Mais detalhes...mais tarde....se me apetecer!
sexta-feira, junho 29, 2007
quinta-feira, junho 28, 2007
quarta-feira, junho 27, 2007
Time Machine
Sim, antes que perguntem, há um careca em cada foto, mas são diferentes. Um é australiano e o outro americano. Dos Midnight Oil já por aqui falei em barda, não vale a pena estar a repetir o testamento que escrevi sobre estes australianos. Infelizmente estes já não devo ver porque já acabaram. E mesmo que o não tivessem seria difícil deslocarem-se a Portugal para dar um concerto para meia dúzia de pessoas. Já o Satriani é diferente...
Enfim, não me lembro o que chamou a atenção para a música dele, mas a verdade é que foi em 1993 que recebi a colectânea de raridades e disco ao vivo "Time Machine" e gostei. Era algo novo: música instrumental, rock instrumental. Comprei a trilogia obrigatória "Surfing With The Alien", "Flying In A Blue Dream" e "Extremist", mais os restantes. e vi-o ao vivo em 1995 na primeira parte dos AC/DC no Restelo. Deu um bom concerto, surpreendendo-me até a mim, que não espereva tanta energia num simples concerto instrumental. Foi aí que descobri a razão fundamental que distingue o Satriani dos outros guitarristas solo e virtuosos: o homem escreve canções. Está bem que não têm voz, mas a verdade é que a composição compensa (atenção ao esforço extremo de evitar o cliché de dizer "ele faz a guitarra falar"!). Em vez de compor solos gigantescos e megalómanos sob formato de canção, o homem compõe canções onde coloca os devidos solos. Virtuoso sim, mas com pouco show off. A certa altura perdi o interesse, mas fui vendo "de longe".
Professor de guitarra do Kirk Hammett, Alex Skolnick e do Steve Vai, chegou a tocar nos Deep Purple, e com o Mick Jagger a solo, mentor das digressões G3, é ele que vou poder ver mais uma vez, a segunda. A última vez que ele cá esteve foi apenas para alguns privilegiados da Antena3, portanto não conta. Portanto, à luz do que disse há anos, eu vou.
terça-feira, junho 26, 2007
Original????!
domingo, junho 24, 2007
sábado, junho 23, 2007
quinta-feira, junho 21, 2007
quarta-feira, junho 20, 2007
Fields Of Rock 2007
E assim foi. Grande festival. Iron Maiden foram excelentes como de costume, mas a verdadeira razão da viagem foi uma pérola rara: Heaven & Hell a tocarem durante apenas uma hora e um quarto. Pareceram uns meros 5 minutos. Muita chuva, calor e confusão holandesa, mas lá ultrapassámos tudo. Thanks ao Pedro, Nuno, Marcelo e Daniel pela excelente companhia!
sexta-feira, junho 15, 2007
Weekend Away
quinta-feira, junho 14, 2007
quarta-feira, junho 13, 2007
Hmmm
- Para mim, a série "The Sopranos" está para o século XXI como a série "Twin Peaks" estava para o século XX: fenómenos de culto mundiais, apelidadas de "genial" para cima....e eu não tive nem tenho paciência. Será possível? Poderei estar enganado?
- As Marchas Populares de Lisboa abriram ontem com uma escola de samba a que se seguiu um grupo de folclore espanhol. Pode ser que para o ano tenhamos a marcha irlandesa de S. Patrick ou quiçá os dragões chineses. Será isto a globalização?
- Porque é que as distribuidoras de cinema em Portugal insistem em estrear as maiores merdas à face da Terra, e deixam ir para DVD pequenas preciosidades, só porque não têm ninguém conhecido e, se calhar, exigem um pouco mais do espectador?
terça-feira, junho 12, 2007
segunda-feira, junho 11, 2007
E ainda...
Valeu bem a pena. Senti quase como se estivesse lá. Foi surpreendente. Fiquei cansado por incrível que isso possa parecer. Pena que após o concerto não houvesse ninguém para partilhar umas imperiais e descansar, mas já valeu a companhia também virtual do Ricardo para podermos ir trocando umas impressões. No fundo para podermos babar em conjunto. LOL
A abertura do concerto. "Different World".
domingo, junho 10, 2007
Das Weekend
sexta-feira, junho 08, 2007
quarta-feira, junho 06, 2007
O fim da macacada!
