
Passos, por seu turno, fala em enxadas:
Tudo isto confunde imenso Sua Senhoria o PQT, que se tem desdobrado num esforço de concentração monumental : "Huuh. Hrmmm. Hrrrhuh. Maaariaaaaa! Aspirinas!!"

Não sei porquê, mas algo me diz que esta série dos "Piratas..." deve ter uma série de fãs acérrimos e demasiado protectores. Geeks e nerds todos eles decerto. Se for esse o caso, e se algum estiver, porventura a ler isto, peço que não continuem, pois não são boas notícias as que se seguem!
É que o filme, apesar de toda a sua cor, acção, efeitos, humor e Johnny Depp, é uma pequena seca.
Naturalmente que o primeiro é, francamente, o melhor e o mais divertido. Fui ver o segundo e achei-o uma salada demasiado mista, com demasiadas personagens, demasido folclore. O terceiro nem sequer fui ver. E a razão dessa opção foi-me recordada agora, quando resolvi dar uma oportunidade à quarta sequela., muito porque o trailer prometia.
Acredito que o filme vá ter um sucesso esmagador, que fará milhões e milhões de dólares, que imensa gente o vá proclamar como um excelente filme, mas, não será este o meu caso.
Vá, reconheço que este procurou simplificar, numa espécie de retorno à origem, numa tentativa de recapturar a magia do primeiro. Todavia, a meu ver, falhou.
É que é mais do mesmo, já não há chama, não há a mesma intensidade. E nunca pensei dizer isto, mas os "pãezinhos sem sal" do Orlando Bloom e Keira "Skeletor" Knightley fizeram sentir a sua falta (o subplot romântico entre um tótó cujo nome mal é pronunciado, e uma sereia que nem nome tem, é do mais aborrecido que tenho visto. Pouco convincente, e não é por se tratar de uma sereia!).
A sério que queria muito adorar estes filmes, não só porque o primeiro é muito bom e inteligente, mas também porque a personagem do Capitão Jack Sparrow é uma criação brilhante de um actor também brilhante (fez-se o rapazinho, hem), daquelas que ficará certamente na história do cinema. Mas não consigo, o que veio a seguir tinha e tem tudo para me agradar, mas sinceramente i couldn't care less. As sequelas deixaram-me bastante indiferente, e não sei explicar bem porquê. Simplesmente não fizeram aquele 'click' necessário.
A personagem de Depp é 90% do filme, ou 90% dos motivos de interesse do filme. Neste, em particular, não deixa de ser irónico que a melhor sequência seja passada fora do mar, e fora dum navio. O que, para um filme de piratas, não deixa de ser curioso. A aparição de Sparrow em Londres para salvar da forca um antigo companheiro e a subsequente fuga pelas ruas de Londres é, admito, do melhor que há. Mas depois o "chip" "piratas das caraíbas" é instalado e chega o "mais do mesmo".
Geoffrey Rush volta a fazer o seu Barbossa e, apesar de fazer um belo trabalho, é nítido que está algo perdido no argumento. Ian McShane faz um fabuloso Barba Negra que quase rouba o ecrã a Sparrow, mas não é explorado ao máximo. E Penélope Cruz é inegavelmente agradável à vista, mas uma personagem que me pareceu logo de início algo periclitante, ficou imediatamente descredibilizada aquando da primeira aparição no seu barco posando de forma "piratesca" junto ao leme e gritando, com o seu forte sotaque hispânico, "steady as she goes". Cliché demasiado desnecessário a meu ver.
E, apesar de tudo, continuam a existir demasiados personagens: os espanhóis procuram a Fonte da Juventude, os ingleses idem, Barbossa também, mas nitidamente com um plano próprio, Barba Negra procura o mesmo e...Jack Sparrow também, mas nesta altura já não se percebe porquê. O motivo que leva o grupo espanhol a procurar a fonte é revelado no final e é, quanto a mim, totalmente desnecessário e fraco. Tão desnecessário como a inclusão de um grupo de espanhóis na história. E a parte romântica é tão, mas tão aborrecida....conseguem ainda ser mais desenxabidos que o Orlando e a Skeletor.
Mas pronto, é giro e tal, e vale a pena pelo delicioso Jack Sparrow.
Eis um "segredo" bem guardado ali algures na Rua da Madre Deus, mais perto do que se poderia imaginar. Uma supresa agradável este Museu. Perfeito para um início de Domingo. Entrada à borla, almoço relaxado no delicioso jardim interior e depois um passeio pelo meio dos azulejos. Que me supreenderam mais do que imaginaria. As fotos não são grande coisa. São do telemóvel...é que nãoe stava mesmo à espera de encontrar tanta coisa "fotografável". Em especial a extraordinária Igreja da Madre Deus....paciência!
Mais um filme português. Mais um benefício da dúvida dado... Pedro, o protagonista perdeu o pai algures durante o PREC e ninguém sabe ou quer contar o que realmente lhe aconteceu. Aquando da mudança da sua avó para um lar de terceira idade, Pedro descobre na velha casa de família uma série de fotos, recortes de jornais e um diário que lhe aguçam a curiosidade e o fazem tentar descobrir o que realmente aconteceu ao seu pai na viagem que a família fez a Espanha há mais de 20 anos, da qual Pedro guarda apenas algumas recordações búzias. E nada melhor que seguir o mesmo itinerário descrito pelo pai no seu diário, procurando os sítios, os amigos dos pais e a verdade.
Esta é a premissa base do filme, e, visto assim, é muito interessante. Visto o trailer, também se fica com uma certa curiosidadeem ver o filme. Mas... sempre o raio do "mas". O filme é... parado... algo aborrecido... demasiado contemplativo, sei lá. A história é promissora, os actores são todos bons e, sem excepção, têm uma belíssima prestação (em especial o protagonista Gonçalo Waddington). Mas depois, enfim, tudo se perde num exercício demasiado estilizado, demasiado contemplativo, demasiado parado demasiado mole, a meu ver, tendo em conta a a intensidade do assunto. Há muitas cenas bonitas e que "ficam bem", mas para a história em si...pouco relevam. Enfim, interessante q.b, não é mau de todo, mas está longe de ser bom. Next!
Just a name. The first that stuck. If you don't like it... Tough luck.