terça-feira, outubro 15, 2013

A BAD day to die hard


De facto há coisas que custam muito a morrer...a série ou franchise, como agora está na moda dizer, dedicada às aventuras e desventuras de John McClane está a fazer jus ao nome, e custa a desaparecer...já não faz qualquer sentido a meu ver, e este novo filme vem provar exactamente isto. Não tarda chegavam ao conceito original do livro em que o primeiro filme foi baseado: um polícia de NY velho, e reformado que luta por salvar a NETA refém num arranha céus. Livro, por sinal, bastante interessante, e que nada tem a ver com o primeiro filme. Mas perdoa-se facilmente isso, pois trata-se, na verdade, de um bom filme.
Mas bom, o conceito começa a deixar de fazer sentido, ou, por outras palavras, já chega. A coisa devia ter acabado no segundo filme, no aeroporto. O que veio a seguir, enfim, foi corriqueiro e bastante normal...mas ainda assim, longe de ser algo aborrecido, inconsequente e sem qualquer interesse, como é este novo A Good Day To Die Hard.
A novidade está na introdução do McClane Júnior, desempenhado por um actor inexpressivo sem qualquer piada ou humor, matando-se assim um dos preceitos que fez o sucesso da série inicialmente. Consta que haverá outro, desta feita sem o Sénior...duvido muito que o Júnior tenha carisma suficiente para carregar um filme, mas pronto, eles é que sabem. Melhor para o Bruce Willis que, neste filme, mais não é do que um side kick, meio atarantado e arrastado para uma história que não lembra ao diabo. Nestes tempos agitados, agradeço entretenimento e diversão sem grandes exigências, mas isto é por demais obtuso. Siga.

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