segunda-feira, julho 30, 2012

Grand stand


Against everything, against everyone. Here i make my grand stand, final as it may be, but my own. Sticks and stones may be thrown but they will only find my broad frown, proud and defiant, standing tall like a mountain. Be gone from here, or try as you may, but what does not kill me will only make me stronger. Here is my final frontier, where i stand fast and draw the ultimate line. From here on only strenght and pain you'll find. So try your best and brace yourself, for Hell may be what you find. My innerself, my fortress. Try at your own will but be warned here i stand self assured and certain of what made me who i am. Rocks may crumble, foundations may shake, but i will not falter. Try your best, and prepare for the worst. Here i make my grandstand.

Gunther Dünn

Crossings

E por mais vezes que o desapontamento e desilusão nos tenha atravessado o caminho, nunca se está realmente preparado para novos atravessamentos. Not worthy.

quarta-feira, julho 25, 2012

Wrath of the Titans


O Cine Troika patrocinou este filme, não só pelas razões habituais, mas também, e de certa forma principalmente, porque o filme anterior, de 2010 "Clash of the Titans", remake do filme de 1980 tinha deixado muitíssimo, mas muitíssimo mesmo, a desejar. Visionar a sua sequela pelos meios ditos normais e desejáveis estava fora de questão.
Como tal optou-se pela ida ao Cine Troika. Em bom rigor devo dizer que esta sequela, ao contrário do que é habitual, é consideravelmente superior ao filme anterior. Denotei com especial satisfação que algumas das críticas que fiz ao primeiro já não se pões aqui: Liam Neeson (Zeus) e Ralph Fiennes (Hades) têm aqui uma participação muito mais desenvolvida e fundamental. E o humor foi acentuado graças às personagens de Bill Nighy (Hefestos) e Toby Kebbell (Agenor). Torna-se, assim, um filme muito menos sisudão e "cheio de si mesmo" como era o anterior.
Em termos de história nota-se uma maior preocupação em apresentar algo que exija mais das células cinzentas (embora desgraçadamente siga mais ou menos a mesma trama de "Immortals", nomeadamente a fuga dos Titãs do Monte Tártaro, o combate com os deuses do Olimpo, etc etc, blá blá).
Portanto, é um filme que se visionamentaliza de forma muito mais agradável que o anterior.
Porém, apenas está um ou dois furos acima desse. Demasiados efeitos especiais que, mais uma vez, são excelentes sim senhor, mas que, epá, pronto, tomam conta do filme (o que já vem sendo apanágio de muitos filmes), e acaba por fazer com que a tónica dominante seja colocada noutro lugar que não a história ou os personagens. Mas enfim, pronto. Vê-se.


sexta-feira, julho 06, 2012

Quer-se dizer...


...epá, não sei, mas parece-me mal, afinal de contas, são roupas para criança meus senhores! Serei antiquado ou bota-de-elástico? Pelo sim pelo não, e em defesa dos bons costumes e da boa educação, achei por bem censurar a palavra feia.

segunda-feira, julho 02, 2012

Self Made Man




Aí está um tipo que te algo a dizer, para além dos lugares comuns do costume. Achei interessante.

domingo, julho 01, 2012

Iron Sky


Interessante objecto cinematográfico este que visualizei no Cinema Troika o outro dia. Primeiro porque se trata de uma co-produção finlandesa/alemã/australiana, depois porque, se bem percebo, foi também financiado através de inúmeras doações individuais. A sua passagem pelos grandes ecrãs foi reduzida, mas, outro facto curioso, o próprio site oficial do filme tem uma secção chamada "Demand to see Iron Sky", onde, basicamente, recolhem assinaturas de todo o Mundo, de pessoas que apoiam o lançamento do filme nos seus países. Lisboa já tem 153 assinantes, o que, convenhamos, não é nada mau.
Quanto ao filme, baseia-se numa premissa tão simples como genial. No final da Segunda Guerra Mundial, um bando de Nazis foge para o lado obscuro da Lua onde estabelece uma colónia e tratam da sua vidinha nazi.
Obviamente que isso não dura para sempre e o facto de serem inadvertidamente descobertos desencadeia toda uma série de episódios rocambolescos, envolvendo um astronauta negro "arianizado" (don't ask lol), um iPhone capaz de pôr uma arma de destruição maciça nazi em andamento, não fosse ter ficado sem bateria e uma sósia da Sarah Palin como a inepta presidente dos EUA, entre outros 'bombons'.
Há um ambiente de "Dr. Strangelove" de Kubrick, mais lunático, mas não tão irónico.
A ideia é excelente, mas, temo dizê-lo, perde-se a meio caminho. Como li algures, "há poucos nazis" na história.
Em termos de efeitos visuais é realmente excelente e um "colírio para os olhos", mas quer-me cá parecer que se deu mais relevância ao que se vê do que ao que se quer contar. Obviamente que se trata de uma sátira ao mundo ocidental e ao seu equilíbrio precário de poderes e, lá terá de ser, ao sistema político americano. Ou seja, não se trata tanto de um filme-catástrofe com hordas nazis a invadirem a Terra, o que, por um lado, seria bem mais divertido.
Porém, a ideia que lhe está no cerne vale o tempo empregue a visionamentalizá-lo, sem dúvida.


sábado, junho 30, 2012

Milton


Duvido grandemente (lol) que consiga ouvir esta, pelo que fica aqui para memória.




Angra+Milton Nascimento - "Late Redemption"

You wasted all your chances
To find yourself lost and lonely
Were so foolish
You were selfish
Much too blind to realzie
You messed up your own life...

