Shivan em acção no Sábado passado. Juntamente com os Artworx, uma das melhores bandas nacionais ainda sem contrato ou edições. Os concertos dos Shivan são sempre celebrações de heavy metal puro e duro. Espera-se um disco, ou qualquer coisinha gravada, please.
Quarta-feira, Novembro 25, 2009
Shivan
Terça-feira, Novembro 24, 2009
yup
Don't waste your time always searching for those wasted years
Face up...make your stand
And realize you're living in the golden years
Segunda-feira, Novembro 23, 2009
Sábado, Novembro 21, 2009
Quarta-feira, Novembro 18, 2009
The Nothing Maker
He doesn't make shoes
Or design a new shirt
Or take photographs
But no one gets hurts
And he doesn't look trendy
Like guys in magazines
You won't see him at parties
He's not the face behind the scene.
He makes nothing
He's the nothing maker
He's the maker of nothing
He's the nothing maker
And he doesn't paint pictures
Or write poetry
Or act on a stage
For others to see
and he don't expect much
Santa Claus knows
Cause he doesn't make lists
Of toys and new clothes.
He makes nothing
He's the nothing maker
He's the maker of nothing
He's the nothing maker
Everyone's chasing
A reason to live
Mostly they take more than they give
The succeeder justifies
Why he's better than the rest
He believes his own lies
And thinks he's the best...
...but my guy
Doesn't make movies
To suit an audience's whim
He lives by a code
Known only to him
And he doesn't make money
to buy watches and cars
Cause there's no time and no place to go
For a man who has nothing to show
He makes nothing
He's the nothing maker
He's the maker of nothing
He's the nothing maker
On the new album, The Nothing Maker celebrates the life of an ordinary person, someone who isn't interested in being a rock star or any other kind of artist.
What i was getting at is that art is so overrated these days. I hate the way everyone judges people by the art they create or collect or like. Some people spend more money on a painting of a horse than they would on a real horse but, frankly, which is more beautiful? (...)
So the records we choose to buy say something about us?
Not really. They don't tell people who you really are. If i say i like Maria Callas and Elvis Presley it tells you that i'm an awesome chick but ultimately it's just musical taste. It doesn't tell you the important stuff like "is this person kind?" I'm not saying i'm not judgemental about people's tastes, because i am. But my cultural tastes still don't tell you who i am as a person.
Interessante entrevista da Chrissie Hynde na Classic Rock, a propósito de várias coisas, entre as quais o último álbum dos The Pretenders, "Break Up The Concrete". A música não me diz muito confesso, mas a letra, e a ideia por trás da mesma é muitíssimo interessante. É a primeira vez que reparo numa canção que retrata a vida de uma personagem que é o antítese da estrela de rock ou do artista. O "ordinary man", alguém que, pelos vistos, se está a tornar o verdadeiro "artista revolucionário" dos dias que correm. Alguém que ousa não ser diferente, alguém que não sente a pressão exterior e vive pelo seu próprio código. Se o Lennon cantou sobre o "Working Class Hero", os Pretenders sobem a fasquia cantando sobre o "ordinary hero".
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Terça-feira, Novembro 17, 2009
One Last Goodbye
Tantos concertos (quantidade obscena mesmo) que já passaram, e uns quantos que ainda estão por vir, e a memória volta-me sempre a este em particular. Não sendo o maior fã de Anathema a verdade é que é impossível não reconhecer a excelência deste concerto, e o momento único e especial que ali se criou, em especial, nesta "One Last Goodbye", tocada pelos irmãos Cavanagh no piano e na guitarra. E, salvo erro, foi o único concerto em que tive *mesmo* de me virar para trás e mandar calar dois jovens que se entretinham num teca-teca-teca interminável. Vá lá que pediram desculpa. Várias vezes. Ainda há esperança na humanidade! :D
Segunda-feira, Novembro 16, 2009
The voices in my head made me do it!
E o Backmasking? Já não deverá provocar a mesma polémica que provocava aqui há anos. A técnica de esconder mensagens invertidas nas canções e discos (mensagens supostamente perversas, maléficas e satânicas mesmo) popularizada pelos The Beatles primeiro (acho) e, mais notoriamente pelos Led Zeppelin na "Stairway to Heaven" (repleta, ao que parece de mensagens subliminares invertidas apenas apreendidas pelo subconsciente), seria algo mais aceitável nos dias de hoje.
Pelo menos o Sr. Paul McKenna não tem qualquer problema em assumir que pretende lavar e controlar os cérebros dos seus leitores. Talvez para criar um exército de autómatos orgânicos e conquistar o Mundo, quem sabe...Pelo menos é isso que ele anuncia no subtítulo do livro. Também nisso já não há pruridos em assumir a verdade. Seja como for, e como se vê, este livrito traz já um cd de "programação da mente". Pode ser que isso depois possa servir em Tribunal...."Sr. Dr. Juiz, não me lembro de nada. Lembro-me de comprar um livro que trazia um cd, pus-me a ler e a ouvir o dito cd e a partir daí é o blackout. Quantas pessoas disse mesmo que eu atropelei?"
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