segunda-feira, abril 25, 2011
sexta-feira, abril 22, 2011
quinta-feira, abril 21, 2011
terça-feira, abril 19, 2011
segunda-feira, abril 18, 2011
domingo, abril 17, 2011
sábado, abril 16, 2011
quarta-feira, abril 13, 2011
terça-feira, abril 12, 2011
The Next Three Days
Um filme que passou discretamente e sem grande alarido pelas salas portuguesas. Infelizmente, pois, em boa verdade, trata-se de um bom filme que merece ser visto. Não, não traz nada de novo, não inova em nenhum campo cinematográfico, não tem efeitos especiais, nem cenas explosivas de acção ou perseguição. O segredo do filme, e da sua eficácia reside apenas no facto de pretender contar uma história. Tão simples como isso. Contar e contar bem. Afinal, o cerne do cinema não? E a história é simples: John e Lara Brennan são um casal normalíssimo, com uma vida normalíssima e feliz até ao momento em que Lara é presa pelo homicídio da sua chefe. Presa e condenada. O marido luta até esgotar todos os expedientes legais que estão à sua disposição, até decidir que, para conseguir a liberdade da mulher que começa a acusar os anos de estadia e separação da família, tem de planear a sua fuga da penitenciária. Sendo ele um tipo normal, an everyday joe, o filme mostra-nos como o objectivo se torna uma obssessão e o processo de aprendizagem, sacrifício e, também, alguma transformação, por que John vai passando ao planear o seu intento. Crowe, mais uma vez muito bem. A ver a lista dos últimos 10 filmes do tipo, devo dizer que o homem tem sabido escolher criteriosamente e, em resultado, a sua prestação é sempre de grande categoria. É ele que carrega o filme, só porque é ele que passa a maior parte do tempo no ecrã. Mas há que dizer que Elisabeth Banks, a esposa, consegue roubar o ecrã nom momentos em que aparece e, acima de tudo, Liam Neeson, nuns breves minutos, mostra o quão bom actor é. Em resumo, um filme à antiga, um argumento tenso e nervoso, mas real e uma história que nos prende e com a qual nos podemos identificar. Um thriller à maneira de antigamente.
segunda-feira, abril 11, 2011
sexta-feira, abril 08, 2011
quinta-feira, abril 07, 2011
quarta-feira, abril 06, 2011
Song of Ice & Fire
terça-feira, abril 05, 2011
Áurea @ São Jorge
Concerto surpreendente da Áurea devo dizer. Gosto do disco da miúda, apesar de ter lá uma ou outra desnecessária, mas, para começar não está nada mal não senhor. Gosto deste estilo de Soul Music. Muito Blues Brothers! :) A rapariga tem, de facto, um vozeirão do caraças e, em palco uma energia e presença invejável. E ainda é simples e simpática, conforme se viu cá fora depois. Vamos lá a ver como continua.
segunda-feira, abril 04, 2011
VERDE
domingo, abril 03, 2011
The Adjustment Bureau
Vários reparos prévios.
1 - Quem dá os títulos em português aos filmes estranjas está de parabéns. Finalmente os padrões de alta qualidade do passado voltam a ser atingidos. "Os Agentes do Destino", por mais directamente relacionado que esteja com o tema do filme, é, quanto a mim, um título bimbo.
2 - Isto diz respeito já a outros filmes, embora me tenha esquecido de mencionar antes: a qualidade das legendas decresce a níveis monstruosos. Não tenho nenhum curso de tradutor ou de Inglês, mas, por amor de Deus, lêem-se erros crassos nas legendas traduzidas. É de bradar aos céus por vezes. É que, muitas vezes, o que os actores dizem não tem nada a ver com o que vem nas legendas. Tenho vontade de ficar até ao fim dos créditos para apanhar o email do tradutor, mas confesso que tenho tido pouca paciência e mais que fazer.
3 - Não sei bem quem o disse, mas nas promos televisivas este filme era descrito como o "encontro entre Bourne e Inception. Ora, se há coisa que pode induzir alguém em erro é isto. De facto fiquei com curiosidade em ver o filme, e não liguei muito a estes jargões. Portanto não procurei nenhum desses filmes neste em concreto. Mas tenham santa paciência. Com a saga Bourne a única coisa que "The Adjustment Bureau" tem em comum é...o actor principal, Matt Damon. Com "Inception"...ok, alguns planos de Nova Yorque fazem lembrar "Inception", e, sim, ambos partilham um tema que se enquadra de alguma forma na ficção científica ou no super humano, mas, comparar a verdadeira caixa de Pandora que é "Inception" com este é esticar a corda. "The Adjustment Bureau" é um filme linear em termos de narrativa, ao contrário de "inception" que exigia muita atenção e concentração e se prestava a N interpretações, blá blá. Por sua vez, este, conta uma história, do princípio ao fim, uma história inteligente e intrigante, mas que se deixa seguir de forma pacífica. Portanto, são objectos diferentes. Assim sendo, em "The Adjustment Bureau", acredite-se ou não, encontramos uma história de amor clássico, boy meets girl, boy and girl lutam para ficar juntos, ultrapassando os obstáculos que a vida lhes vai colocando. Neste caso os obstáculos são-lhes colocados pelos tais "agentes do destino" que controlam o destino de todas (ou só algumas) pessoas de acordo com um Plano Mestre superiormente traçado, esforçando-se por que as pessoas não saiam dos limites desse plano. E sair do planeado foi o que acontece com os personagens de Damon e Blunt que, ao se apaixonarem, entram em "violação" do que para cada um deles estava traçado. Enter the Adjustment Bureau que tudo fará para os separar e cercear a sua liberdade de escolha. É uma história bastante inteligente e, talvez, a melhor adaptação de um livro de Philip K. Dick desde o "Blade Runner". Talvez não fique na história do Cinema, mas sabe bem ver um tema tão batido como o romântico tratado de forma tão original é sempre refrescante.



































