sábado, agosto 21, 2010

sexta-feira, agosto 20, 2010

luz

Ei-lo!!!

Finalmente! Um disco surpreendente, mesmo para o fã mais acérrimo de Iron Maiden. Um disco longo, complexo, exigente e que pede a atenção do ouvinte. Nada aqui é descartável, nada serve de música de fundo. Um dos álbuns mais homogéneos, diferentes e criativos da banda. Um álbum exigente sim. O que, numa banda com mais de três décadas em cima, não pode ser senão algo de louvar. A cada audição, um novo pormenor surge, uma melodia nova, pequenas coisas que, por vezes fazem a diferença, trazem o brilhantismo. Um álbum forte, que não será do agrado de todos certamente. Um álbum definitivamente maduro, feito, em primeiro lugar para a banda. Banda que confia suficientemente na sua qualidade para esperar legitimamente que os seus fãs acompanharão os novos caminhos que continuam a trilhar com afinco cada vez maior. Mais de três décadas? Mais parece uma banda acabada de aparecer. Esta miudagem criativa. lol




quinta-feira, agosto 19, 2010

quarta-feira, agosto 18, 2010

Cais Palafítico da Carrasqueira



Obra-prima da arquitectura popular, o cais palafítico da Carrasqueira, único da Europa, é construído em estacas de madeira irregulares, aparentemente frágeis, das décadas de 1950 e 1960, que servem de embarcadouro aos barcos de pesca que ali acostam. Ora estão enterradas no lodo, ora na água, segundo as marés.
Integrada na reserva natural do Estuário do Sado, a aldeia ribeirinha conserva uma impressionante rede de estacaria que se estende centenas de metros pelos esteiros lamacentos do rio Sado.
Ponto de atracção turística, é um dos locais mais visitados no concelho; o cais continua, no entanto, a cumprir a missão para que foi construído: permitir o acesso dos pescadores aos barcos, mesmo durante a baixa-mar.
Ao longo dos diversos cais erguem-se pequenas casas construídas em madeira, que servem de arrecadações.
(in http://www.cm-alcacerdosal.pt/)



http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Concelho/Patrimonio/PatrimonioArquitectonico/Civil/Paginas/CaisPalafiticodaCarrasqueira.aspx

terça-feira, agosto 17, 2010

Passeata time

Back

Back in batente. Curtas são sempre as férias, nos dias que correm. Mas ajuda, e muito, passá-las intensamente, no laréu e, acima de tudo, com a melhor das companhias. Há muitas actualizações atrasadas por fazer, mas para já vou ficar aqui quieto e sossegado a ver se passo despercebido. Uffff.

terça-feira, agosto 03, 2010

E esta hem?


Quem diria...here we go agaaaaain!




segunda-feira, agosto 02, 2010

Thank You




If the sun refused to shine, I would still be loving you.
When mountains crumble to the sea, there will still be you and me.
Kind woman, I give you my all, Kind woman, nothing more.
Little drops of rain whisper of the pain, tears of loves lost in the days gone by.
My love is strong, with you there is no wrong,
Together we shall go until we die. My, my, my.
An inspiration is what you are to me, inspiration, look... see.
And so today, my world it smiles, your hand in mine, we walk the miles,
Thanks to you it will be done, for you to me are the only one.
Happiness, no more be sad, happiness....I'm glad.
If the sun refused to shine, I would still be loving you.
When mountains crumble to the sea, there will still be you and me.


A reunião dos Led Zeppelin pode ter sido um one off. Mas esta, se calhar, já deve ser mais "fácil". Mais low profile que os Led Zeppelin definitivamente. Os Band of Joy, banda de onde Robert Plant e John Bonham saíram para formar os Zepp, ganharam este ano uma vida nova, com Plant a reformar a banda para uns concertos. Claramente pelo factor diversão. Seja como for, é incontornável. Onde quer que Plant esteja, clássicos dos Zepp TÊM de ser tocados. Eis um dos melhores, "Thank You". For someone out there.

domingo, agosto 01, 2010

Inception

Eis um filme que não deixa as coisas por meia medida. Ou que não será indiferente a quem quer que seja. Ou melhor, um filme que uns adorarão e outros odiarão. Haverá quem o ache de uma suprema genialidade e quem o considere um exercício arrogante e pretensioso escondendo um filme mau. Pessoalmente inclino-me mais para a primeira opinião.
Sim, é um filme demasiado complexo, com demasiadas camadas (literalmente), pelas quais é bastante difícil navegar sem perder por completo o norte. É um filme sobre sonhos afinal, e sobre sonhos dentro de sonhos, e sonhos dentro de sonhos dentro de outros sonhos. No entanto, é mais científico que verdadeiramente onírico ou metafísico. Afinal de contas não deixa de ser um blockbuster, desta vez sem qualquer sentido pejorativo. Há acção a rodos e efeitos especiais de virar a cabeça (literalmente, mais uma vez). Mas é um blockbuster diferente, porque não tem medo de confundir, despistar e esperar que cada um que o vá ver puxe pela cabeça, nem que seja por uns minutos. É que, apesar de tudo, é difícil de acompanhar e muitas vezes temos de fazer o que, a dada altura também é pedido ao protagonista: um leap of faith. O que é o mesmo que dizer que nos devemos deixar ir com a corrente do filme e ver onde tudo vai dar, tentando não deixar nada para trás. É complicado sem dúvida. Mas, na verdade, acaba por ser uma grande viagem, que faz parecer as duas horas e meia de duração do filme muito, mas muito, mais pequenas.
Não vale a pena, não há tempo, nem espaço para escrever muito mais sobre este curioso filme. É daqueles que só visto mesmo. E é daqueles que mesmo depois de visto vai deixar muito (ou tudo) em aberto e sujeito a várias interpretações. Daqueles que nos fazem sair do cinema com dúvidas, interpretações e teorias e vontade de as debater e contrapor com as de quem esteve connosco. E isso, a meu ver, já o torna um filme excelente. Isso e a vontade de o rever, desta vez para tentar apanhar o que escapou. Para tentar "perceber". Sem que isso signifique que seja um filme incompreensível. Nada disso. É, como disee, uma obra muito curiosa e prazanteira de se ver.


sábado, julho 31, 2010

sexta-feira, julho 30, 2010

I'm off

Oficialmente de férias. Vou deslocar a velha carcaça para a actividade commumente chamada "a banhos", para ver se a convenço a desculpar-me pela atroz violência a que a vou sujeitar dias depois quando embarcar em mais uma empreitada para a qual o cérebro está preparado, mas que me vai sair do coiro, como já é habitual! Eheheh

Monsanto à la Miller






Deep Colours