segunda-feira, janeiro 06, 2014

Top 10 2013 [10 - 06]

E eis que chega mais uma vez de deixar para memória futura o meu top10 de 2013.

Pouco palavreado desta vez. O tempo é escasso e urge.

Este ano houve muitos lançamentos consistentemente bons. Foi difícil destacar imediatamente 10. Mas com tempo acabei por chegar aos que, de uma forma ou de outra, mais me encheram as medidas este ano que passou.

Sendo top10, muitos terão de ficar de fora. Mas não ficarão sem serem mencionados:

Avantasia
Artical
Reign of the Architect
Divinity Compromised
Michael Schenker's Temple of Rock
Mean Streak
Pink Cream 69
Place Vendome
Robert Pehrsson
Serenity
Shakra
Tierra Mystica
Tolkki's Avalon
Wolfpakk

Estes, em particular foram-me difíceis de deixar de fora. E quase todos, em certas alturas, "estiveram" no top. Mas pronto, escolhi outros. Surpreendi-me com o facto de decidir deixar de fora Place Vendome e Avantasia, pois são bandas que entraram sempre no top. Mas este ano, não sei porquê, não estive tão virado para eles, ouvi, gostei de ambos, mas não ouvi tantas vezes assim. Verdade seja dita que, deste ano que passou, os discos que mais ouvi foram os três primeiros, os restantes foram sendo ouvidos, aqui e ali, e foram os que acabaram por deixar marca.

Assim, sem mais delongas:

10. PRETTY MAIDS - "Motherland" 






09. MAGNUS KARLSSON - "Freefall"






08. TAKAYOSHI OHMURA - "Devils in the Dark"





07. DGM - "Momentum"






06. HELL - "Curse and Chapter"



quarta-feira, janeiro 01, 2014

Hello 2014!

Welcome 2014. Behave nicely please, or i'll introduce you to my little friend here...



2014, demos conta do teu mano mais velho...daremos conta de ti também. Mas desta vez não vamos andar com floreados!

terça-feira, dezembro 31, 2013

Bye bye 2013!


2013, chegaste e foste! Chegaste e atiraste-nos com tudo e mais alguma coisa para a frente e para cima de nós! Foste um ano determinante, sem sombra de dúvida, mas também um ano cheio de obstáculos e decisões e chatices e aborrecimentos e preocupações! Um ano que, a tantos níveis, uns realmente desnecessários, determinará os próximos anos, senão mesmo décadas. Mas, conforme já escrevi antes, a memória humana, ou pelo menos a minha, tem destas coisas...com o tempo, só o bom ficará à tona e, nesse campo, 2013, foste realmente bom, pelo que agradeço! Esperemos que o teu irmão mais novo que está aí a rebentar seja mais calminho e seja mais fácil de domar. Para já, 2013, chegaste e atiraste com tudo e mais alguma coisa para o nosso caminho. Mal ou bem, a verdade é que conseguimos contornar ou saltar por cima de tudo isso, e cá estamos! Somos três agora!

quarta-feira, dezembro 25, 2013

Merry Xmas!!!!!



E mais um! Mais um? Este ano, obviamente, será um Natal diferente, com tudo o que de bom e mau possa trazer! Bom, pelas razões óbvias, e por finalmente começar a voltar a fazer sentido, menos bom, pelo esforço de organização extra que acarreta! Mas, estou em crer que o lado bom suplanta e suplantará sempre daqui para a frente! Mais um Natal, mas um Natal diferente e um culminar de um ano super agitado! Valha-nos a música! Um Bom Natal a todos, o melhor possível!



