quarta-feira, janeiro 26, 2011

06. AVANTASIA – “The Wicked Symphony/Angel of Babylon”



Bem…eu vejo isto como um lançamento só…até porque comprei a edição especial em caixa, com o livro extra, etc etc. Portanto não me habituei a separar os discos. Sempre encarei isto como uma obra única. Embora reconheça, claro, que, como é óbvio, há canções menos boas numa e noutra das partes. Mas, seja como for, é duma vezada só que eu olho para a Parte II e Parte III da trilogia começada com "The Scarecrow".
E, como já disse mais do que uma vez, é o melhor de sempre dos Avantasia. Os dois primeiros são muito bons sim, mas já são mais datados. Mais normalizados ou standardizados. Power metal by the book. Um excelente book, mas já pouco inesperado, em especial nos dias de hoje. É aqui que reside o verdadeiro interesse destes discos. O Sammet claramente reconhece isto e, se a inspiração actual não serve para os seus Edguy, mais vale aproveitá-la em força aqui. E assim o fez em boa hora. MAis pop ou hard rock? Talvez, mas a inspiração é das melhores. E uma das canções do ano, pode ser aqui encontrada: “Death is just a feeling”, cantada pelo grande Jon Oliva.



07. ACCEPT – “Blood of Nations”



Eis a maior surpresa deste ano a nível pessoal. Também não é segredo nenhum que não sou, nem nunca fui, grande fã de Accept, nem do Udo/Pato Donald (apesar de ter gostado bastante do concerto do gajo no WOA2010), portanto fui ouvir este disco mais por despeito e “deixa-me cá ouvir que é para poder dizer mal”. Foi o Rick, salvo erro, que me dasafiou a fazê-lo. E vi-me obrigado a dar o braço a torcer. É um grande disco de heavy metal, cheio de uma energia contagiante. Mais um daqueles que pedem um incessante abanar de cabeça e bater de pé. No mínimo. Tudo neste disco soa bem, desde as canções mais agressivas, até à balada "Kill The Pain" que me surpreendeu por ser realmente boa. Sim senhor. Assim gosto.



08. VANDEN PLAS – “Seraphic Clockwork”



Surpreendo-me sempre quando ouço um disco destes tipos. Primeiro porque a primeira impressão q tive deles, há muitos anos, com o álbum “Far Off Grace” foi a de aborrecimento. Anos depois quando fui reouvir a banda (olha, tb graças ao Pedro) acabei por encontrar uma das minhas bandas preferidas de sempre.
Sim, este disco é mais denso, complexo, mais teatral talvez. Já o anterior era, embora em doses menores. Porém, a experiência de o ouvir do princípio ao fim é algo de extraordinário. A faixa “On My Way To Jerusalém” valeria o disco todo, não fosse o caso de as restantes serem excelentes também. Em boa hora conseguimos ir vê-los a Torres Novas.








09. THERION – “Sitra Ahra”



Nunca fiz grande segredo que não apreciei o anterior “Gothic Kabbalah”. Reconheço-lhe o valor e a inovação, mas o ideal, para mim, é quando a inovação e a diversidade me conseguem prender. Não aconteceu no anterior, mas aconteceu neste.
Quer-me parecer que o Johansson meteu um pouco os travões à coisa, e em boa hora o fez. Talvez a renovação total da banda tenha tido alguma coisa a ver com isso, não sei. Mas algo fez com que este disco me reaproximasse dos Therion novamente. Sim, ouço neste disco muita coisa que se ouviu já noutros. Mas tb ouço coisas novas e, mais uma vez, é do todo que resulta o prazer e o entretenimento. Excelente álbum.




