Interromper dias de sol e praia por um concerto é algo que custa. E, certamente, não o faria por qualquer um ou qualquer banda. Os Deep Purple são das poucas que o mereceriam. E, desta vez, ainda mereceram mais, com um concerto majestoso, magnífico, soberbo. A classe e a mestria impressionantes em cima dum palco. Os "velhotes" dão-lhe a valer e muitos ainda podem aprender bastante com eles sobre o que é ser uma banda de rock and roll.
terça-feira, julho 20, 2010
Deep Purple @ Coliseu - "Fireball"
segunda-feira, julho 19, 2010
Alive!
sexta-feira, julho 16, 2010
quarta-feira, julho 14, 2010
terça-feira, julho 13, 2010
El Secreto de sus ojos
E já tinha saudades de ver um filme realmente BOM. Não conhecia nada sobre este filme, a não ser que era argentino e que tinha ganho o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro. E fui vê-lo baseado exclusivamente em recomendações geralmente certeiras dos Srs. Raimundo e Matias. E eis que acertaram sim senhor. Um filme bom, do género daqueles filmes que se apoiam exclusivamente na história, na maneira de a contar, nos personagens e actores e, também, na forma de filmar. Em suma um filme que nos "puxa" completamente para dentro dele de uma forma que nenhuma tecnologia 3D alguma vez há-de conseguir.
Benjamim Esposito, reformado do Departamento de Justiça, nunca conseguiu esquecer um crime ocorrido há 25 anos, da mesma forma que nunca conseguiu esquecer aquela que se tornou sua superiora hierárquica na altura. Dois factos, ou eventos que o marcarão indelevelmente para a vida. Agora, passados 25 anos, sem encontrar melhor solução, resolve escrever um romance onde pretende detalhar aquele crime e as ocorrências que o rodearam, em busca de Justiça, para o crime e, quiçá, para si também.
Nada tem de complexo o filme. É, aliás, bastante mainstream e chega mesmo a fazer uma coisa que, geralmente, dá mau resultado: mistura géneros e estilos. Temos a base típica de um filme policial, com uma trama de melodrama romântico, sob um pano de fundo, mais sugerido que assumido, de thriller político. E não é que resulta num pequeno e despretensioso filme, belo e brilhante? E, como na vida real, onde nada é estanque, estas várias realidades na vida de Esposito interagem umas com as outras e influenciam o seu destino e o dos outros personagens.
Uma boa surpresa sem dúvida e, se é que isso tem algum valor, um Óscar bem merecido. A isto chama-se cinema, puro e duro.
E eis o plano-sequência de 5 minutos. Gosto sempre destas coisas, embora ache que destoe um pouco do resto do filme, em geral mais comedido. Mas vale sempre a pena:
domingo, julho 11, 2010
sábado, julho 10, 2010
quinta-feira, julho 08, 2010
Are you alive?
É o que se vai ver...Alice in Chains pela primeira vez. Faith No More pela segunda (finalmente!!) e Moonspell pela.....já perdi a conta!
E irrita-me que goste de tanta coisa...tenho pena de não ver Manic Street Preachers amanhã. Já há muito tempo que os esperava também. Mas o guito não chega para tudo e há que fazer opções. Seja como for, espero vê-los num sítio melhor e em nome próprio com direito a concerto integral, e não em regime "festivaleiro". 50 € é muito euro para dar por uma banda num dia de festival em que, praticamente, todas as bandas restantes ou não me dizem nada, ou não conheço, ou me irritam/aborrecem francamente. Também não me importava nada de ver os Pearl Jam no Sábado, mas, pelos vistos, não fui eficaz a aquilatar a histeria colectiva, pelo que, paciência, ficará para as calendas gregas. Realmente o belo do € não estica. Felizmente terei já na próxima semana um dos dois pontos altos previstos neste ano no capítulo "concertos".
quarta-feira, julho 07, 2010
Successfull
It´s uncanny how sometimes "less is really more". And also that "sometimes a picture is worth a thousand words". Inspiration falls upon oneself one or two times out of ten, but when it does, it really does hit you, like a piano tossed from the roof of a skycrapper. Throw in a simple, yet effective sentence, and there you have it. It's self explanatory really...impossible to replace it by any other words. I'm loss for words and, like George and Elaine, "i'm speechless, i am left with no speech".
Gunther Dünn
terça-feira, julho 06, 2010
Prince of Persia
E mais um filme baseado num jogo de computador. Parece-me bem. Se a maior parte dos jogos de computador actuais parecem filmes autênticos, porque não pegar em jogos clássicos do passado e transformá-los também em filmes? Claro que os argumentistas têm de extrapolar e inventar ao máximo, pelo que, de comum com o jogo original o filme apenas possui o título. Parece que houve, mais recentemente, uma continuação do jogo, justamente chamado "Sands of Time", e onde o filme vai buscar mais elementos, mas não sei dizer mais, pois nunca o joguei ou vi sequer. Seja como for, acredito que o filme deva mais a essa versão que à original propriamente dita.
