Em comum com o filme anterior esta sequela só tem o nome e alguns personagens. O que, para uma sequela, é algo de inaudito. O primeiro filme, de 2006, se bem me lembro, era muito engraçado e "giro". Tecnicamente era um colírio para os olhos, a história era engraçada e originalíssima e mesmo a "boa e velha moral final" da Disney não incomodou muito. Seja como for, era um filme infantil muito bem feito, capaz de agradar à miudagem e às velharias sem fazer grande mossa.
A sequela...bom...como dizer? É, sem dúvida diferente. Se para melhor ou pior não sei ainda...
Nesta nova aventura, Faísca McQueen e o seu amigo Mate viajam até ao Japão onde Faísca vai competir num campeonato mundial que pretende distinguir o carro mais rápido do planeta. Mas o caminho para o campeonato complica-se quando Mate, ao, inadvertidamente, salvar a vida do agente especial Finn McMissile, se vê envolvido num esquema de espionagem internacional que os levará pelas estradas de Itália, França, Alemanha e Inglaterra.
O que antes era um filme infantil (sem qualquer sentido pejorativo) dá agora lugar a um filme de espionagem, completo com um enredo algo complexo para a miudagem, que pouco mais reterão excepto as cores, os movimentos, as corridas.
A confusão de identidades em que Matte se vê envolvido, tomado erroneamente por um espião americano, é quase decalcada do estilo hitchcockiano do "homem inocente visto de repente enleado em confusões graças a uma confusão". Matte vê-se assim arrastado para uma intriga internacional e é mesmo o "Intriga Internacional" de Hitch que salta à mente. Talvez já seja extrapolar demais. Mas o que não oferece dúvidas é a vontade declarada de homenagear os filmes de espionagem do James Bond (o espião inglês é um Aston Martin carregado de gadgets, uma das corridas decorre numa espécie de Monte Carlo, há até a bond girl de 4 rodas...) e, também, os menos conhecidos filmes de Harry Palmer, o espião inglês protagonizado por Michael Caine e que aqui dá a voz...ao Aston Martin precisamente. Há ainda um vilão terrível com um maquiavélico plano de proporções mundiais, e o twist final no enredo. Ou seja, um filme de espionagem, sem tirar nem pôr. Penso mesmo que o cartaz indicado para promover o filme seria este que eu escolhi para colocar aqui.
Em resumo: para filme de espionagem é um cliché atras do outro. Para um filme de animação até acaba por se sair bem.
No meio disto tudo a miudagem ficará, garantidamente, algo confusa...especialmente quando vão ver o filme do "Faísca" e é o tótó do sidekick que tem mais screentime lolol. Está bem, acabo por decidir que é uma sequela diferente para melhor....por esta passa!
A sequela...bom...como dizer? É, sem dúvida diferente. Se para melhor ou pior não sei ainda...
Nesta nova aventura, Faísca McQueen e o seu amigo Mate viajam até ao Japão onde Faísca vai competir num campeonato mundial que pretende distinguir o carro mais rápido do planeta. Mas o caminho para o campeonato complica-se quando Mate, ao, inadvertidamente, salvar a vida do agente especial Finn McMissile, se vê envolvido num esquema de espionagem internacional que os levará pelas estradas de Itália, França, Alemanha e Inglaterra.
O que antes era um filme infantil (sem qualquer sentido pejorativo) dá agora lugar a um filme de espionagem, completo com um enredo algo complexo para a miudagem, que pouco mais reterão excepto as cores, os movimentos, as corridas.
A confusão de identidades em que Matte se vê envolvido, tomado erroneamente por um espião americano, é quase decalcada do estilo hitchcockiano do "homem inocente visto de repente enleado em confusões graças a uma confusão". Matte vê-se assim arrastado para uma intriga internacional e é mesmo o "Intriga Internacional" de Hitch que salta à mente. Talvez já seja extrapolar demais. Mas o que não oferece dúvidas é a vontade declarada de homenagear os filmes de espionagem do James Bond (o espião inglês é um Aston Martin carregado de gadgets, uma das corridas decorre numa espécie de Monte Carlo, há até a bond girl de 4 rodas...) e, também, os menos conhecidos filmes de Harry Palmer, o espião inglês protagonizado por Michael Caine e que aqui dá a voz...ao Aston Martin precisamente. Há ainda um vilão terrível com um maquiavélico plano de proporções mundiais, e o twist final no enredo. Ou seja, um filme de espionagem, sem tirar nem pôr. Penso mesmo que o cartaz indicado para promover o filme seria este que eu escolhi para colocar aqui.
Em resumo: para filme de espionagem é um cliché atras do outro. Para um filme de animação até acaba por se sair bem.
No meio disto tudo a miudagem ficará, garantidamente, algo confusa...especialmente quando vão ver o filme do "Faísca" e é o tótó do sidekick que tem mais screentime lolol. Está bem, acabo por decidir que é uma sequela diferente para melhor....por esta passa!


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