TOP 10 2010

DISCLAIMER:

Muito, muito difícil fazer este top. Este ano foi esmagador. Ou, pelo menos, ouvi muitos álbuns. O que sei é que tive dificuldades em construir uma lista que me satisfizesse. Sei tb que neste ano saíram álbuns de bandas que, automaticamente, teriam lugar no top. A não ser que alguma coisa acontecesse fora do normal. Portanto, estive tentado a fazer um top 20, mas aprecio o desafio de tentar condensar. De seguida limitar-me-ei a referir outros discos que estiveram quase, mas não deu. E não deu pq o critério é, mais do que qualitativo, quantitativo, isto é: o top 10 é constituído pelos discos que mais me disseram e mais ouvi neste ano. Apenas isso. Gostei muito do disco da banda X, mas só o ouvi uma ou duas vezes. Paciência...ficou de fora. Posto isto.

10 – CRYSTAL TEARS – “Generation X”



Este disco foi adicionado in extremis mesmo. Foi graças a recomendação do Pedro que fui ouvir estes tipos. Banda grega, cujos integrantes são desconhecidos para mim, excepto o vocalista, Ian Parry, nome feito já noutras bandas e projectos (Elegy, Consortium Project, Ayreon, Vengeance, Infinity Overture, etc) e que aqui faz um trabalho excepcional. Em termos vocais é a prestação mais agressiva, mais METAL, que tenho ouvido dele. Em certos momentos aproxima-se estranhamente do timbre e duma energia dum Ronnie James Dio. Estranhamente pq já o conheço há tanto tempo e nunca lhe tinha detectado esse timbre. Obviamente que a música tb se presta a isso, pois é bastante musculada sem descurar o lado melódico. Acho que é o segundo álbum deles, embora seja o primeiro com o Parry. O que deve querer dizer muito acerca da qualidade deste disco. Os músicos não são nada maus também, atenção, apenas são desconhecidos.
Sim, não inventa nada de novo, mas a verdade é que para disco que vim a conhecer tão tardiamente em 2010, ouvi-o uma porrada de vezes! Apesar de não trazer nada de novo, faz uma mistura eficiente entre heavy metal tradicional, metal progressivo e um pouco mdaquele power metal americano, ie, sem grandes floreados. Ah, and no keyboards allowed. Não inventa nada de novo, mas consegue escapar à “vala comum” de toneladas de bandas. O que os Crystal Tears apresentam aqui é personalidade, e energia que torna difícil não abanar a cabeça e o pezinho enquanto se ouve.











To be continued....

terça-feira, janeiro 25, 2011

Pimp up your ride

Da maneira como o preço dos combustíveis anda a aumentar, só vejo um futuro para os adeptos do tuning....



segunda-feira, janeiro 24, 2011

Qavakotron 2050



O futuro é estranhamente retro.

Han Ibal Ka Vaku


E, após o glorioso acto legislativo do dia de ontem, eis o grande vencedor, numa rara aparição solo. Podemos ficar descansados pois tê-lo-emos mais 5 anos a comandar o povo e restantes animais. Agora voltará para onde tem estado, verticalmente inserido numa das cavidades do seu portador, garantia duma suposta espinha rígida e eficiência robótica.

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Meanwhile...

......no glorioso Portugal, a população não cabe em si de excitação com o aproximar das grandes eleições Presidenciais de 2011. Por todo o país respira-se um ar novo, um ar de mudança, um ar de esperança no futuro. O Povo prepara-se para responder ao épico apelo de unidade e coesão feito pelos seus corajosos líderes: Sócrates, Aníbal, e toda uma vasta sucessão de nomes dignos de figurar no Panteão da História Mundial. O Povo, orgulhoso, prepara-se assim para dar uma resposta à altura dos seus comandantes, acorrendo em massa às urnas, em honra das eleições presidenciais, da democracia e do progresso.


quinta-feira, janeiro 20, 2011

VOTA, VOTA...

...SÊ UM BOM COMPATRIOTA!!!

