segunda-feira, dezembro 05, 2005

Candidatos III

Lança de Carvalho

É de Cascais e é controlador de tráfego aéreo, uma profissão, ao que parece, altamente desgastante. Não afirma nada de bombástico ao que parece, mas parece que, se lermos nas entrlinhas veremos facilmente que este senhor não será uma boa escolha para o Povo. Naturalmente, sendo de Cascais, revela-se averso a arraiais e tudo o que tenha um cariz mais ou menos popular. É o que se depreende quando afirma que concorre para ter um País, em vez dese arraial mais ou menos anárquico em que vivemos.
Será no entanto uma mais valia para os contactos internacionais, uma vez que tem o único nome traduzível em inglês:
“Ladies and gemtlemen. His Excellency the President of Portugal, Mr. Oak Spear!”

Luís Botelho Ribeiro

Este professor auxiliar de electrónica industrial que aprofundar o “espírito de Guimarães”, transferindo a Presidência para aquela cidade, para os Paços dos Duques de Braçança. Não sei o que diria o Afonso Henriques ao ver um tão mau uso dado às reais habitações. Mas quer-me cá parecer que isto é uma subcandidatura encoberta do PPM. Assim que o Botelho se instalasse lá em Guimarães chamava logo o nosso “rei” para tomar conta da lida da casa e do país. No fundo, votar em Botelho é votar no golpe de Estado monárquico. Importante tb é a proposta de incluir as cruzes das caravelas na bandeira nacional. Agora é que vai ser uma confusão.

Luís Filipe Guerra

É o secretário-geral do partido Humanista. Um partido bonito mas algo tótó para o comum português. E complexo também. Diz-nos o Advogado (mais um) que a sua candidatura visa “superar os modelos individualistas salvacionistas ou de inspiração neo-liberal”....hãããã? Condena qualquer discriminação e qq forma de violência. É bonito sim senhor. Mas não te esqueças que se fores eleito vais ser o Comandante em Chefe de todas as Forças ARMADAS!

Manuela Magno

Esta senhora é, repito, muito simpática. Professora de música, maestrina, doutorada em música pela Universidade de Columbia, licenciada em Física Nuclear pale Universidade de Lisboa, parece ser bastante inteligente, e parece acreditar que irá fazer relmente a diferença. Se calhar ainda ninguém lhe disse que Portugal não tem poder nuclear, mas pronto. “Educação, Ética e Eficácia” é o cerne do seu programa para a política nacional. Simpática senhora, já vos disse? Esta senhora, quando fez 50 anos ofereceu a si própria uma Constituição Anotada e leu-a de fio a pavio. Parece estar preparada para o cargo e para as grandes secas que o mesmo comporta. É mesmo simpática. E não estou a ironizar.

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