sábado, maio 04, 2013
quarta-feira, abril 24, 2013
Cid
Longe, bem longe do entulho de favas, chouriços, macacos e bananas....Que era um músico brilhante, mesmo apesar daquele "entulho", já sabia. Que era capaz de álbuns brilhantes como o "10.000 Anos...", também. Mas que também andou pelos caminhos do hard rock, à lá Deep Purple, foi uma verdadeira surpresa.
terça-feira, abril 23, 2013
sexta-feira, abril 19, 2013
Thin Lizzy!
Ou, como agora se chamam, Black Star Riders! Clássico, seja qual for o nome!
quinta-feira, abril 18, 2013
Rage of Thrones
lol "I read the fuckin' books! Aaaarrrh!"
terça-feira, abril 16, 2013
quarta-feira, abril 03, 2013
Sr. Útil e Sr. Agradável
Para quem, como eu, já está mais que farto deste tempo desgraçado, do vento, da chuva, da ómidade, e está capaz de cometer uma atrocidade inenarrável, eis a solução: TRÊS horas contínuas de praia e de mar suavemente batendo na praia. Útil e agradável, pois da maneira como isto anda, esta será, provavelmente, a única maneira de termos uma experiência tropical no futuro... Portanto, nada como pôr o video a passar em full screen.
quarta-feira, março 27, 2013
terça-feira, março 26, 2013
segunda-feira, março 25, 2013
Maiden England '88
Now available for the very first time on DVD, this live show was filmed across
two sold-out nights at Birmingham N.E.C Arena, U.K. in November 1988 during the
band's "Seventh Son Of A Seventh Son World Tour". Disc one contains
the concert which has been specially upgraded and extended from the existing
1989 longform VHS release and now includes three previously unreleased encores
— "Running Free", "Run To The Hills" and
"Sanctuary" — thereby completing the full concert with a total
running time of 110 minutes. MAIDEN's own film producer and director Andy
Matthews went back to the 1988 edit and painstakingly remastered each shot
digitally; color correcting and grading to give the image the best possible
look from that time. As well as the VHS stereo sound track by Martin Birch, the
band's producer between 1981 and 1993, the DVD also includes a brand new 5.1
audio surround mix by MAIDEN's current producer Kevin Shirley. The concert was
meticulously directed and edited by bass player and founder member Steve
Harris, so as to capture the performance from a fans-eye view of the stage,
focusing fully on the music, the elaborate stage production and the lighting.
Add into the mix an electrifying set list and, of course, Eddie, and
"Maiden England" now offers a snapshot of a bygone era in which the
band, as they continue to do today, devote their all in delivering the ultimate
live experience for their fans.
Disc two is an extensive bonus disc featuring an exclusive documentary charting
Part 3 in "The History Of Iron Maiden". This 40-minute film comprises
recent interviews with the five band members and manager, Rod Smallwood.
Picking up the story in the aftermath of the '84/85 "World Slavery"
tour, this interesting and insightful documentary sees the band speak candidly
about their memories of an exciting and occasionally turbulent period from
which would emerge the albums "Somewhere In Time" and "Seventh
Son Of A Seventh Son". As the Eighties began to draw to a close, so did
another chapter in MAIDEN's compelling history.
Other special extras on the bonus disc include "12 Wasted Years".
First released as a longform VHS in 1987 and available for the first time on
DVD, this documentary runs for 90 minutes and includes archive interviews and
dynamic live footage from the band's beginnings in the now-legendary Ruskin
Arms pub, via London's Marquee club and three world tours. Five promo videos
for the singles from the aforementioned albums are also featured and have been
carefully restored and improved upon from the original films using the very
latest software with the audio remastered in digital stereo.
Smallwood comments: "We've been busy upgrading this concert footage for a
long time, with our in-house film producer and director Andy Matthews working
tirelessly to weave his magic yet again!
"The 1989 VHS video has been largely unavailable for many years and we
know how eagerly our fans have been awaiting the new version so we wanted to
give it the best possible treatment.
"The current 'Maiden England' world tour, which continues later this year,
revisits much of the set list and production from the initial 1989 VHS release
so it will be interesting to compare just how much has changed in terms of our
2013 live show production, especially with all the advances in modern
technology and the improvements we've been able to make to the set."