Já diziam os Peste & Sida de antanho, assim quando eram uma banda com algum interesse. Pois que sim, votarei, e serei um bom compatriota, ena pá, que excitante! Se bem que devo confessar...no estado actual de coisas, lamentável, deplorável e quasi nauseante, o verdadeiro lema devia ser outro:

VOTAR A BEM DA NAÇÃO!
Mas nestes não...

Ou:

ANTES VOTAR NO INDIANO
DO QUE VER ESTES A MANDAREM O PAÍS PELO CANO!



Enfim...

quarta-feira, janeiro 19, 2011

WTF?

Há 31 anos e ainda andam com isto? Que se fale, que se debata, que haja teorias da conspiração da mais variada ordem, que faça parte da mitologia política, ainda se percebe. Mas uma Comissão Parlamentar, outra vez, para este fim? Não é preciso ver muitos episódios de séries como os CSI's e outros quejandos para perceber que....se não descobriram entretanto a solução para a Tragédia, é duvidoso que descubram agora! A não ser que tenham andado a ver aquela outra série dos casos arquivados. Ainda se houvessem factos novos que o justificassem...mas pelos vistos a útil Comissão é constituída para investigar factos novos que eventualmente lhe sejam apresentados. Seja como for, não têm estes senhores mais nada para fazer? Pelos vistos gastam tempo a ver TV, mas seria de esperar que , sei lá, se preocupassem com outras coisas. Com o estado miserável em que este pagode se encontra talvez.
Porra, até os cámones já devem ter assumido que o Kennedy foi morto por razões políticas e continuaram com as suas vidinhas! Adiante meus senhores, adiante!

terça-feira, janeiro 18, 2011

R.E.D.

Frank Moses (Bruce Willis) é um ex-agente de operações secretas da CIA a tentar viver tranquilamente a sua reforma, longe da agitação e dos perigos da profissão. Um dia percebe que está a ser perseguido por um esquadrão de morte da própria CIA e, decidido a escapar com vida, Frank reúne as únicas pessoas em quem pode confiar: Joe (Morgan Freeman), Marvin (John Malkovich) e Victoria (Helen Mirren), os membros da sua antiga equipa, igualmente reformados e com alguns problemas em lidar com a monotonia do dia-a-dia. E é assim que se apercebem que são todos alvos de uma enorme conspiração: são procurados pela própria Agência, que os tenciona aniquilar antes que as informações que eles possuem possam ser tornadas públicas. E é assim que estes ex-agentes, sedentos de aventura, vão redescobrir o prazer de uma boa conspiração.
Uma comédia de acção baseada na famosa novela gráfica de Warren Ellis e Cully Hamner.

Dei-me ao trabalho de ver algumas imagens desta novela gráfica, que não conhecia. PAreceu-me bastante interessante, mas fiquei com a impressão que é muito mais negra e dramática que a adaptação cinematográfica. Não que isto signifique uma crítica ou que haja menor qualidade na adaptação. Não faço ideia, sem antes ler a obra.
Seja como for, "RED", enquanto obra cinematográfica é interessante e divertida q.b. A tónica está, definitivamente, colocada na componente "comédia de acção". Um grupo de reformados, aparentemente com dificuldades m se adaptar à nova condição e/ou com nostalgia extrema do passado, poderia dar azo a uma obra mais triste ou cinzenta. MAs preferiu-se dar lugar à comédia, o que, se por um lado o torna um filme menos profundo, por outro torna-o mais divertido e dedicado ao puro entretenimento que é, afinal, também uma das funções do cinema, do bom cinema.
E a melhor parte do filme, aquilo que o eleva acima da média, são os actores. O prazer de ver RED passa precisamente por ver Bruce Willis, Morgan Freeman, John Malkovich e Helen Mirren no papel de ex-assassinos reformados, inadaptados e aparentemente obsoletos. E passa por ver que os actores se divertiram tanto como os espectadores. Malkovich em especial, apresenta uma personagem digna da sua persona, se assim se pode dizer, responsável pelas tiradas mais cómicas e afreakalhadas do filme. E é de saudar o regresso do grande Richard Dreyfuss, desaparecido nos últimos anos.
Um filme engraçado, subordinado ao tema "velhos são os trapos" e ao conceito "a idade é um posto" e ainda ao "Ainda não tinhas nascido já eu cá andava", que cumpre bem o seu objectivo: hora e meia bem passada, sem nos sentirmos insultados na nossa inteligência. Diverte com qualidade. O que, nos dias que correm, já é uma mais valia.


