Outra grande surpresa. Já sabia que o filho do Blackmore era guitarrista e tinha inclusivamente integrado os Over The Rainbow, se bem me lembro. Mas, nem sempre filho de peixe sabe nadar, pelo que não liguei muito. Porém, quando vi o videotrailer do disco no Melodic Rock mudei rapidamente de opinião. Este filho de peixe sabe nadar, e, quiçá, tanto ou mais que o respectivo progenitor que só vê alaúdes medievais nos dias que correm… Um disco fantástico para fãs de Purple, Dio, Uriah Heep e afins. Altamente melódico e viciante. E o nome do álbum está muito bem adaptado, porque as vozes que dão corpo às canções pertencem a vocalistas de primeira água. Alguns não os conheço, mas Oliver Hartmann e Michael Bormann são sempre boas referências. Faltava cá o Doogie White e o Mats Léven ou mesmo um Jorn Lande. Integrar-se-iam muitíssimo bem. Dentro deste “género” outros houve que aqui poderiam figurar tb: Mysticity, Demon’s Eye, Ken Hensley, Soul Secret, Doogie White, Uriah Heep. Grandes discos todos de hard rock clássico, ou como lhe queiram chamar. Mas optei pelo Blackmore, pois foi o que, afinal, dei comigo a ouvir mais.
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