segunda-feira, dezembro 09, 2013

Jup's Return

Twas that time of the year again. The unmistakeable scent of blooming mistletoe fluttered in the air, as well as the smell of Santa's Little Shop Toy Factory' chimneys starting to heat up. Jup knew or rather, felt it, even before he woke up. He eventually opened his eyes, slowly and realized the obvious: it WAS that time of year again. "Better wake up and smell the coffee!" he said to himself. He got up and reflected on what had come to pass in these last few years. 
Five years ago he felt quite jaded with all the events that surrounded this time of the year, despite all of his years of experience. Back then he had felt quite weary and tired, and not so happy with all of his Christmas chores in the factory. With all his obligations, shedules and responsibilities that burdened him during this period of the year, it came as no surprise then that he felt the way he felt then. But he eventually came through and managed to solve his problems or, better said, issues. He had a long talk with Santa and that helped. Just to take it out of his chest, put it out in the open. It helped. Santa realized he needed a happy, effective and functioning Jup, to solve all the details he couldn't deal with. Mainly because he took a month off before all the Christmas madness. Preparations now started earlier, in order to give everyone time to do all the work in time and peace, and that simple measure did wonders for Jup's state of mind. He could now organize things without that overwhelming feeling of helplesness that possessed him before. And all went well ever since.And this would be a very good way to finish Jup's story if not for the simple fact that it didn't really end there.
This year Santa decided to provide more help. The system was computerized for the first time, and Santa also promoted Jakk, another fellow gnome as Jup special helper for that time of year. But truth be told, Jup thought that Santa may over did it...things were fine and back in order, and probably these two new "solutions" didn't help as much as Santa may have thought. "Too much novelties to cope with!" thought Jup, but he had to make do with what he had.
Jakk was a good worker and willingly and happily wanted to help. But, inadvertedly, Santa burdened Jup with another set of decisions he had to make. Altough he was a good team worker he mainly did everything alone, not because he didn't trust the others, but because he felt things ran smoothly if he did everything. Sharing the burden of task management and organization looked fine on paper, but Jup thought otherwise. He didn't know how to deal with his "co-manager" in an effective way, and that was weighing on him, and making him slow, exactly the opposite of what was needed.
And let's not talk about the time he had to lose trying to learn and understand the computer stuff. "No presents for you Mr. Gates!!"
He prepared himself a hot cup of coffee and drank it slowly. "Nah...i'm ok with Christmas, i'm not tired of it anymore, but like this...it's not the same anymore...too much organization effort needed, and an effort not directed to the real purpose of what Christams should be about...it's not the same. It's different, and i'm yet to know if the difference will turn out to be for the better".
That was the real issue right there. Change. Maybe the fear of change on how things would be done form now on was scaring him a little. Not so much "scaring" in the real sense of the word, but somehing like a tired feeling of having to re-organize everything again, and lacking the energy to do it, and deal with all the new stuff that went by with it...
"Guess that's the way it's gonna be, so i'd better make the best of it, or, at least, make do with what i've got now." He finished his coffee, got dressed, picked up his tiny green spiky hat, and grab the door handle. "It'll all go down well. It simply has to!"
With a half sigh half deep breath, he opened the door and stepped outside, seeing almost immediately Jakk on the curb waiting for him, looking a bit uneasy.
"Let's rock and roll then, my friend, if i managed to get here, i'll manage to get further. I'll manage. We'll manage", he thought, with a faint smile, while closing the door behind him.

Gunther Dünn

sexta-feira, novembro 15, 2013

Amorphis



 


 Finlândia – a Terra dos Mil Lagos e um dos países europeus com maior taxa de exportação de música pesada. Apesar de ser atualmente uma das “potências” com mais força no que toca à produção de heavy metal em todas as suas vertentes, as coisas nem sempre foram assim e, durante a primeira metade dos anos 90, os AMORPHIS foram cruciais na tarefa de levar ao mundo o metal finlandês com discos incontornáveis como «Tales From The Thousand Lakes» ou «Elegy». Antes dos Nightwish, dos Children of Bodom ou dos HIM, já os AMORPHIS estavam lá e, ao longo de uma carreira que por esta altura já ultrapassou a marca das duas décadas, o coletivo oriundo de Helsínquia conseguiu conquistar o seu lugar de destaque no panteão do som de peso. 
Agora, depois de um regresso apoteótico aos palcos nacionais para uma atuação marcante na edição de 2010 do Vagos Open Air e de dois concertos em nome próprio no ano seguinte, o quinteto vai estar novamente de volta a Portugal, desta vez para um espetáculo único integrado na Circle World Tour. Depois de terem comemorado o vigésimo aniversário há três anos e entrado na segunda década de carreira com o pé direito e uma vitalidade impressionante, bem espelhada no muito aclamado «The Beginning of Times», os AMORPHIS estão de regresso aos discos e aos concertos com o 11º registo de estúdio. 
Gravado pelo reputado Peter Tägtgren, «Circle» é já o quinto disco com Tomi Joutsen no lugar de vocalista e mais uma excelente prova de que, hoje em dia, o sexteto – que fica completo com Esa Holopainen e Tomi Koivusaari nas guitarras, Niclas Etelävuori no baixo, Santeri Kallio nos teclados e Jan Rechberger na bateria – ainda soa tão relevante como quando saiu do underground para conquistar o mundo com a sua abordagem muito sui generis ao death metal. 
Com a regularidade que já se lhes conhece, os finlandeses não perderam tempo depois de terminarem a sua muito bem-sucedida última digressão mundial e fecharam-se na sala de ensaios a compor novo material. Saíram de lá com nove temas bem compactos e refrescantes debaixo do braço, com a figura de um homem entre o abismo e a salvação, que usa a sabedoria dos deuses finlandeses para encontrar o seu rumo, a servir-lhes de inspiração. Com o seu híbrido de elementos obscuros, étnicos e progressivos há muito cimentado, o grupo saca um coelho da cartola e continua a surpreender muito graças à sua capacidade de reinvenção dentro do nicho que criaram para si próprios nos idos da década de 90 – «Circle» é o primeiro disco desde «Far From The Sun», de 2003, a não ser produzido por Marco Hietala (dos Nightwish e Tarot) ou baseado no “Kalevala”, o épico nacional finlandês. 
O resultado mostra um ligeiro incremento de peso em termos gerais e, simultaneamente, prova que a banda não perdeu nem um grama do espírito experimental que sempre a caracterizou. Longe de marcarem um retorno às raízes mais agrestes, até porque este é um daqueles grupos que nunca se deixou prender demasiado pela nostalgia, canções como a imprevisível «Hopeless» ou a épica «Enchanted By The Moon» misturam com uma classe considerável ingredientes já conhecidos com outros novos, numa muito inteligente e progressiva combinação do que fizeram de melhor nos anteriores «Skyforger» e «The Beginning of Times». Infalíveis na qualidade da composição, dos arranjos, da execução e do sentimento que imprimem a tudo aquilo que fazem, os AMORPHIS são um caso raro de talento e longevidade criativa. 