The "Maiden England '88" concert soundtrack will also be made
available on 2CD album, limited-edition double vinyl picture disc and digital
download formats. The audio had previously only ever been available before on
CD as part of EMI's 1994 "Sound And Vision" series packaged alongside
the VHS, but with two tracks fewer than the video contained. "Can I Play
With Madness" and "Hallowed Be Thy Name" were not featured as
there was no space on the 1CD disc. Now with the three encores also included,
the double disc offers a total of five tracks previously unavailable on CD
making this the first full and complete audio recording release of this
historic tour.
Disc One - "Maiden England '88"
01. Moonchild
02. The Evil That Men Do
03. The Prisoner
04. Still Life
05. Die With Your Boots On
06. Infinite Dreams
07. Killers
08. Can I Play With Madness
09. Heaven Can Wait
10. Wasted Years
11. The Clairvoyant
12. Seventh Son Of A Seventh Son
13. The Number Of The Beast
14. Hallowed Be Thy Name
15. Iron Maiden
16. Run To The Hills *
17. Running Free *
18. Sanctuary *
* previously unreleased.
Disc Two - "The History Of Iron Maiden Part 3"
01. The History Of Iron Maiden - Part 3
02. 12 Wasted Years
03. Wasted Years (promo video)
04. Stranger In A Strange Land (promo video)
05. Can I Play With Madness (promo video)
06. The Evil That Men Do (promo video)
07. The Clairvoyant (promo video)
sexta-feira, março 22, 2013
quinta-feira, março 21, 2013
sábado, março 16, 2013
Saints and Soldiers:Airborne Creed
O primeiro “Saints and Soldiers” foi um filme que surpreendeu a todos os níveis, especialmente pela qualidade do mesmo perante tão escassos recursos financeiros. Quatro anos depois a mesma equipa voltou à carga, desta vez contando a história de três pára quedistas lançados no sul de França após o Dia D e que se vêem perdidos atrás das linhas do inimigo. O filme relata o seu encontro e as peripécias por que passam enquanto tentam chegar às respectivas unidades. Tão simples como isto, nada de original, mas feito com muito cuidado e bastante comedido. Os clichés continuam, ao centrarem a história no nível do "que é que estamos aqui a fazer?", qual o sentido da guerra e da descoberta que o inimigo é, afinal, igual. Nada de novo repito, mas é um nada de novo muito bem feito e que merece a pena.
sexta-feira, março 15, 2013
Zero Dark Thirty
A expectativa, depois do brilhante e extraordinário "The Hurt Locker", era muita, há que reconhecer. Kathryn Bigelow tinha aqui uma tarefa algo dificultada, especialmente porque escolheu manter-se, mais ou menos, na mesma temática.
O filme é interessante q.b. ao mostrar as diligências tomadas pelos americanos na caça ao Bin Laden. Em consequência o filme passa-se num período bastante alargado de tempo. Somos apresentados, sem apelo nem agravo, ao facto consumado de terem realmente existido equipas de torturadores e afins, coisa que chocou bastante alguns "patriotas" lá pelos States. Sinceramente não compreendo qual a surpresa. Seja como for, o filme, por interessante que seja, não chega aos pés do anterior filme de Bigelow. Por mais bem filmado que esteja, por mais bem documentado que seja, a verdade é que me aborreceu ligeiramente. É filmado quase em estilo documental, com os personagens a desfilarem à nossa frente em relação aos quais não criamos qualquer empatia, nem interesse. São-nos indiferentes.
A narrativa segue a analista da CIA Maya (não a astróloga, o que teria dado jeito na busca e, certamente, tê-la-ia abreviado), que luta, durante anos por ver a sua teoria do paradeiro de Laden comprovada. É a figura mais constante do filme, pelo que é a ela que "nos agarramos", na busca dum fio condutor deste documentário semi erídico, repleto de espionagem real, com pouca acção e, por vezes, de difícil acompanhamento para quem não esteja familiarizado com o MO da CIA e afins.
