terça-feira, janeiro 13, 2009

Are you a rocknrolla Mr. Ritchie?


Maybe not anymore.
Anyway, a crítica escrita ali pelo vizinho Johnny "4NoReason" está, em geral de acordo com a minha. Com a diferença fundamental de eu não ir com grandes esperanças ou expectativas para este filme.
Depois de visto, sim, é verdade, o homem nunca mais conseguiu repetir os brilhantes "Lock, Stock and Two Smoking Barrels" ou "Snatch". O casamento com a Madonna fez-lhe, declaradamente, mal. Este "RockNRolla" é uma tentativa clara de recuperar o espírito daqueles dois filmes. Aliás, é bastante sintomático disso o facto de ambos os filmes constarem do cartaz deste novo.
O filme não é mau na minha opinião. Vê-se bem, tem alguns bons momentos, o humor continua lá e a acção também. Mas fica sem dúvida uns furos abaixo daqueles dois filmes. Não voltei a ver mais nenhum filme do Ritchie desde o "Snatch", mas constou-me que não eram nada de jeito mesmo (Ai Madonna do caraças!). Este "RockNrolla" volta então a pegar nas mesmas premissas conhecidas, a saber: em Londres uma série interminável de pessoas, pertencentes cada um ao seu grupo ou 'tribo' entram em choque uns com os outros graças a uma série de mal entendidos, coincidências e confusões generalizadas. Neste caso, gangsters londrinos, a mafia russa, um bando de junkies, um grupo de bandidos de meia tijela, uma contabilista aborrecida com a vida, dois russos aparentemente indestrutíveis e um quadro que muda de mãos a toda a hora.
Sim, já vimos isto sob uma forma ou outra. Porém, desta vez falta ao filme o ritmo desvairado e quase histérico dos outros. Talvez o Sr. Ritchie tenha amolecido com a idade. Talvez o divórcio lhe faça bem. Até lá, é esperar pela sua versão do "Sherlock Holmes". Seja como for, sem grandes expectativas e, acima de tudo sem ver os outros dois filmes há muito tempo, este "RockNrolla" até dispõe bem por duas horas. Não dei o meu tempo por perdido.

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sábado, janeiro 10, 2009

Ainda "Metal:A Headbanger's Journey"

"Metal confronts what we'd rather ignore, it celebrates what we often deny, it indulges in what we fear most, and that's why metal will always be a culture of outsiders. Ever since i was 12 years old i've had to defend my love for heavy metal against those who say it's a less valid form of music. My answer now is that either you feel it or you don't. If metal doesn't give you that overwhelming surge of power and make the hair stand up on the back of your neck, you might never get it. And you know what? That's ok because, judging by the 40.000 metalheads around me we're doin' just fine without you".

Sam Dunn



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sexta-feira, janeiro 09, 2009