Vi ontem nas notícias o pai da "flexisegurança", o ex-primeiro ministro da Dinamarca, Poul Rasmussen, a falar sobre o conceito no âmbito de uma conferência que cá veio dar. Ás tantas disse que não é um conceito para aplicar radicalmente e sem mais nem menos. Principalmente em Portugal que ainda tem algumas falhas estruturantes a vários níveis. Grande verdade. Mas também disse que a Dinamarca, tal como Portugal, é um país homogéneo, tal como Portugal, é um país pequeno e, tal como Portugal, não tem uma grande abundância de matérias primas. MAS, disse ele "se nós conseguimos, voçês também hão-de conseguir!"Obrigado pelo voto de confiança ó Poul, mas eu cá acho que ainda estamos um pouco atrasados relativamente à Dinamarca. Falta mais educação, mais civismo, mais consciência do que é uma vivência colectiva, e acima de tudo, o reconhecimento de que a par de direitos, também temos deveres. Enquanto formos o país do 'chico-esperto', do 'desculpa qualquer coisinha', do 'salve-se quem quem puder' e do 'com licença senhor doutor', vai ser difícil.
PS: esta foi uma das fotos que apareceu no Google Images quando googlei por "flexisegurança". Pareceu-me adequada.
terça-feira, junho 05, 2007
Surprise, surprise!
Eis duas boas surpresas de que não estava mesmo à espera. Os novos discos dos Paradise Lost "In Requiem" e dos Scorpions "Humanity-Hour 1" são realmente muito bons. É uma surpresa porque estas duas bandas por muito fantásticas que tenham sido no passado, já estavam hoje colocadas no saco do "não dou um tostão furado por estes gajos!" E não dava de facto. Uns, os escorpiões, porque já há muitos anos que me pareciam ter ficado atolados no pântano lodoso da falta de inspiração e lamechice pegada; os outros, os paraíso perdido, porque pareciam mesmo perdidos nos últimos anos. Não que a música fosse de qualidade questionável, não que o estilo e ambiências não fossem similares, mas apenas porque a música era simplesmente aborrecida. A viragem para o lado electrónico deixou-os num limbo, aparentemente incapazes de agradar a novos fãs que os viam como uma banda de heavy metal e impossibilitados de manter os velhos fãs, pois tinha sido uma mudança demasiado radical.
Mas agora em 2007 A.D. isto mudou. O concerto tipo "family reunion" em Wacken no ano passado deve ter funcionado como um grande "wake up call", e os velhote escorpião (já anda aí desde os anos 70) arranjou força para dar ainda uma ferroada. A última ou não, logo se verá. A verdade é que a voz do Klaus Meine continua surpreendentemente em forma, e os rapazitos conseguiram compôr um álbum bem na linha mais hard rock do grupo. É algo de novo ou revolucionário? Não! Longe disso, mas que sabe bem, lá isso sabe!
Quanto aos outros meninos, depois da trilogia fundamental dos anos 90 "Shades Of God" - "Icon" - "Draconian Times", que tantas bandas influenciou, acharam por bem mudar um pouco o seu som. Nunca percebi bem porquê porque a meu ver o "Draconian Times" de 1995 é o culminar de uma evolução musical que os pôs a fazer um estilo musical como mais nenhuma banda fazia na altura. É por isso estranho que tenham depois virado no "One Second" para uma veia mais mainstream e menos original. No entanto ainda é um óptimo disco. O pior veio depois. De 1999 até 2005 lançaram uma série de álbuns que, se não podiam ser encarados como maus, ou de má qualidade, a verdade é que eram algo aborrecidos. Dava vontade de lhes dizer que os Depeche Mode já andavam a fazer isso há algum tempo. Se é verdade que liricamente continuavam os mesmos, a quantidade de efeitos sonoros/electrónicos (guitarras? Onde?) afogava-nos a paciência num mar de tédio.