Mas bom, vale a pena ver, mas deverá ser abordado com cuidado, com poucas expectativas e...com bastante paciência.
quinta-feira, março 14, 2013
quarta-feira, março 13, 2013
Imagem apropriada a vários fins
Por exemplo:
Tempos houve em que não fazia ideia quem era este coiso. Tempos felizes, de maior inocência. "Ignorance is bliss", dizem uns. E é bem verdade por vezes.
Lincoln
"Lincoln" de Spielberg é "O" filme para "Óscar" por excelência. Não quero com isto dizer que Spielberg o realizou com tal prémio em mente. Todavia, o tema os actores, a forma como foi filmado, etc etc....muito estaria errado na Academia se "deixassem passar" este filme. lolol
Tecnicamente é um filme extraordinário de facto. O tema é grandioso e épico: a abolição da escravatura, e os jogos políticos de bastidores que levaram à aprovação dessa Emenda. O personagem principal tem categoria quasi divina, hoje como então), e o actor escolhido para o representar é, quiçá, um dos melhores da actualidade e não deixa os créditos por mãos alheias, dando uma representação digna de todos os prémios. Outros actores não ficam atrás: Sally Field, Tommy Lee Jones, James Spader, etc. A fotografia é fantástica e Spielberg também não deixou os seus créditos de realizador em mãos alheias e ver "Lincoln" é um colírio para os olhos.
Todavia,apesar disto tudo, e sendo franco, o filme aborreceu-me bastante. As circunstâncias recentes da minha vida têm-me obrigado a ver os filmes mais recentes no Cine Troika, e, sempre "em prestações" pois o tempo escasseia. Não é agradável, mas nada a fazer. Porém, neste caso do "Lincoln", ver aquelas 2h30 em tranches, acabou por ajudar, pois assim consegui descansar nos intervalos. Por outro lado, talvez a falta de tempo a minha parte e de disponibilidade mental também, não contribuíram para a real apreciação do filme, não sei, é possível. Mas as coisas são como são, e em boa verdade achei que a centralização da trama na luta do Presidente pela aprovação da 13ª Emenda, e todos os jogos políticos que a tal obrigaram foi demasiado redutor, servindo apenas para Daniel Day Lewis brilhar como Lincoln. E assim foi. Um filme interessante. Mas nada que queira rever tão cedo. Talvez quando for reformado.
terça-feira, março 12, 2013
segunda-feira, março 11, 2013
quinta-feira, março 07, 2013
quarta-feira, março 06, 2013
terça-feira, março 05, 2013
Back
Depois do dia propedêutico de ontem, em que o regresso ao covil das bestas foi aliviado por presenças agradáveis, eis-me, hoje, atirado, sem apelo nem agravo, para a boca dos lobos. Depois de um mês e meio de montanha russa, eis-me de novo atolado no pântano. Que diabo estou eu aqui a fazer quando agora, definitivamente, sou muito mais útil noutro lado? Enfim, é a vida, assim tem de ser. Mais vale concentrar esforços na rápida saída do pântano e, a longo prazo, quem sabe...o euromilhões, o totoloto, um assalto a um banco....
terça-feira, janeiro 29, 2013
quarta-feira, janeiro 23, 2013
O Primeiro Dia
Podia postar isto "retroactivamente" no dia 10 de Janeiro de 2013, mas a verdade é que assim se perderia uma parte importante da história. A de que, de facto, só hoje tive tempo e disponibilidade mental para uma coisa que pode parecer algo supérflua, mas que mantém o seu cariz organizativo! Por isso, dia 10 foi, realmente, o primeiro dia do resto da minha vida. E qual não é o meu espanto quando, hoje, vejo que já passaram 13 dias. E é mesmo verdade que o tempo passa a correr, mesmo com todas as peripécias, chatices e confusões que estes dias me e nos trouxeram. Mas tudo se encaminha, tudo se encarrila, tudo melhora! E o desafio desejado será saboreado e superado, com a coragem encontrada ou inventada! :) Nem de propósito, nesse dia, por volta das horas mais calmas da noite, esta canção veio-me à memória...