Son of Rambow



"Son of Rambow" é mais um filme delicioso condenado a passar despercebido. Não só porque é um filme britânico sem estrelas de renome e por ser um filme em que as personagens são na sua maioria crianças, mas também por ter um título à partida pouco apelativo e um cartaz que, enfim...nos remete para um filme de, vá lá...digamos, "palhaçada".
Mas não. Tem alguma palhaçada, mas no bom sentido. Não é uma comédia, mas tem muita piada nalguns momentos.
O filme passa-se nos anos 80, era do auge do VHS, onde dois jovens 'outsiders', um por ser o típico 'troublemaker', quase delinquente, o outro por provir de uma família extremamente religiosa e castradora, acabam por se encontrar e formar o proverbial 'odd couple', uma amizade improvável.
O primeiro, Lee Carter, pretende fazer um filme caseiro e participar num concurso. O segundo, Will Proudfoot, proibido de ver TV, fica maravilhado quando inadvertidamente vê o "First Blood", primeiro filme do Rambo. Nesse novo mundo e na ideia de fazer uma sequela - o Filho de Rambow (a gralha é deliberada e parte da piada), Will, órfão de pai, encontra o escape perfeito para o cinzentismo da sua vida extremamente limitada pela seita religiosa a que a família pertence.
Um duo improvável, mas uma equipa perfeita e que acabam por ir arregimentando mais colegas da escola para participar na tosca produção, incluindo um extravagante e inenarrável estudante de intercâmbio francês.
Tudo isto poderia desaguar numa comédia de Domingo à tarde na TVI, repleta de humor colegial e sátira aos anos 80 (aquelas roupas e penteados...meu Deus), mas inteligentemente evita esse caminho e não cai na pieguice fácil e lamechice pegada.
Todo o filme é atravessado por um bom humor contagiante, por alguma tristeza e por uma energia e vigor completamente cativantes. No fundo é simples, é um filme sobre a amizade e a lealdade, sobre o crescimento e aprendizagem.
Muito interessante o filme sim senhor, e a transposição para o ecrã de alguns dos devaneios desenhados de Will funcionam terrivelmente bem. Ou não fosse o filme realizado por Garth Jennings da dupla Hammer & Tongs, responsável por vários videoclips excelentes, entre eles o brilhante "Coffee & TV" dos Blur.

Soube bem, especialmente depois de "Hunger" (pela segunda vez) e de "Waltz with Bashir".





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quinta-feira, janeiro 08, 2009

Waltz with Bashir

E eis um filme terrivelmente actual ainda hoje, embora se reporte aos idos de 1982. Agora que Israel voltou a entrar pela Faixa de Gaza a dentro, de armas e bagagens, parece estranhamente adequado recordar a guerra do Líbano de início dos anos 80. Curiosamente outra invasão levada a cabo para exterminar terroristas, palestinianos naquela altura.
É um filme/documentário auto-biográfico e auto-exorcista para o seu autor e realizador, Ari Folman, que, em 1982, era um soldado integrado nas forças invasoras de Israel. Muitos anos depois encontra um colega da altura que lhe relata um terrível pesadelo que o atormenta, proviocado pelas experiências da Guerra do Líbano. Folman dá-se então conta que não tem qualquer memória desse período e, a conselho de um amigo, inicia uma viagem ao encontro de outros colegas e amigos desse tempo, de forma a tentar reconstruir o seu passado e memórias. Mesmo tendo receio do que poderia vir a descobrir sobre si mesmo e sobre o papel que desempenhou na guerra e, em especial, nos infames massacres nos campos de refugiados palestinianos de Sabra e Shatila.
O Bashir do título é Bashir Gemayel, líder dos falangistas cristãos, eleito presidente e cujo assassínio leva à retaliação desta facção e aos massacres de refugiados. Os Israelitas, apesar de não terem "puxado o gatilho" foram considerados indirectamente responsáveis pelos actos genocidas. E o documentário, felizmente, não adopta uma atitude de lavagem nem de aberta acusação. Apenas relata o que se passou.
Um filme incómodo e perturbador de facto, mas que nos prende a atenção e a respiração desde o minuto inicial. A animação foi uma escolha acertada, e esta animação em especial é talvez das mais vivas e artísticas do novo milénio, privilegiando as sensações e impressões em vez da pura perfeição maquinal. Excelente.



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quarta-feira, janeiro 07, 2009

terça-feira, janeiro 06, 2009

a l o n e

segunda-feira, janeiro 05, 2009

domingo, janeiro 04, 2009

METAL: A Headbanger's Journey

Sean Dunn is a 34-years old anthropologist who wrote his graduate thesis on the plight of Guatemalan refugees. He's also a lifelong metal fan. After years of studying diverse cultures, Sam turns his academic eye a little closer to home and embarks on an epic journey into the heart of heavy metal.
His mission: to try and figure out why metal music is consistently stereotyped, dismissed and condemned, even while the tribe that loves it stubbornly holds its ground - spreading the word, keeping the faith and adopting the styles and attitudes that go way beyond the music.
Sam visits heavy metal landmarks as far as flung as L.A.'s Sunset Strip, the dirty streets of Birmingham and the forests of Norway. Along the way the two sides of Sam - the curious anthropologist and the rabid fan - collide, as Sam explores metal's obsession with sexuality, religion, violence and death, meets his heroes, and discovers some things about the culture that even he can't defend.
Part social document, part celebration of a misunderstood art form, this docummentary is the first of its kind: a chance for metal fans to speak out and a window into a culture that's far more complex than it appears.