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quinta-feira, janeiro 13, 2011

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Generation X



Crystal Tears

terça-feira, janeiro 04, 2011

sábado, janeiro 01, 2011

Feliz Ano Novo

Algures no norte da Alemanha, numa tépida noite de Agosto de 2010! Find Wally, if you can, ainda com óculos na altura. :D

sexta-feira, dezembro 31, 2010

2010 II

E mais um que finda. Ao ler este POST de 2009, verifico, com surpresa, que houve premonição e acuidade na sua elaboração. Raras vezes se cumpre ou acerta tão bem. Só é pena não ter a mesma pontaria para os números do Euromilhões. Mas enfim. Eis 2011 que chega para ser saudado por um novo "eu", um "eu" recauchutado, vá lá. O pessoal do IRS, em 2011, vai-se assustar decerto: "credo, mas que raio aconteceu a este jovem em 2010? Tanta farmácia, tanto médico, tanta consulta!!". Lá vou ter de ir fazer prova às Finanças. Seja como for, para além disso, vai ser um ano a recordar por tempos vindouros.
Um ano de grandes mudanças sim senhor, mas também um ano de consolidação e de fincar pés para o que aí vem.
Um ano de grandes mudanças, grandes desígnios, grandes planos, pequenos planos e planos assim a assim. Foi um ano agitado, para ser mais resumido! Daquela agitação espevitante e titilante! E como em qualquer ano deste tipo, um ano em que acaba sempre por se aprender algo mais, um ano em que acabamos por nos conhecer a nós próprios um pouquinho mais, um ano de crescimento e melhoramento constante. Mas também um ano de lições. Não se pode ter tudo realmente. E, definitivamente, não se pode agradar a gregos e a troianos. E, como tal, não se pode viver a vida sem tropeçar em desilusões, desapontamentos, tristezas. Algumas pessoas trouxeram-me estes ingredientes e, por mais que me custe, tive de os aceitar e engolir. Deve ser mesmo impossível passar pela vida sem ser desapontado por algumas pessoas que fazem parte dela. You can't always get what you want, lá diziam os outros. Enfim...é a vida, já dizia o Guterres.
Apesar disso, desejo a todos, mas a todos mesmo sem excepção, um excelente Ano Novo de 2011, cheio de coisas boas e tudo e tudo!



quinta-feira, dezembro 30, 2010

End of the year madness



Antoine Dodson! LOL

sexta-feira, dezembro 24, 2010

A merry xmas salute



Um Feliz e mais do que excelente Natal a todos!