Enfim duma escolha faz-se um desafio
Enfrenta-se a vida de fio a pavio
Navega-se sem mar, sem vela ou navio
Bebe-se a coragem até dum copo vazio
E vem-nos à memória uma frase batida
Hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
quarta-feira, janeiro 09, 2013
ÁLBUM DO ANO
01. THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA - "Internal Affairs"


Não será surpresa nenhuma o lugar cimeiro deste disco. Quando o descobri intrigou-me ter o Bjorn Strid dos Soilwork a cantar, e o Sharlee D’Angelo no baixo (os restantes são dos Mean Streak). Intrigou-me pois as reviews falavam em classic rock puro e duro, sacado dos anos 70, mas ainda assim com um som bastante fresco e actualizado. Ainda assim suspeitei tanto que a primeira vez que ouvi o disco foi em stream no Youtube. Mas fiquei logo apanhado. É altamente viciante o raio do disco. Tenho-o no computador do trabalho, no leitor de mp3 portátil, na pen de mp3 que está no carro e até no telemóvel para “matar o bicho” quando não tinha outra fonte. Canções belíssimas, como Siberian Queen, West Ruth Avenue, California Morning, 1998, Miami 5:02, Green Hills of Grumslöv…podia mencioná-las a todas, não há uma canção má, e quase todas soam a clássicos instantâneos que podiam ter origem nos Led Zeppelin, Deep Purple, Rainbow, KISS, etc etc. Um álbum com um grande feeling. A ouvir sempre que possível.
02. EUROPE - "Bag of Bones"


Desde que voltaram os Europe só fizeram grandes discos. E irrita um pouco que ainda sejam vistos como os efeminados do video da "The Final Countdown" (grande música por sinal). É impressionante a qualidade musical destes tipos. Quanto mais velhos melhores. E que grandes concertões! Já tenho saudades. Este disco, em comum com o que se segue, tem o facto de estar profundamente enraizado nos anos 70, nos anos dos Purple, Zeppelin, UFo. Classic Rock, ou lá como queiram chamar, da melhor qualidade. Foi, curiosamente, um disco que me custou a entrar à primeira. Achei-o menos bom que os anteriores, mas isso rapidamente mudou com as audições repetidas que, de repente, me vi com vontade de fazer. Brilhante mesmo, e só não fica em primeiro lugar, pois o topo do pertence a um álbum que me surpreendeu
brutalmente.
03. THRESHOLD - "March of Progress"


Sou grande fã dos Threshold, mas confesso que com a saída do anterior vocalista (e posterior falecimento, RIP), não augurei grande coisa à banda. O regresso do vocalista original (Damian Wilson), nem sempre dá bom resultado para mim (basta ver o que os Royal Hunt fizeram, ao chutarem o Boals para trazerem o DC Cooper), pelo que aguardei para julgar. Era complicado seguir um disco tão extraordinário como o “Dead Reckoning”, álbum do ano para mim no ano respectivo, e fazia-me confusão não ter a voz tão peculiar do MacDermott a cantar as canções de Threshold. Pois estava bem enganado. O disco é uma surpresa de uma ponta à outra, grande voz sobre grandes canções.
04. MOONSPELL - "Alpha Noir/Omega White"


Olhando para a discografia dos Moonspell é com grande satisfação que vejo que tem sido desenvolvida num crescendo impressionante. Escorregaram valentemente com a seca do The Butterfly Effect, mas a partir daí recuperaram o que deviam ser e, tem sido álbum excelente atrás de álbum extraordinário. É uma grande banda. E sinceramente alcançaram, a meu ver, um pináculo criativo com este disco, dividido em duas partes, coisa que nem sempre resulta, mas que aqui, resultou e de que maneira! E ainda se deram ao trabalho de o provar, tocando ambos os tomos na íntegra ao vivo, num dos grandes concertos que vi este ano. O single inicial, o Lickanthrope acabou por ser a canção menos boa do disco.
05. THE ROCKFORD HEROES - White EP+Light Scares"


Gostei da descrição que li sobre esta banda, e nada arrependido fiquei em ouvi-la. Em bom rigor, não é um álbum, mas antes dois EPs, mas tomo aqui alguma liberdade e encaro-o como um disco, pois se até "adquiri" ambos duma vez só. São suecos, se bem me lembro, e a música deles tem referências óbvias a muita gente, desde Rainbow, Deep Purple, Edguy, Queen, etc. Uma salganhada que, estranhamente, resulta muito bem, e com a devida personalidade e carisma q.b. O Light Scares EP é mais virado para o hard rock dos anos 70, tipo Uriah Heep e afins. O outro Ep, mais recente, continua nessa onda, mas adiciona mais peso às guitarras e às canções. Surpreendentemente viciante.
