sexta-feira, setembro 23, 2011
quinta-feira, setembro 22, 2011
quarta-feira, setembro 21, 2011
terça-feira, setembro 20, 2011
segunda-feira, setembro 19, 2011
The Meaning of I - Seize The Day
SEIZE THE DAY
Time for you to try something new
Come on it's
Time for you to arise from the blue
Time, time for the tears to dry
Time for the years to go by
Time for the years to arrive
And so
I saw the sign from a million miles away saw the sign
Take it all and seize the day
Take it seize the day
Take it and seize the now,
Now that I'm all on my own
Now that I do this alone
Now that I go down the path of self I
See, see that I planted the seed
Tore all this poison from me
Tore all this poison from me and so I
Saw the sign from a million miles away saw the sign
Take it all and seize the day
sábado, setembro 17, 2011
quinta-feira, setembro 15, 2011
quarta-feira, setembro 14, 2011
Can't Bring Me Down!
What the hell's going on around here?
First off-let's take it from the start
Straight out-can't change what's in my heart
No one-can tear my beliefs apart, you can't bring me
You aint-never seen no one like me
Prevail-regardless what the cost might be
Power-flows inside of me, you can't bring me
Never-fall as long as I try
Refuse-to be part of your lie
Even-if it means I die, you can't bring me
You can't bring me down!
terça-feira, setembro 13, 2011
Son of a bitch
You know what? It's a bitch of a place to be.
sexta-feira, setembro 09, 2011
See me rise
See me rise, the mighty Surt
Destroyer of the universe
Bringer of flames and endless hurt
Scorcher of men and earth
quinta-feira, setembro 08, 2011
Grr
Nos idos de 90 era costumeiro, uma vez por outra, recorrer aos simpáticos Pantera para purgar ou exorcizar algum ódio ou raiva mais ou menos entalada no goto. Uma canalização de energia útil. Acho que vou tirar estes discos da prateleira e desempoeirá-los.
quarta-feira, setembro 07, 2011
Old School
A small, but heartfelt, tribute to friendship and whatever. Here's a video comprised of pics from all over, from everywhere, from everyone, and spread in time. A somewhat softy video which i, probably, will look upon with severe embarrassment in the near future. Oh well, that's the way to go for old farts!
\m/ >< \m/
terça-feira, setembro 06, 2011
Captain America
Em 1990 foi feita uma adaptação que aluguei num dos imensos clubes de video que por aí pululavam. Era terrível. Mal feito e mal adaptado, punham o Capitão América na Sicília dos anos 90 a combater a Máfia, chefiada pelo Red Skull, que de red já não tinha nada. E sim, cometeram o erro crasso de dotar o actor de um fato de espuma igualz ao dos desenhos...Se já era estranho nos livros, em filme parecia mesmo...errado.
Felizmente, este novo Captain America não comete nenhum destes erros. A Marvel continua, assim, a fazer adaptações de sucesso e com o cuidado de agradar aos fãs sem descurar o restante público. Assim, o Captain America de Joe Johnston (que já tinha feito um filme assaz agradável com "Rocketeer", também passado nos anos 40, com o nazismo como pano de fundo), revela-se um excelente filme de aventuras, onde a preocupação foi a de fazer um filme com alguma profundidade (a possível num filme de aventuras) e história. É assim que, felizmente, a tónica dominante é posta no alter ego Steve Rogers, mais do que na figura fantasiada. Antes de ser um tipo vestido com uma roupa de cores berrantes, havia o homem, escolhido não pela sua especial preparação física, mas, pelo contrário, pelos seus valores, dedicação e abnegação.
Verdadeiro golpe de mestre e, para mim, a solução perfeita para fazer esta adaptação resultar, foi a opção de colocarem a narrativa em plenos anos 40, anos em que a personagem foi criada. Interessante também, a inclusão na narrativa do verdadeiro propósito da criação da personagem nos idos de 40, ou seja, uma mera figura promocional, de merchandising do Exército, se assim se pode dizer. É aí que o vemos com o uniforme tradicional, uma espécie de bobo/actor que debita as frases comerciais que lhe ensinam. Felizmente também optaram por lhe dar uma versão mais sóbria e justificada do uniforme tradicional (coisa que parece que já não acontece com tanto efeito no futuro "Avengers", mas logo se verá), evitando figuras embaraçosas.
De resto, o Chris Evans, surpreendentemente, consegue credibilizar a coisa e o Hugo Weaving, com mais uma máscara em cima, mostra, novamente, como é um dos melhores actores da actualidade.