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Machete

Ora bem, um post bem vermelho, embora completamente arredado do espírito natalício. O vermelho de que aqui se fala não tem nada a ver com o nariz inflamado da rena não sei quantas, nem com o fato do Pai Natal, nem sequer com o azevinho. Tem antes a ver com sangue, tripas e carne viva! Não, não se trata de um talho, mas quase: "Machete", o novo filme do Robert Rodriguez!
Li algures que O Silvestre Estalada, enquanto reunia o seu grupo de durões convidou Danny Trejo para o seu filme "The Expendables". Trejo respondeu, reza o boato, que achava o filme demasiado "mariquinhas". Verdade ou não, a verdade é que "Machete" ganha aos pontos a "The Expendables". Mas não há necessidade de perder tempo com estas comparações.
"Machete" foi, inicialmente, um trailer fictício, que passava no "double feature"
"Grindhouse" de Tarantino e Rodriguez. Alcançou tal sucesso que Rodriguez (criador do trailer) se lançou na produção do filme inteiro.
E em boa hora o fez. É um filme delicioso e ultra violento. Haverá, certamente, quem chame a isto volência gratuita, de forma pejorativa, mas eu prefiro falar em caricatura de violência. O massacre sanguinolento que se passa neste filme, é de tal forma exagerado que não pode ser levado a sério. A caricatura dos filmes série B é perfeita. E, muito mais que outros filmes, este consegue eficazmnete repescar um estilo, uma forma de filmar, e fazê-lo com gosto e, também, com relevância actual. E também aqui encontramos alguns actores que, enfim, fizeram parte deste tipo de filmes, como Jeff Fahey ou o inenarrável e inefável Steven Seagal (gordo que nem um texugo inflado, credo!) e que agora permitem uma pequena charge feita, no fundo, contra eles próprios.
UM filme xunga sim. Xunga até mais não. Mas divertido a valer, de tão "desenho animado" exagerado que se torna. Só faltam as bigornas a caírem. Valeu a pena. :D



quarta-feira, dezembro 22, 2010

terça-feira, dezembro 21, 2010

segunda-feira, dezembro 20, 2010

Ninja

De volta ao trabalho e ao caricato elevado ao máximo expoente. Que a rataria está a ficar cada vez maior e mais agressiva e destemida já se sabia. Mas que seja necessário um ninja para dar cabo delas já é algo mais grave. A TVI devia pôr os olhos nisto!

terça-feira, dezembro 14, 2010

Hello me...

...meet the new me...

E eis que, de repente, este e o amigo/camarada/irmão do outro lado, ficam sem abrigo, sem qualquer protecção contra a chuva, vento e intempéries em geral. Que tragédia. E logo no Natal, coitados. E, pior, quando os tornados e tufões se repetem dia após dia em Portugal (pelo menos a julgar pelas notícias da SIC...).
Mas bom. É verdade. Achei que devia libertar as "meninas dos meus olhos", ou lá como raio o diz o povão. E, como tal submeti-me à tão propalada operação. Fui à faca, ou melhor à Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação (por enquanto a Santa Adse ainda ajuda...para o ano talvez esteja ocupada, nunca se sabe).
Na verdade o processo não foi tão emocionante/aventuroso/palerma como o post anterior indiciava. Na verdade foi muito mais moroso, burocrático e aborrecidito.
Aliás, em bom rigor, a experiência assemelha-se, de certa forma, a andar de avião. Aqui também temos de estar presentes no local umas valentes horas antes, para diversas formalidades, horas nas quais conhecemos as cadeiras da sala de espera, para depois fazermos o que originalmente ali nos levou. E realizado este objecivo, seguem-se ainda mais uns passos que tornam tudo ainda mais moroso. Isto tudo para dizer que cheguei às 9H30 e saí às 12H30. A operação propriamente dita levou uns 15 minutos se tanto. O pré e o pós-operatório é que tornam as coisas mais demoradas. Será pelo melhor, uma vez que a coisa, apesar de não ser pêra doce, até acabou por correr melhor do que estava à espera. Visão algo turva ainda, desfocada, fora de frequência, whatever, mas pelo menos já leio as matrículas dos carros lá embaixo, sem próteses oculares. Hooray for that i say.

PS: sim, confirmo que aquilo cheira, a dada altura, a carne queimada. Churrasco de olhos. Yummy.

segunda-feira, dezembro 06, 2010

Alright....

...eyes wide open now. Careful, easy does it...Don't move, don't blink, don't breathe! Here it goes!

sábado, dezembro 04, 2010

quinta-feira, dezembro 02, 2010

bem...

...há quem diga que em Portugal se está constantemente a meter água. Pelo menos que ninguém diga que não temos onde a meter....