Official site: http://www.metalhistory.com/

IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0478209/

Para além disto, encontrei-o finalmente, e por acaso, numa das prateleiras da Fnac. Fixe!

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sábado, janeiro 03, 2009

sexta-feira, janeiro 02, 2009

Pride Tiger

E boas bandas continuam a aparecer nos dias que correm. É preciso mesmo procurar...porque realmente, as rádios não servem para nada. E eis aqui uma bela canção rock/pop, com ecos de Thin Lizzy e dos roarin' seventies. Se isto não é material para as rádios não sei de nada mesmo....






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quinta-feira, janeiro 01, 2009

2009

quarta-feira, dezembro 31, 2008

Not the end...

Estive para acabar com esta coisa toda. Estive mesmo. Já tinha, e ainda tenho, um post escrito e preparado de despedida, de encerramento de actividades. Já tinha, inclusivamente, e tenho ainda também, um outro estaminé para onde despejaria a habitual verborreia de comentários e desabafos, muitas vezes só totalmente compreendidos por mim.
Porque não? Achei que era uma boa ideia. O Mundo muda, as pessoas mudam, as coisas mudam. E este sítio parecia-me associado a outra vida, outras coisas, outra felicidade. Outros momentos enfim, que se revelaram plenos de ilusão e desilusão. Momentos que, agora, já pertencem ao passado. Porque não assinalar estas mudanças todas com uma espécie de “virar de página”, nem que seja uma página cibernética?
Porém…mudei de ideias. A vida muda sim, mas continua inexorável e inevitavelmente. A vida é só uma, muda, mas continua. Porque raio haveria eu de acabar com este sítio? Só porque está enraizado num passado que não volta mais? Grande coisa…também eu estou enraizado nesse passado. E eu continuo. Deal with it. Portanto, não vale grande a pena entrar no esquema drama queen. Life’s too short for fussing and fighting, já diziam os Carochos.
Claro que gostava de poder dizer que o fim deste sítio não se deu apenas pelo facto de ter chegado a estas belas conclusões. Mas não. Estas pérolas levaram tempo a ser construídas. Foi mesmo pela fútil razão estética de não ter encontrado um estaminé que me satisfizesse tanto como este…nenhum “dizia tanto comigo” como este, por isso foi ficando. E pronto. Por este andar ficará até rebentar. Ou eu me fartar. Either one.
O tal post final…ficará ali nos rascunhos, uma espécie de memória dramática de tempos piores. Mas fica só para mim.
Entretanto, e enquanto me divertir por estas bandas, por cá me vão encontrando. Dr. Feelgood is in da house.
E vai continuar por este ano de 2009. Tem piada que, durante muitos meses deste 2008 que passou, ansiei pelo fim do ano, pelo término e encerramento deste ano aziago. Afigurou-se-me como um ano terrível no qual me desequilibrei do fino arame por onde escolhi atravessar esta ravina (chega de metáforas, ok). Mas em boa verdade, também aqui acabou por se operar uma ligeira, mas não menos importante, alteração.
Sim, foi um ano complicado. Mas o que não mata engorda, e o que sera sera, e em boa verdade sempre se aprende qualquer coisita, sempre se encontra outro rumo, sempre nos encontramos. O que é bom...por mais que custe no início. E o que é bom também, são os amigos. E estes não faltaram felizmente. E de repente dei-me conta que, se por um lado 2008 foi realmente mau, por outro foi muito bom. Divertido e cheio de coisas boas, amigos novos, amigos renovados e amigos fortalecidos. Houve muitas viagens, encontros, concertos então nem se fala. Contactos internacionais inclusive.
Portanto, não...apesar de tudo, 2008 foi um bom ano. Obrigado a todos. I do know who you are. Epá, mas em especial obrigado a estes dois gabirus por me aturarem já há 16 anos, desde os empoeirados e duros bancos da Faculdade (bem como cadeiras de plástico do bar), passando por incontáveis concertos, viagens, cervejarias nacionais e internacionais e palhaçada em geral. E Rui...trata bem da minha sobrinha se faz favor! :)


