Desta vez o motivo é algo mais aborrecido ou, talvez, menos elevado ou agradável, mas a verdade é que preciso de o dizer. E numa frase simples se pode resumir: "E ninguém cala o idiota do Carrilho?"
O Excélsio Sr. Professor Doutor lançou ontem um livrozeco intitulado filosoficamente "Sob o signo da verdade". Nele o autor dedica-se inteligentemente a remexer e a trazer ao de cima toda a bosta que fez durante a sua patética campanha eleitoral para a Câmara Municipal de Lisboa.
Pergunto-me quão inteligente e producente é realmente esta jogada, tendo em conta a figura ridícula e absurda que este senhor mostrou durante todo o período de tortura eleitoral. Se o Sr. tinha alguma credibilidade, parece-me legítimo supôr que a perdeu em vários níveis e quadrantes. Mais grave ainda, falha em perceber que a sensibilidade do "Zé Povinho" não vai 'muito à bola' com os infames "queixinhas"; que é o que ele foi na campanha e é o que ele, estupidamente, demonstra ser novamente.
Falha também no conhecimento de um aspecto político tão próprio de Portugal que é o esquecimento. Ele fez aquela figura que sabemos; ora, o mais inteligente da parte dele teria sido ficar num 'low profile' discreto até o povo se esquecer. Mas não. Entendeu por bem voltar à tona para relembrar a toda a gente como é cretino. Devia ter umas lições com o Santana, esse sim, perito na arte do 'low profile' após a palhaçada.
Enfim...ou é um caso de declarada debilidade mental para estas coisas, ou então é uma enorme falta de vergonha e uma gritante falta de noção das coisas.
O livro encontra-se em qualquer livraria, mas o Sr. Carrilho, tão magnânimo do alto do seu filosófico pedestal, entendeu dar alguma cultura ao povo ignorante e espectador da infecta SIC, essa estação de TV dirigida pela Inquisição. Assim, temos acesso ao prefácio da sua obra, tão recentemente obrada. Hurra!
Ao lermos podemos imediatamente verificar que se trata do costumeiro estilo achincalhante e queixinhas a que já nos habituou. Estranho que um livro com este título esteja tão em contradição com o mesmo.
Um exemplo sintomático: "...o meu filho Dinis não esteve nunca presente, foss na campanha ou na pré-campanha (...), nunca passou de mera ficção". Pois. Ninguém viu o video eleitoral feito com a mulher e o filho. Era uma ficção.
Outro: "O não aperto de mão foi uma operação totalmente ilegítima de branqueamento da difamação (...) uma montagem retrospectiva cheia de maldade e de intenção caluniosa". Pois. Ninguém viu o teu exemplo de má educação extrema. Foi uma ficção. Por mais razão que tivesse o Manel, não deixou de dar um grande mau aspecto. E só provou mais uma vez a sua total inépcia para a política.
Prossegue ainda mencionando "operações de falsificação", "manipulações políticas", o "polvo" (será fã da série de TV?), etc etc. Não consta do prefácio mas sei que dirigiu grandes ataques pessoais ao Marcelo Rebelo de Sousa e ao Miguel Sousa Tavares. Mais uma vez: que vergonha Manel. Não havia necessidade.
No fundo o que aconteceu é que ele era o "candidato a abater". E pensando bem, se calhar até era. Com tanta figura idiota, com tanta incompetência e cretinice qualquer um tem vontade de o abater e abafar. Tem vergonha Manel e tá mas é calado!
PS:
Lendo o restante texto do prefácio, há que dizer em abono da verdade, que o Sr. Carrilho expende algumas opiniões certeiras sobre o modus operandi actual da comunicação social, nem sempre pautado pelos mais éticos ou nobres princípios. A comunicação social é uma má comunicação social, sem dúvida. Mas a verdade é que quem começou por não se dar ao respeito, quem começou a fazer figuras cretinas foi o Sr. Carrilho. Estava à espera de quê?
O Excélsio Sr. Professor Doutor lançou ontem um livrozeco intitulado filosoficamente "Sob o signo da verdade". Nele o autor dedica-se inteligentemente a remexer e a trazer ao de cima toda a bosta que fez durante a sua patética campanha eleitoral para a Câmara Municipal de Lisboa.