06. ANATHEMA - "Weather Systems"


Longe vai o heavy metal dos Anathema, já se sabe, mas o que aprecio muito na música deles é que, de certa forma, a intensidade do metal ainda existe nas suas canções. A abertura deste disco com a Untouchables Pt. 1 é qualquer coisa parente da perfeição. Não será do agrado de todos, tendo em conta as alterações e evoluções que foram sofrendo ao longo dos anos, mas, pessoalmente acho que é mesmo um dos melhores discos do ano e, talvez, um dos melhores dos Anathema.
07. JOE BONAMASSA - "Driving Towards the Daylight"


Se o álbum de Black Country Communion é menos interessante, Bonamassa não deixou os créditos por mãos alheias, no que concerne à sua carreira a solo. Eis para onde foi, desta vez, todo o input criativo genial do homem. Enfim, este tipo não falha uma. É quase incompreensível como um gajo que toca e canta uma coisa tão, enfim, tão cantada e tocada por tantos e tantos, consegue fazê-lo de forma totalmente original e inovadora. Todos os discos que ouvi do Bonamassa estão carregados de carisma e musicalidade extrema. Muitíssimo bom!
08. UNISONIC - "Unisonic"


Mais uma vez um disco altamente aguardado e que, aparentemente, defraudou alguns. Sinceramente achei o disco muitíssimo bom. Talvez a dupla Kiske/Hansen já não faça a mesma faísca que fez no passado. Talvez Place Vendome seja um projecto onde prefira ver o Kiske a concentrar os seus esforços futuros (e já agora que o Hansen volte a fazer álbuns mais interessantes com Gamma Ray), mas a verdade é que este disco está pleno de musicalidade e melodia. Não traz nada de novo sim, mas o que traz é de excelente qualidade. Um disco que trago ainda comigo para ouvir. E que também me acompanhou muitas vezes ao longo do ano!
09. ACCEPT - "Stalingrad"


Muitos não apreciam, outros acham que não é Accept sem o Pato Donald na voz, outros acham que são sobras, refugo do álbum anterior. Opiniões. A minha é que é um grande álbum. Talvez sejam, de facto, canções que sobraram do anterior, e sim, é um disco menos imediato e que talvez custe mais a ouvir. Porém, assim que se entranha é uma maravilha. Foi a minha banda sonora de muitas manhãs a caminho do emprego. Bem alto como convém! A música tem destas coisas, vá-se lá perceber porquê, mas foi com estes dois álbuns que Accept entrou nos meus ouvidos com muito agrado. Nada tenho contra os clássicos, mas prefiro estes.
10. DAMNATION ANGELS - "Bringer of Light"


Este disco surpreendeu-me muito. São ingleses, o que é uma novidade pois não é uma sonoridade muito típica dessas paragens. Mas o que li foi suficiente para ficar curioso, pelo que saquei. NÃO TEM NADA DE NOVO, atenção! Não inventa a roda ou traz o fogo à humanidade (apesar do nome!). Cheguei a recomendá-lo aqui, chamando a atenção do Raimas em especial. Trata-se daquilo a que se convencionou chamar Heavy Metal Sinfónico. Exceptuando uma ou outra banda, a verdade é que já nada me surpreende neste estilo, mas a verdade é que estes tipos conseguiram-no. Gostei muito do disco. Belas canções, e a parte orquestral/sinfónica apesar de ser obviamente feita com recurso a máquinas, resultou muitíssimo bem. A parte orquestral não é um mero acompanhamento das guitarras e afins, está extraordinariamente bem integrada na fluidez das canções. A comparação óbvia será com os Kamelot misturados com algumas pitadas de Nightwish. E fazem uma versão duma canção de outra banda que desencoraja muita gente, mas que merece referência. Estava eu a ouvir o disco, sem ter olhado com atenção para os títulos, quando ouço uma canção que me parecia familiar, mas não identifiquei logo. Gostei muito e qual não é o meu espanto quando vejo que é uma cover da No Leaf Clover dos Metallica, uma das originais do disco sinfónico dos gajos. O certo é que estes Damnation Angels conseguiram pegar numa canção a qual nunca me interessou por aí além, e torna-la numa excelente canção.
