Já abriu as bombas! Vai vir charters de automobilistas carago!
quinta-feira, setembro 27, 2012
terça-feira, setembro 25, 2012
Prometheus
O filme mais esperado do ano. Ou, pelo menos, um dos mais esperados. Ridley Scott de volta à ficção científica e, ainda por cima, voltando ao universo "Alien". Foi inicialmente pensado como uma 'prequela' ao primeiro "Alien", contudo, abandonaram essa ideia em favor de um conceito mais amplo. Assim, a acção deste filme passa-se "no mesmo universo de Alien", mas não mostra os acontecimentos imediatamente anteriores a Alien, como ocorreu, por exemplo, na prequela do "The Thing".
"Prometheus" dedica-se a explicar alguns eventos que dão corpo à mitologia do primeiro "Alien", a grande nave despenhada que a tripulação da Nostromo encontra, o corpo gigantesco de um outro alienígena, etc etc. É um grande filme, há que dizê-lo. Mas também há que referir que, se visualmente é uma maravilha, em termos de narrativa não é tão opressivo e desinquietante como os anteriores Alien. Seja co o for, vale muito a pena ver!
sexta-feira, setembro 21, 2012
quinta-feira, setembro 20, 2012
terça-feira, setembro 18, 2012
Pois...
Godwyn thought regretfully of the ambitions he had once had, as a young man, to reform the monastery’s finances and make it rich again. This had not happened, and he still did not understand why. He had been tough, forcing the townspeople to use and pay for the priory’s mills, fishponds and warrens, but they seemed to find ways around his rules – like building mills in neighbouring villages. He had imposed harsh sentences on men and women caught poaching or illegally cutting down trees in the priory’s forests. And he had resisted the blandishments of those who would tempt him to spend the priory’s money by building mills, or waste the priory’s timber by licensing charcoal burners and iron smelters. He felt sure his approach was right, but it had not yet yielded the increased income he felt he deserved.
in "World Without End" - Ken Folett![]() |
| Fuck the Bunny! |
Muse: Madness?
Madness controlada ainda...Temo que se esteja a instalar o vírus "Radiohead". Espero estar enganado. Para já este novo disco parece ser bastante diferente, mas ainda dentro do muito bom....
segunda-feira, setembro 17, 2012
domingo, setembro 16, 2012
sexta-feira, setembro 07, 2012
seeya
When the going gets tough, the tough get going.
quinta-feira, setembro 06, 2012
terça-feira, setembro 04, 2012
DDT
"Em casa dos meus pais tiveram de pôr uma antena DDT!"
Não sei bem em que termos o Dicloro-Difenil-Tricloroetano beneficia a transmissão e recepção do sinal televisivo digital, mas sei remeter-me ao meu insignificante lugar. Afinal foi uma pessoa licenciada e a ganhar 3000 mocas por mês que o afirmou. Deve saber. Tem estudos. A hecatombe continua...
And now...
...for something completely different. ENSIFERUM
segunda-feira, setembro 03, 2012
Heavenwood
Dos melhores videos que uma banda nacional jamais fez. Muito bom.
sexta-feira, agosto 31, 2012
Um conselho
Regras de elaboração de um relatório de actividades.
Talvez demasiado chatas e restritivas.
Mas uma coisa é certa: analisar e pensar na participação numa actividade qualquer, não é - repito: NÃO É - uma actividade de per se. Como tal, não se afigura como algo a constar de um relatório que, lá está, se dedica e debruça sobre....actividades. Pois se não é tal... Pensar em fazer NÃO é uma actividade. FAZER é que é uma actividade. Portanto, quando efectivamente participamos, activamente (cá está...) na actividade que antes analisámos apenas intelectualmente, AÍ SIM, está a realizar-se uma actividade. Actividade essa que, sim senhor deverá ser relatada num Relatório de Actividades. Parece simples. Mas se calhar não é. É como a "emissão de pareceres". Trata-se de uma actividade através da qual se emitem pareceres (parece ser óbvio pela designação), e não uma actividade pela qual se preenchem questionários e inquéritos. Acho eu, sei lá. É tudo muito difícil, muito complexo. Uma tragédia. Uma hecatombe intelectual.
quinta-feira, agosto 30, 2012
sexta-feira, agosto 24, 2012
Batman TDKR
Não há tempo para descrever o quão excelente este filme é. Uma conclusão perfeita para uma trilogia extraordinária que redefeniu por completo o universo Batman e dos filmes de super-heróis. Aliás, será difícil voltarem a pegar no Batman e fazerem melhor.
quinta-feira, agosto 23, 2012
TNFO

E eis o que roda incessantemente, no computador, no carro, no mp3 portátil. Não consigo parar de ouvir. Raio de disco infeccioso ou aditivo. Retro até mais não, sacado directamente dos confins dos anos 70, dos Deep Purple, dos Kiss, Rainbow, Boston, etc etc. Tudo aquilo que, nos dias de hoje, não é cool, mas que se lixe, pois é um disco fenomenal. Com membros dos Arch Enemy e dos Soilwork ao barulho é surpreendente como conseguem afastar-se radicalmente do metal extremo, por que são conhecidos e apresentar esta obra de melodia ultra orelhuda, quase pop e, até algum 'disco sound'... "West Ruth Avenue" é, realmente, uma das canções mais catchy de 2012.
terça-feira, agosto 21, 2012
sábado, agosto 18, 2012
Pessoa

Considerada em si mesma, a administração de Estado é o pior de todos os sistemas imagináveis para qualquer das três entidades com que essa administração implica. De todas as coisas “organizadas", é o Estado, em qualquer parte ou época, a mais mal organizada de todas (...). É preciso, contudo, que as sociedades, sejam o que forem, se governem; é forçoso que haja um Estado de qualquer espécie. E esse Estado é chamado a governar uma coisa que não sabe ao certo o que é, a legislar para uma entidade cuja essência desconhece, a orientar um agrupamento que segue (sem dúvida) uma orientação vital que se ignora, derivada de leis naturais que também se ignoram, e que pode portanto ser bem diferente daquela que o Estado pretende imprimir-lhe. Assim o mais honesto e desinteressado dos políticos e dos governantes nunca pode saber com certeza se não está arruinando um país ou uma sociedade com os princípios e leis, que julga sãos, com que se propõe salvá-la ou conservá-la (...). Viciosa, assim, em sua própria essência, a administração de Estado sofre ainda a viciação proveniente de ser exercida por e através do tipo de indivíduo que em geral forma o funcionário público. Salvo para as carreiras militares — em que há abertas especiais para a ambição e para a energia —, nenhum homem de verdadeira energia e ambição entra para o serviço fixo do Estado. Não entra porque não há ali caminho para a energia, e muito menos para a ambição. O novelista americano Nathaniel Hawthorne marca isto com extraordinário relevo no prefácio do seu romance "A Letra Encarnada". Formado, pois, de um conjunto de homens necessariamente inferiores nas suas qualidades de acção, o serviço público civil resulta universalmente incompetente e desleixado e, derivadamente em sociedades eivadas de qualquer vírus corruptor, mais corrupto que qualquer outro conjunto.
(in "Régie, Monopólio e Liberdade" - 1926)
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