Mudaram um pouco no anterior álbum, homónimo, mas nada faria supôr o 'regresso à velha forma' deste "In Requiem". Mas este regresso não é um simples voltar atrás e reutilizar ou reciclar fórmulas antigas. É sim, e aqui reside o melhor do álbum, um aproveitamento e condensação de tudo o que de bom se pode encontrar na carreira deles desde 1990. Há um pouco de tudo: mais guitarras, solos, melodia, agressividade e momentos mais melancólicos pontuados aqui e ali com um ou outro efeito mais 'modernaço'. Por isso, vale bem a pena ouvir.
segunda-feira, junho 04, 2007
And so it was
No meio de algumas adversidades noctívagas até que teve o seu quê de interessante!! Mais pela companhia do que outra coisa qualquer. Seja como for, I fucking hate camping. E pensar que ainda me esperam 3 noites disso pela frente. Enfim, lá terá que ser. Outro facto importante é que já não há pachorra para o Manuel João Vieira e os Ena Pá 2000. Move the fuck on please! Pronto, um dia diferente ainda assim. Apenas um dia, porque o outro foi passado a recuperar de uma noite passada em claro. Que bonito que é ver o amanhecer pelo translúcido filtro do tecido impermeável de uma tenda. lol
PS: de futuro evitar zonas densamente arborizadas em tempos de alergias. lolololol
sexta-feira, junho 01, 2007
quinta-feira, maio 31, 2007
RENAISSANCE
Este Renaissance, felizmente, não teve o mesmo destino do A Scanner Darkly e consegui, ainda que in extremis apanhá-lo na única sessão diária da única sala que ainda o tinha disponível. E bem que compensou. Nunca tinha ouvido falar deste filme até há umas semanas atrás quando vi o final duma pequena apresentação no Cartaz de Cinema da RTP2 (não também não sabia da existência de um tal programa).
Para quem gosta do género era impossível não ficar atraído pelo conceito. Um filme original, na apresentação, com uma história que combina o melhor da ficção científica à lá Blade Runner com o melhor dos film noir de mistério e detectives. E o mais interessante: se neste tipo de filmes estamos habituados a ver uma New York ou uma Los Angeles futurista, agora temos a possibilidade de ver Paris. Paris em 2056. O que é sempre mais interessante pela quantidade de moumentos marcantes que a cidade tem. Lá pelo meio dos cenários (CGI claro) de tirar o fôlego lá está a Torre Eiffel, a Notre Dame, Montmartre, etc etc. Isto porque, facto pouco usual também, se trata de um filme francês. Embora a cópia que circule seja a distribuída pela Miramax, dobrada em inglês por uma série de actores conhecidos, como o Daniel Craig, Jonathan Pryce, Catherine McCormack, etc. Por estranho que pareça, preferia ter ouvido em françês, mas pronto.
Outro facto curioso é que este filme, embora apenas lançado em 2006, é muito anterior ao Sin City, o primeiro tão propagado filme de transposição fiel de graphic novel para o ecrã. É curioso porque este "Renaissance" vai para além do Sin City, e do mais recente 300. E ainda por cima, é o único destes três que não se baseia numa graphic novel.
O tratamento quase exclusivamente preto e branco (não há intermédio, não há menos branco, ou cinzento ou menos preto) é totalmente original e obriga a uma maior concentração para que se possa perceber e absorver tudo o que se passa no ecrã. É tudo feito a computador claro, menos o trabalho de actores que existiu e foi depois "digitalizado" dando um efeito de animação quando não o é, pelo menos completamente.
E apesar de tudo isto, de todos os efeitos visuais e digitais, apesar dos cenários enormes que nos são oferecidos, apesar de toda esta festa visual, temos uma história. Um argumento que prende a atenção e se torna a peça central do filme, como sempre deveria ser. Foi o que falhou a meu ver no "300". Um excelente filme, mas que vale mais pelo visual. Aqui ficamos prendidos mesmo pelo desenrolar dos acontecimentos e queremos saber como irá aquilo acabar.
A coluna vertebral da história não é nova, afinal trata-se de uma história policial, uma história "detectivesca", mas a verdade é que é uma história propriamente dita. Apresentada numa moldura rica sim, mas com conteúdo. Muito bom.
Letsa luk to da traila:
Um pequeno clip:
PS: até fiquei com vontade decomprar um Citroën!




