Pergunto-me quão inteligente e producente é realmente esta jogada, tendo em conta a figura ridícula e absurda que este senhor mostrou durante todo o período de tortura eleitoral. Se o Sr. tinha alguma credibilidade, parece-me legítimo supôr que a perdeu em vários níveis e quadrantes. Mais grave ainda, falha em perceber que a sensibilidade do "Zé Povinho" não vai 'muito à bola' com os infames "queixinhas"; que é o que ele foi na campanha e é o que ele, estupidamente, demonstra ser novamente.
Falha também no conhecimento de um aspecto político tão próprio de Portugal que é o esquecimento. Ele fez aquela figura que sabemos; ora, o mais inteligente da parte dele teria sido ficar num 'low profile' discreto até o povo se esquecer. Mas não. Entendeu por bem voltar à tona para relembrar a toda a gente como é cretino. Devia ter umas lições com o Santana, esse sim, perito na arte do 'low profile' após a palhaçada.
Enfim...ou é um caso de declarada debilidade mental para estas coisas, ou então é uma enorme falta de vergonha e uma gritante falta de noção das coisas.
O livro encontra-se em qualquer livraria, mas o Sr. Carrilho, tão magnânimo do alto do seu filosófico pedestal, entendeu dar alguma cultura ao povo ignorante e espectador da infecta SIC, essa estação de TV dirigida pela Inquisição. Assim, temos acesso ao prefácio da sua obra, tão recentemente obrada. Hurra!
Ao lermos podemos imediatamente verificar que se trata do costumeiro estilo achincalhante e queixinhas a que já nos habituou. Estranho que um livro com este título esteja tão em contradição com o mesmo.
Um exemplo sintomático: "...o meu filho Dinis não esteve nunca presente, foss na campanha ou na pré-campanha (...), nunca passou de mera ficção". Pois. Ninguém viu o video eleitoral feito com a mulher e o filho. Era uma ficção.
Outro: "O não aperto de mão foi uma operação totalmente ilegítima de branqueamento da difamação (...) uma montagem retrospectiva cheia de maldade e de intenção caluniosa". Pois. Ninguém viu o teu exemplo de má educação extrema. Foi uma ficção. Por mais razão que tivesse o Manel, não deixou de dar um grande mau aspecto. E só provou mais uma vez a sua total inépcia para a política.
Prossegue ainda mencionando "operações de falsificação", "manipulações políticas", o "polvo" (será fã da série de TV?), etc etc. Não consta do prefácio mas sei que dirigiu grandes ataques pessoais ao Marcelo Rebelo de Sousa e ao Miguel Sousa Tavares. Mais uma vez: que vergonha Manel. Não havia necessidade.
No fundo o que aconteceu é que ele era o "candidato a abater". E pensando bem, se calhar até era. Com tanta figura idiota, com tanta incompetência e cretinice qualquer um tem vontade de o abater e abafar. Tem vergonha Manel e tá mas é calado!
PS:
Lendo o restante texto do prefácio, há que dizer em abono da verdade, que o Sr. Carrilho expende algumas opiniões certeiras sobre o modus operandi actual da comunicação social, nem sempre pautado pelos mais éticos ou nobres princípios. A comunicação social é uma má comunicação social, sem dúvida. Mas a verdade é que quem começou por não se dar ao respeito, quem começou a fazer figuras cretinas foi o Sr. Carrilho. Estava à espera de quê?

9 comentários:
Não há santos nesta novela e de certeza que não os há nos órgãos de comunicação social, mas desde de pequeno que não gosto de filosofia e ainda não tinha nascido e já não gostava do Carrilho.
Detesto o seu maneirismo ressabiado, a sua atitude egocêntrica e o seu incontido impulso de se constituir vítima, de um mundo imaginário, onde é rei e senhor.
Para completar o quadro, só mesmo uma esposa, que é mais uma governanta pseudo-intelectual que outra coisa qualquer.
Depois deste livro, qualquer outra obra de ficção é bem-vinda.
De facto é um Calimero completo!
LOL
Só gostava de saber o que é que acha o Sr. Carrilho da sua legítima esposa ir apresentar os Globos de Ouro, na sic ?
Mas talvez seja ficção tb
Epá tive para abordar este assunto no meu blog mas decidi q esta personagem não mereçe o trabalho.
Ele e o Santana tão bem um para o outro.
Dois empeçilhos q sairam do caminho dos portugueses(e espero q por muitos bons anos).
Não cumprimenta seu ordinário !!
lolol
Não?! Tás enganado.
Isso é montagem e pura ficção.
:D
O carrilho é que devia ser uma ficção!
LOL
Então seria daquelas ficções muito rascas.
:D
Tá tudo dito.Palhaços são bons para o circo.
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