Desenho da autoria de Andreas Knutsson, do site Backstage. Thanks a lot man for capturing us so well!




Um bom ano de 2009 para todos. E para mim. Já agora, que também mereço.




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segunda-feira, dezembro 29, 2008

LEGO

O Natal é como o LEGO. Um gajo gosta e tal, mas a dada altura é certo e sabido que, por mais que se tente, já não se consegue tirar o mesmo grau de satisfação, o mesmo proveito, a mesma piada que sempre se tirou. O processo é gradual suponho. Um belo dia toma-se consciência disso. Tal como ocorreu com o gnomo Jup se calhar. É algo que naturalmente se perde com o tempo ao que parece.
Assim, por mais que um gajo continue a apreciar o conceito do LEGO, por mais que um gajo tente continuar a construir (e destruir), a verdade é que, mais tarde ou mais cedo, há que reconhecer e ceder à triste realidade do crescimento: já não tem a mesma piada, pronto, que é que se há-de fazer? A certa altura é mesmo tempo de arrumar as peças e pronto. Passa-se o mesmo com o Natal, daí a associação com o LEGO.
Nisto andei eu a matutar numa bela noite de insónia aqui há uns tempos. Continuo a gostar do Natal enquanto época do ano. Obviamente que gosto de receber prendas e de as oferecer, e geralmente evito sempre o stress normalmente associado a estas actividades. Continuo a gostar das luzes, do ambiente, das músicas de Natal....mas pronto...chega e vai-se embora tão depressa que um gajo mal dá por isso na nossa lufa-lufa diária. E chega a certa altura que, se calhar, é mais proveitoso concentrar as nossas forças e energias noutras coisas, em vez de as gastar a tentar capturar um determinado sentimento ou ambiente. Não há amargura nesta constatação, apenas um sentimento de "let's get on with it que há muita coisa por fazer e acontecer ainda!" Daí este ano, pela primeira vez em muitos e muitos anos, ter desistido das duas semanas de férias costumeiras. Não há necessidade. Já não há necessidade. Um dia de férias bastou e chegou. E a ver se até mesmo esse sobrevive em 2009! LOL
Seja como for, espero que todos tenham tido um excelente Natal. Segue-se a palhaçada do Fim de Ano! Vamos a isso.

domingo, dezembro 28, 2008

White Christmas II




Canon Powershot A570.

