O dilema entre o nosso Ser e o Dever que a sociedade nos impõe é, por vezes, demasiado complexo.
Acho que uma pessoa deve fazer um esforço para tentar corresponder a esse dever e irritam-me as pessoas que não o fazem obstinadamente enquanto apregoam a sua liberdade; mas, por outro lado, acho que uma pessoa não pode deixar de ouvir o seu Eu, a sua intuição, e por isso também me irritam os que se tornam escravos do dever, os que não pensam um bocadinho e têm palas nos olhos. Nem 8 nem 80 acho eu. Deve haver maneira de chegar a um compromisso.
Acho que uma pessoa deve fazer um esforço para tentar corresponder a esse dever e irritam-me as pessoas que não o fazem obstinadamente enquanto apregoam a sua liberdade; mas, por outro lado, acho que uma pessoa não pode deixar de ouvir o seu Eu, a sua intuição, e por isso também me irritam os que se tornam escravos do dever, os que não pensam um bocadinho e têm palas nos olhos. Nem 8 nem 80 acho eu. Deve haver maneira de chegar a um compromisso.
Isto é, deve haver alturas em que a nossa intuição deveria afastar qualquer preocupação por não correspondermos a esse Dever. O Ser e a intuição devem poder assumir o controlo a dada altura espero eu. Há que confiar na intuição cegamente por vezes, há que confiar que ela tenha razão e nos leve por outros caminhos; mas só confiando cegamente se pode eventualmente evitar a culpa por não seguirmos o outro caminho. Mas, que diabos!!! Poucas poderão ser as vezes. Mas nessas poucas vezes devo ter razão, caraças!

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