maneira como está filmado.Portanto é aproveitar as batalhas e a sangria generalizada. É um filme de gajo! No entanto acredito que com tanto mamilo masculino ao léu e musculatura torneada e bem oleosa durante 2 horas de filme, algumas senhoras também o possam achar interessante.....lolololol
terça-feira, abril 17, 2007
Thank God it's Tuesday
Tell me why?
I don't like Mondays.
Tell me why?
I don't like Mondays.
Tell me why?
I don't like Mondays.
I want to shoot
The whole day down.
segunda-feira, abril 16, 2007
sexta-feira, abril 13, 2007
Não é oficial, mas....
We are not the sons of God
We are not his chosen people now
We have crossed the path he trod
We will feel the pain of his beginning
Shadow fingers rise above
Iron fingers stab the desert sky
Oh Behold the power of man
On its tower, ready for the fall
Locking hands together well
Raise a city, build a living hell
Join the race to suicide
Listen for the tolling of the bell
Out of the the universe, a strange love is born
Unholy union, trinity reformed
Yellow sun its evil twin
in the black the wings deliver him
We will split our souls within
Atom seed to nuclear dust is riven
Out of the the universe, a strange love is born
Unholy union, trinity reformed
Out of the darkness, brighter than a thousand suns
Out of the darkness, brighter than a thousands suns
Out of the darkness, brighter than a thousands suns
Out of the darkness, brighter than a thousands suns
Out of the darkness, brighter than a thousands suns
solo #1 Adrian
Bury your morals and bury your dead
Bury your head in the sand
E equals MC squared, you can relate
How we made God with our hands
Whatever would Robert have said to his God
About he made war with the Sun
E equals MC squared, you can relate
How we made God with our hands
All nations are rising
Through acid veils of love and hate
Chain letters of Satan
Uncertainty led us all to this
All nations are raising
Through acid veils of love and hate
Cold fusion and Fury
solo #2 Janick
Divide and conquer while ye may
Others preach and others fall and pray
In the bunkers where we'll die
There the executioners they lie
Bombers launched with no recall
Minutes warning of the missile fall
Take a look at your last sky
Guessing you won’t have the time to cry
Out of the the universe, a strange love was born
Unholy union, trinity reformed
Out of the darkness...
Out of the darkness...
Out of the darkness, brighter than a thousands suns
Out of the darkness, brighter than a thousands suns
Out of the darkness, brighter than a thousands suns
Out of the darkness, brighter than a thousands suns
Out of the darkness, brighter than a thousands suns
Holy father we have sinned
quinta-feira, abril 12, 2007
terça-feira, abril 10, 2007
A pedrada no charco
O Gato Fedorento foi protagonista, na semana passada, dum acontecimento inovador senão genial mesmo. Já que havia "mensagens grotescas" no Marquês de Pombal, eles acharam por bem também colocarem o seu outdoor pois, segundo o RAP, também têm bastantes ideias grotescas. Acontecimento genial pois conseguiram trazer o humor para a rua e fazer com que todos participem dele. É um verdadeiro 'happenning' de consciência cívica. Pessoalmente acho que tem muito mais peso do que a simples vandalização do cartaz dos outros. Já era tempo de alguém fazer este tipo de humor acutilante e de intervenção em Portugal. Está bem que algumas das piadas não são tão conseguidas como outras, mas o importante é que as haja.
E mais importante ainda é necessário que haja uma cultura de aceitação, de tolerância e de poder de encaixe das mesmas. É que, na minha humilde opinião, satirizar deste modo não equivale automatiamente a insultar ou humilhar. Portugal pode ainda não estar preparado para reagir confortavelmente a este tipo de humor, mas para lá caminha espero eu. A sátira pela sátira tem de ser aceite, independentemente dos efeitos indirectos que venha a ter, políticos ou não.
Infelizmente os senhores daquele partido não souberam reconhecer isso e reagiram da forma esperada, com quatro pedras na mão e ameças várias, verbalizadas confortável e anonimamente num fórum de opinião da chamada Juventude Nacionalista, como se pode confirmar peela notícia dada aqui no DN Sapo. Falta de humor é lamentável mas não se pode acusar ninguém disso. Mas fazer ameaças de baixo valor moral já é mais censurável. Mas tudo bem, conforme é dito pelo Partido, este fórum de opinião não é da responsabilidade do partido, e mesmo assim este não se pode responsabilizar pelas pessoas que aderem gratuita e espontaneamente ao mesmo. Pois.
Aliás, eles tentaram "dar a volta" recorrendo também ao "humor" para responder aos Gatos, o que é de louvar. no entanto continuaram a primar pelo extremo mau gosto e inconveniência, como se pode ver:
A tentativa de "ter piada" é, no mínimo, confrangedora. Já vem tarde mas ao menos podia ter piada. Não é o caso. A utilização das torres gémeas de NY é inqualificável em termos de mau gosto.





