TOP 10 2012
1) INTRO
Bom, este ano, apesar de tudo, o
Top lá se fez, quase sem dar por isso. Os primeiros 5 ficaram logo atribuídos,
pois foram mesmo os meus preferidos. Os restantes 5 foram escolhidos dum grupo,
móvel mas sólido, de 10 discos, dos quais 5 tiveram de ficar para trás.
Curiosamente foi um ano que começou muito fraco, mas que se foi compondo
bastante bem. Mas ainda assim, foi relativamente mais fácil escolher
os 10 eleitos. Por um lado, e em geral, achei 2012 um ano mais fraco. Algumas
desilusões e discos que ficaram aquém, mas também é preciso não esquecer que
muitos ficaram por ouvir, não só os que não saquei e não conheço, e que,
provavelmente, quando conhecer até acharei que seriam dignos de figurar nesta
lista, mas também os que saquei sim senhor, mas não tive tempo de ouvir. Este
ano foi ano de “limpeza étnica” da colecção, num esforço de emagrecimento de
material, quer digital, quer em formato físico, pelo que muitas audições foram
sendo adiadas.
2) DESILUSÕES...
Em termos de desilusões, aponto
os de Royal Hunt, Grave Digger, Black Country Communion e, ainda assim, apesar
de não ter grande expectativa, o do Steve Harris. Royal Hunt foi uma grande desilusão,
especialmente depois de dois álbuns fantásticos com o Mark Boals. Gosto muito
do DC Cooper, mas a verdade é que Royal Hunt nunca fizeram click comigo, até ao "Collision Course" (e com o "X"). Este novo disco é a “volta ao normal” e, se para
uns isso foi saudado como uma boa notícia, a mim deixou-me indiferente
novamente.
Grave Digger é um disco engraçado,
mas muito inferior aos anteriores.
Acontece a todas as bandas. O próximo será melhor.
O do Steve Harris, enfim, já foi
mais que debatido, mas tenho de dizer que o acho um disco muito fraco, onde
apenas o baixo do Steve brilha, ofuscando os restantes. Um disco de que não
rezará a história. Não esperava grande coisa, mas confesso que não esperava
também, tão pouco.
Já quanto a Black Country
Communion…também tentei, bastante, especialmente depois dos dois brilhantes
discos que ficaram para trás, mas não consegui. Acho que tem demasiado input do
Glenn Hughes, do qual não sou grande fã. Os outros devem-se ter distraído e o o
gajo tomou a ponta do pelotão…
Quanto a Manowar, não será
desilusão porque, na verdade, para esses tipos “já dei”. Aliás, encerrei o meu
interesse por Manowar naquele concerto que vimos em Saragoça. Obrigado, fico
por aqui, boa noite.
3) OUTROS DISCOS
De resto, outras bandas que
lançaram bons discos: Eclipse, Flying Colors, Gypsyhawk, Hartmann, Katana, Neal
Morse, Paradise Lost, Be’Lakor, Circus Maximus, Docker’s Guild, Grand Magus,
Tomorrow’s Outlook, Overkill, Ensiferum, Magnum, Jeff Scott Soto, Candlemass e
Running Wild. Tudo muito bom, mas que, por uma razão ou por outra não ouvi
tantas vezes, ou apenas porque foram ultrapassados.
quinta-feira, janeiro 03, 2013
quarta-feira, janeiro 02, 2013
terça-feira, janeiro 01, 2013
2013
Jovem 2013! Agora que o teu pai já se finou - que descanse em paz - aproveito para te desejar as boas vindas a esta terra. A opinião geral é que trarás caos e destruição geral para os seus habitantes. Faz o que puderes, mas aviso desde já: temos recebido e dado cabo dos anos anteriores, pelo que cá estaremos para te receber e dar cabo de ti, caso não te portes adequada e convenientemente. Ah, e talvez seja importante, e justo, avisar-te: desta vez seremos TRÊS!
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