Gosto especialmente da última. Não só pela fotografia em si, mas pelo "trabalho" que me deu chegar lá. Esta espécie de santuário cravado e esculpido na rocha chama-se, se a memória não me falha, Nossa Senhora dos Pastores e é perfeitamente visível da estrada que sobe para a Torre, tendo inclusivamente um pequeno espaço para uns quantos carros pararem. Do outro lado da estrada há uma nascente, também é de realçar. Bom, mas eu preferi aventurar-me mais um pouco. Não fazia questão de ir mesmo até lá abaixo, mas que diabos, havia que mexer o rabo para ver algo mais que os simples mirones da beira da estrada. E valeu bem a pena. O cenário que se me deparou quando patinei pela neve gelada e escalei umas quantas rochas foi absolutamente genial. Um manto branco que se estendia a perder de vista, uma planície branca. Uma ou outra rocha, um arbusto aqui e ali. Estranhei a coisa enquanto andava por ali, porque já conhecia o sítio e lembrava-me de mais rochas e mais arbustos. Eis senão quando dou com um buraco na neve, debaixo do qual corria um regato. Aha! Estava a caminhar por cima dum manto gelado de neve, E se não andasse com cuidadinho...lol...lá meteria eu a pata no buraco. Literalmente. Por isso passei a saltitar de pedra em pedra, numa espécie de parcour rural até chegar à falésiazita de onde se avistava o santuário. E neste momento começaram a cair uns quantos flocos de neve. As pessoas e os carros não se ouviam, apenas o som daquele regatozito que se precipitava pela pequena encosta, numa mini cascata. Juro que por segundos fiquei mesmo à espera que a Irmandade do Anel liderada por um qualquer Frodo ou Gandalf surgisse do meio daquelas pedras. Ambiente fantástico.

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White Christmas









Fotos tiradas com a já famosa NYTech do glorioso LIDL!

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Snow

Pois foi. Acabou por ser um White Christmas digno de Bing Crosby realmente. Aliás, mais white do que seria de esperar mesmo. A Serra da Estrela, à medida que nos aproximamos da Torre apresentava-se cada vez mais pintada de branco. Surpreendeu-me a quantidade de neve que encontrámos. Um sol espectacular, nenhum vento, um céu azul do mais azul que há,mas frio, com F grande. De tal maneira que mais do que neve, tudo aquilo era gelo, ou neve gelada. Sim, era preciso ter muito cuidadinho onde se punhao pézinho, caso contrário a 'dança' seria outra!

E como tal, também não era muito recomendável um gajo dedicar-se às tão pitorescas batalhas de bolas de neve. É que calculo que levar com um pedregulho destes na mona seja o equivalente a uma bomba atómica.

Fotos espectaculares são mais que muitas....escolher algumas para meter aqui é que vai ser o cabo dos trabalho. Enfim...logo se vê. Ou melhor: logo vêem. LOL



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sábado, dezembro 27, 2008

The Abominable Snowman

O Abominável Homem das Neves foi avistado por estes dias na Serra da Estrela...

Para infelicidade do fotógrafo, a besta topou-o. A última fotografia encontrada na memória da máquina semi enterrada na neve dá conta da movimentação deste ser de antanho na direcção do pobre fotógrafo! Medo! Nada mais se sabe....



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terça-feira, dezembro 23, 2008

A metal Christmas

Este ano, ao contrário do que tem vindo a ser tradição, não haverá a típica imagem natalícia fofa do Calvin e Hobbes. É que este ano eles estão-se a borrifar e foram antes a um concerto de Iron Maiden.



No entanto, ainda assim, um Bom Natal para todos.
Eu vou pôr-me na alheta. See ya later alligators!


:-)

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Friends Will Be Friends

Fim de semana pleno de amigos. Assim é que é. Thanks.



Another red letter day,
So the pound has dropped and the children are creating,
The other half ran away,
Taking all the cash and leaving you with the lumber,
Got a pain in the chest,
Doctors on strike what you need is a rest

It's not easy love, but you've got friends you can trust,
Friends will be friends,
When you're in need of love they give you care and attention,
Friends will be friends,
When you're through with life and all hope is lost,
Hold out your hand cos friends will be friends right till the end

Now it's a beautiful day,
The postman delivered a letter from your lover,
Only a phone call away,
You tried to track him down but somebody stole his number,
As a matter of fact,
You're getting used to life without him in your way

It's so easy now, cos you got friends you can trust,
Friends will be friends,
When you're in need of love they give you care and attention,
Friends will be friends,
When you're through with life and all hope is lost,
Hold out your hand cos friends will be friends (right till the end)

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domingo, dezembro 21, 2008

Metal Christmas!



And a Heavy New Year!
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