BIOGRAFIA AMORPHIS: 

A dar cartas, primeiro a nível underground e, poucos anos depois da formação em 1990, na cidade de Helsínquia, em massa, os Amorphis são um nome incontornável do boom do metal europeu da década de 90. O grupo inicialmente formado por Tomi Koivusaari (guitarra e voz), Esa Holopainen (guitarra), Olli-Pekka Laine (baixo) e Jan Rechberger (bateria) tomou de assalto a cena com a maqueta «Disment Of Soul» e assinou rapidamente contrato com a Relapse, que disponibilizou «The Karelian Isthmus» em 1993. Apenas um ano depois, com a edição do magnânimo «Tales From The Thousand Lakes», a banda transformou-se num verdadeiro fenómeno. Mais embrenhados no seu death metal progressivo em que os teclados começavam a ter um papel cada vez mais preponderante e utilizando pela primeira vez o épico nacional “Kalevala” como fonte de inspiração lírica, os músicos gravaram aquele que é um dos mais revolucionários e inovadores discos de death metal da década de 90. As digressões tornaram-se mais frequentes, várias passagens pela Europa e a primeira incursão pelo território norte-americano permitiram-lhes espalhar a mensagem para fora do seu país. O álbum seguinte, «Elegy», sucedeu a alguns ajustes a nível de formação e direção musical. O novo vocalista, Pasi Koskinen, adaptava-se na perfeição à música progressivamente mais centrada nas teclas, nos sons psicadélicos de guitarra e em belíssimos arranjos vocais. Três anos depois, «Tuonela» aproximou esta nova abordagem musical da perfeição – uma mistura contagiante de heavy, death e doom condimentada por diversas influências exteriores ao metal, incluindo folk, prog e psicadelia. «Am Universum» viu-os mergulharem de cabeça nas suas tendências progressivas e «Far From The Sun», de 2003, mostrou-os a explorar influências étnicas e a canalizar um espírito muito Pink Floydesco. Durante a segunda metade de 2004, o carismático Koskinen decidiu abandonar o projeto e foi rapidamente substituído pelo desconhecido Tomi Joutsen. «Eclipse» o primeiro fruto desta nova formação, surpreendeu muita gente, sobretudo pela forma como apresentou uma banda revigorada e a mostrar que ainda tinha muito para dar. O disco entrou para a tabela de vendas finlandesa e tocaram-no ao vivo por toda a Europa frente a plateias rendidas. Tomi, por seu lado, parecia ter injetado energia renovada nos Amorphis e «Silent Waters» (de 2007) revelou-se o disco mais bem-sucedido de sempre na carreira dos finlandeses. O grupo não só tocou em todos os grandes festivais de Verão como ainda fez digressões em toda a Europa, Rússia, Estados Unidos, Canadá e Japão. Pode parecer incrível, mas «Skyforger» (de 2009) levou-os ainda mais longe. O álbum, assim como o single «Silver Bride», entrou diretamente para o primeiro lugar da tabela de vendas finlandesa e o sexteto foi pela primeira à América Latina, seguindo-se a Forging Europe Tour no Outono. Comprovando a vitalidade de que goza desde a mudança de vocalista, os músicos focaram-se na gravação de temas do seu fundo de catálogo para a coletânea «Magic & Mayhem – Tales From The Early Years» e, sem perder tempo, gravaram o sucessor do muito bem-sucedido «Skyforger». «The Beginning Of Times» foi gravado por Marco Hietala (dos Nightwish e Tarot) no seu estúdio caseiro em Kuopio e, posteriormente, misturado pelo reputado Mikko Karmila. O disco chegou aos escaparates em Maio de 2011 e, no mês seguinte, a banda embarca na extensa The Beginning Of Times Tour. Muitos concertos, aplausos, salas esgotadas e dois anos depois, os Amorphis lançam finalmente «Circle», o 11º álbum numa carreira brilhante.

terça-feira, novembro 12, 2013

Muitos dizem que a lei é "chinês". E, em boa verdade, depois de tantos anos a lidar com a dita, devo dizer que está cada vez pior. Mas era escusado ser tão figurativo!

sexta-feira, novembro 08, 2013

The Power of Words

"It's not what you say that matters...sometimes it's how you say it"...for the better and for the worse.

segunda-feira, novembro 04, 2013

domingo, novembro 03, 2013

Orphaned Land @ Santiago Alquimista


Grande, grande concerto de uma banda que cada vez soa e está melhor e mais interessante. Venham mais!