Enfim, nada de novo aqui, não revolucionará o cinema, mas que é um filme que se vê com muito agrado, lá isso é. Típico filme série-B, descomprometido, sem pretensões a ser mais do que um filme divertido. bem feito.
segunda-feira, setembro 05, 2011
domingo, setembro 04, 2011
terça-feira, agosto 30, 2011
segunda-feira, agosto 29, 2011
!!!!
sexta-feira, agosto 26, 2011
quinta-feira, agosto 25, 2011
quarta-feira, agosto 24, 2011
The Way Back
"The Way Back" relata a fuga de um grupo de sete prisioneiros de um gulag na Sibéria em 1940, bem como a sua jornada ao longo de milhares de quilómetros por cinco países hostis. Durante um duro e longo ano, numa luta diária para manterem as suas vidas e a sua sanidade mental, vão ter de percorrer sete mil quilómetros a pé, atravessando o deserto de Gobi e a cordilheira dos Himalaias, para conseguirem chegar à Índia.
O filme inspira-se no livro de memórias do polaco Slavomir Rawicz, "The Long Walk: The True Story of a Trek to Freedom", cuja veracidade tem sido, nos últimos anos, posta em causa. Seja como for, real ou não, há aqui matéria para um excelente filme, especialmente com Colin Farrell, Jim Sturgess, Mark Strong e, acima de tudo, o grande Ed Harris, nos papéis principais.
Infelizmente, Peter Weir não conseguiu fazer um Excelente filme. É apenas um bom filme. Algo falha na contagem desta história épica de uma caminhada gigantesca, numa sucessão de provações subhumanas. Faltou algo que me fizesse ficar sem fôlego e mais desconfortável. Afinal tratou-se de uma odisseia impressionante e, afinal de contas, superhumana.
Está tudo lá, todos os elementos necessários, mas faltou, acho, algo que criasse entre as personagens e o espectador uma ligação mais profunda. Falta uma maior construção das personagens, verdade seja dita. A de Ed Harris basta ser interpretada por ele... A de Jim Sturgess, tem alguma falta de chama, sendo ele, afinal, o líder da fuga. Os restantes...sinceramente tornaram-se difíceis de distinguir. No entanto, é de destacar o sacana do Colin Farrell que me está a fazer engolir tudo o que já disse de mal, pois está-se a tornar um actor com algum carisma....e esta hem?
terça-feira, agosto 23, 2011
X-Men:First Class
Mais um filme inspirado nos mutantes da Marvel. Infelizmente não produzido pelos estúdios respectivos, tal como o "Spider-Man", pelo que ficam de fora do conceito universal que estes estúdios têm construído ultimamente. Seja como for, após a salganhada do "X3" e do "assim-assim" do "Wolverine", este "First Class" surpreendeu e muito.
O poster ali em cima não será, certamente, o mais indicado para promover um filme dos X-Men, mas a verdade é que tem o benefício de nos recordar que a ideia original para este filme era continuar o tema das "origens" de certas personagens. Se anteriormente tivémos a origem do Wolverine, desta feita seria a origem do Magneto, uma das personagens mais interessantes da narrativa, por ser a personagm menos "preto no branco" de todas. Aparentemente um vilão, mas com razões para isso e uma agenda própria, Magneto tornou-se mais que um mero "comic book vilain", egocêntrico e megalómano. Tal como diz o poster, antes de Magneto havia o homem.
Infelizmente, desistiram da ideia de centrar o filme nesta personagem e reapresentaram a origem da equipa. É uma pena, pois ao ver o trabalho do brilhante Michael Fassbender, não pude deixar de pensar que mais desta abordagem teria sido muito mais interessante. Mas pronto, pressões de marketing, decerto. Nos dias que correm é difícil "vender" uma personagem que não é "um dos bons", embora também não seja "um dos maus", ou um "mau justificado". Adiante.
Apesar disso este é bem capaz de ser um dos melhores filmes da franquia "X-Men". Porque, apesar de se centrar na origem do grupo, a verdadeira enfâse foi colocada, efectivamente, no passado, e origens de Xavier e Lensherr, o "Professor X" e "Magneto" do futuro. O filme acaba por se centrar no background e origem de cada um, mostrando como durante um certo tempo os dois homens partilharam uma visão comum, a existência pacífica da sua raça, embora não os meios de a alcançar, nem o resultado final. Em consequência, a sua amizade e ideiais comuns acabam por se desfazer ao longo do caminho, fruto de interpretações e abordagens diferentes desses ideais.
Significa isto que os restantes "x-men" e quejandos tornam-se supérfluos e servem apenas para dar o colorido e acção expectáveis num filme deste. Mas Fassbender e MacAvoy podiam, perfeitamente, carregar ainda mais o filme. Especialmente Fassbender na parte em que se dedica a caçar ex-nazis pelo Mundo fora. Mais disto também teria ficado mais interessante...
Interessante opção foi também a de colocarem o filme, cronologicamente, nos anos 60 (época da criação dos X-Men em papel), no auge da crise nuclear dos mísseis de Cuba...ou não fossem os "X-Men" apelidados de "filhos do átomo".
Tudo isto considerado, um bom filme sim senhor.








