A viagem de Inter Cidades de Lisboa para a Covilhã é longa e, por vezes, aborrecida e demasiado morosa. É que parece que nunca mais se chega. É bem pior quando se faz a viagem de noite. A janela mais não é do que uma tela pintada completamente de negro, com um ou outro ponto de luz a brilhar lá ao fundo. Pouco inspirador.
Mas a coisa muda de figura, e de que maneira, quando se viaja de dia. Continua a ser uma distância aparentemente interminável e monótona, mas, com um pouco de sorte, se conseguirmos não escorregar para um sono santo, ali para os lados de Vilha Velha de Ródão, somos brindados com uma paisagem extraordinária. Durante vários e vários kilómetros a linha ferroviária segue os meandros mais ou menos sinuosos do Tejo e a vista é bastante arrebatadora. Especialmente nesta altura do ano, em que o verde domina e o rio corre cheio.
Infelizmente a máquina fotográfica estava bem guardada e enterrada no saco de viagem que, por sua vez, estava bem guardado e enterrado no compartimento das bagagens, pelo que tive de me valer do telemóvel. E isto foi o que consegui. Paciência. Para a próxima estarei melhor preparado. Preparado, especialmente, para "apanhar" como deve ser, na objectiva, as chamadas "Portas de Ródão", dois braços de pedra que quase se tocam, formando uma espécie de gigantesca porta, num cenário digno de muito filme e que, nem fotografei, de tão ocupado fiquei a "fotografar" com os olhos....Ainda se vislumbram ali na última foto....
Mas a coisa muda de figura, e de que maneira, quando se viaja de dia. Continua a ser uma distância aparentemente interminável e monótona, mas, com um pouco de sorte, se conseguirmos não escorregar para um sono santo, ali para os lados de Vilha Velha de Ródão, somos brindados com uma paisagem extraordinária. Durante vários e vários kilómetros a linha ferroviária segue os meandros mais ou menos sinuosos do Tejo e a vista é bastante arrebatadora. Especialmente nesta altura do ano, em que o verde domina e o rio corre cheio.
Infelizmente a máquina fotográfica estava bem guardada e enterrada no saco de viagem que, por sua vez, estava bem guardado e enterrado no compartimento das bagagens, pelo que tive de me valer do telemóvel. E isto foi o que consegui. Paciência. Para a próxima estarei melhor preparado. Preparado, especialmente, para "apanhar" como deve ser, na objectiva, as chamadas "Portas de Ródão", dois braços de pedra que quase se tocam, formando uma espécie de gigantesca porta, num cenário digno de muito filme e que, nem fotografei, de tão ocupado fiquei a "fotografar" com os olhos....Ainda se vislumbram ali na última foto....









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