Eu vou contando os dias
E já, já não tenhomedo
Eu lhe peço
Eu imploro
QUando a minha hora chegar
Meu descanso minha paz

Cante uma canção desconhecida
Posioning with hope
the hearts around you
Plante mais lembranças na sua vida
Death is calling you
(Now or never!)
Nada além do amor é o que parece
Please the ones you love
before you miss'em
Toda a minha dor na minha prece.
Win my chances back cause
Life is short but it's never late!

Tempo que passou
It's time to find Redemption
Não vai mais voltar
Only love defies the Resurection
Tudo que se foi
Mark my words: God's abandoned this
world!

Would I live again?
What's the new religion? Yeah!
And what shall be the bread?
Really I don't give a damn!
never wanna live again
In this vain emotion
Over for me!

Sing a lullaby now I remember
Tempo que se foi e não se esquece mais
Memories are twisting in my mind
Win my chances back
Cause life is short but it's never late

Tempo que passou
It's time to find Redemption
Não vai mais voltar
Only love defies the resurection
Tudo que se foi
Mark my words: God's abandoned this
world!
Toda a minha dor
My destiny is over
Nunca vai voltar
And this hope above your
comprehension
Tempo que se foi
Is the love you've been dreaming so
lon
Over for me.
Nunca...
...tudo se acabou.


sexta-feira, junho 22, 2012

a babar

Troikas e quejandos: 2013 é ano de Iron Maiden. Dê lá por onde der.....

segunda-feira, junho 04, 2012

Avengers


Aparentemente a Marvel continua a acertar na mouche com as suas adaptações ao cinema. Já tinha revolucionado o conceito com os filmes "a solo" anteriores, dando pistas aqui e acolá, tecendo ténues, mas existentes, fios de narrativa entre um filme e outro, até culminarem neste "Avengers" que, convenhamos, tinha a receita toda para o fracasso. É que, por norma, juntar várias destas personagens é meio caminho andado para fazer dum filme uma salganhada total, sem grande nexo. Veja-se o caso do terceiro "X-Men", em que a profusão de mutantes, heróis e vilões, tornou o filme uma obra pesada, desconexa e algo desnecessária. Uma pena tendo em conta a relativa contenção e parcimónia exercida nos anteriores volumes. Porém, alguém na Marvel e respectivos estúdios fez alguma coisa certa e, inacreditavelmente, conseguiu inovar neste campo.
A inovação residiu precisamente na preocupação da Marvel em transpor para o cinema não só UMA história e UM "palhaço fantasiado", mas sim o de criar uma dimensão humana paralela, criando um Universo próprio, que se cruza e influencia. Exactamente como acontece nos comics. Foi assim que, aos poucos, experimentando aqui e acolá, foram lançando pistas do que "poderia ser feito" caso os filmes isolados tivessem o sucesso que era esperado. "Hulk", "Thor", "Iron Man" e o "Captain America" foram filmes que tiveram esse sucesso e, ao mesmo tempo, forneciam entretenimento de boa qualidade.
Eis-nos portanto chegados ao filme que os junta, e ao culminar de uma fase que levou alguns anos a construir. E que grande diversão é o raio do filme. É, concedo, um filme com muitíssima mais acção e "porrada" que os anteriores, mas a verdade é que tem de ser assim. É essa a justificação dada para ter sido formada uma equipa como aquela: o facto de haver uma situação que exige pesos pesados capazes de "bater a sério". Afinal de contas a "caracterização" das personagens já foi feita e bem estabelecida nos respectivos filmes, pelo que aqui não há essa necessidade podendo partir-se, quase de imediato, para a acção propriamente dita. Naturalmente que isso, para o incauto espectador, poderá fazer com que o filme perca algumas das características que os outros tiveram e que, aqui, não há tempo, ou necessidade de voltar a frisar.
Seja como for, o humor não deixa de estar presente, o que é sempre uma mais valia. Um bom filme. Aguardemos pelo Iron Man 3 que, ao que se diz, inaugurará uma nova fase de filmes.

sábado, junho 02, 2012

WTF!?

No brilhante filme de animação de 2008 ”Wall-E”, a Humanidade, após ter abusivamente esgotado os recursos da Terra decide abandonar o planeta em massa, deixando para trás robots a tratar da limpeza. Séculos depois, na gigantesca nave que congrega os descendentes dos humanos que fugiram para o espaço, encontramos uma série de pessoas morbidamente obesas, sofrendo de graves perdas de massa óssea e totalmente dependentes da tecnologia para sobreviverem, em especial uma espécie de poltrona flutuante que é essencial para a sua deslocação, uma vez que o extremo peso e fraqueza óssea já nem sequer lhes permite que se mantenham em pé. Nessa poltrona, basicamente fazem tudo. Uma imagem:


A Humanidade é assim retratada como uma raça de ociosos e obesos, totalmente dependentes de máquinas para sobreviverem, uma raça mal educada e mal habituada, gordos que não têm qualquer utilidade. A gordura extrema e o facto de necessitarem de um veículo para se deslocarem simboliza o estado de degradação total a que chegaram. Pelo menos é o que me parece.

Por isso pergunto: What.The.Fuck.Is.This?





Publicado em 16/05/2012 15:35
Honda apresenta novo veículo elétrico individual
O 'UNI-CUB' é como uma cadeira ambulante que movimenta pessoas a 6 km por hora


A Honda apresentou um veículo elétrico pessoal “UNI-CUB” através do qual, uma pessoa sentada pode movimentar-se. O motorista, sentado como se estivesse numa cadeira, pode mover-se a 6 km por hora no máximo. Para dirigi-lo, basta inclinar um pouco o corpo para a direção que deseja ir.
O 'UNI-CUB' tem 74,5 cm de altura e funciona com duas rodas: uma de acionamento debaixo do corpo e outra pequena na parte traseira do veículo. Funciona com uma bateria de íon de lítio.


MEDO.