E que tal? Bom, há uma palavra, três sílabas apenas, que descrevem o filme na perfeição: TÍ-PI-CO. É um filme de aventuras típico, recheado de clichés do princípio até ao fim, e cheio de referências a outros filmes. Temos o herói que, de alguma forma falha no seu carácter e procura redimir-se, ao mesmo tempo que é injustamente acusado de algo, procurando, contra tudo e todos, limpar o seu nome, enquanto aproveita para salvar o Mundo. Temos o artefacto sagrado/místico que não pode cair em mãos erradas e tem de ser levado algures, temos o mistério que se prolonga até ao final, sobre quem é o verdadeiro inimigo, temos irmãos desavindos que se reconciliarão, temos um interesse romântico que começa mal, e uma personagem feminina que não é tão "donzela em perigo" como isso e que leva a uma "guerra dos sexos" que se estende pelo filme, em diálogos rápidos e cómicos. Temos até, os sidekicks, ou ajudantes pouco heróicos, mas, afinal, honrados.
Temos, portanto, o universo "Indiana Jones" e "Star Wars" transportado para um fictício reino persa, há laivos claros dos recentes filmes da "Múmia", e até do "Lord of The Rings" (aquelas imagens dos Hassansins a cavalgarem pelas florestas escuras, montados em cavalos com aspecto demoníaco...). Em suma "Prince of Persia" faz um potpourri de tudo isto, baralha e volta a dar, sob novas roupagens. Afinal, basicamente, só a localização geográfica e as roupas mudam.
Isto não quer dizer que seja um mau filme, dentro do género. Não. É apenas um típico blockbuster americano/Bruckheimer de Verão. Torna-se um pouco previsível para quem, geralmente, e apesar de tudo, se interessa em ver este tipo de filmes de vez em quando. Talvez um tanto ou quanto previsível sim, com pouca coisa de novo. Mas vá, sejamos magnânimos, e reconheçamos que, em geral, o raio do filme cumpriu. Bom filme de aventuras, para não levar muito a sério e passar um bom momento. Os efeitos especiais são básicos, mas suficientes. As tiradas jocosas entre os personagens principais têm alguma piada e as acrobacias aéreas do tal Princípe são divertidas e emocionantes (embora Jake Gyllenhall seja uma péssima escolha). Um bom filme, mas pouco memorável. Next!
E pensar que tudo começou assim:
Lembro-me de jogar Prince of Persia até à exaustão na consola Master System da SEGA, ou algo assim. E, se bem me lembro, na altura era considerado um jogo relativamente avançado, tendo em conta as animações, etc e tal. lol Parece algo saído do Jurássico, quano comparado com os jogos de hoje. Mas, convenhamos....podiam fazer menos coisas, podiam ser mais básicos e simplistas...mas eram ou não mais carismáticos que os de hoje? Eram. :D
segunda-feira, julho 05, 2010
Artworx @ Barreiro MCB 2010 II
Dos dois videos que gravei na sexta-feira passada, só este "sobreviveu". É o que dá pôr-me a ver fotos e videos na máquina às tantas da madrugda, cansado e com sono. Enfim, paciência. Excelente concerto de Artworx, cada vez melhores, agora com um novo baterista e um novo segundo guitarrista. O som da banda resulta ainda mais forte e poderoso e já mereciam vôos mais altos definitivamente. Cá estamos para ver!
domingo, julho 04, 2010
sábado, julho 03, 2010
sexta-feira, julho 02, 2010
quinta-feira, julho 01, 2010
The Sorcerer King
"Maxwell, my old friend", said the King slow and patiently, "I believe i saw you taking the point of your men and being one of the first entering the castle, yielding your sword like there was no tomorrow. By St. George, i swear i saw you tackling four swordsmen at once!" He paused for a minute, catching his breath, and went on, "We've been here mounting siege to this god forsaken castle for almost three weeks. It's been a labour of patience, and i, we, owe it all to you, for your almost unhuman commitment, and disregard for your own needs and life. You endured and strove where pretty much all of my men would falter, as courageous as they are, and all of them are. Last week, you, in person, and against my direct orders, went scouting the surroundings of the east wing of the castle, and because of the information you brought i dismissed your desobeyance. Sir Ian Gruffudd made good use of your information! You're an intelligent, dilligent man, a loyal subject, a great comrad in arms and a good friend of mine". The King stopped talking, and raised his eyes directly to face Maxwell's. "And a man capable of all this, an inspiration to an entire army and its King, with the strength and courage more than proved in the battle field is now before me uneasy like a boy away from his mother? Hard to believe my friend. So, speak up, please".
Maxwell couldn't help but smile at the comparison, he could look like anything now, but definitely not like some young toddler. His battle armor was covered in dents and blood, some his own, but the most part of his slain enemies. His sword was red, or more like it, brown, with all the dried blood and his shield was, basically, broken in two, or almost. He was a gruesome, fierce sight, which was in accordance with his action in battle. He put down his sword and shield and went closer to the King, suddenly worried that someone might be listening.
terça-feira, junho 29, 2010
Blood Brothers
"When you think that we've used all our chances
And the chance to make everything right
Keep on making the same old mistakes
Makes untipping the balance so easy
When we're living our lives on the edge
Say a prayer on the book of the dead"













