Mais um filme português. Mais um benefício da dúvida dado... Pedro, o protagonista perdeu o pai algures durante o PREC e ninguém sabe ou quer contar o que realmente lhe aconteceu. Aquando da mudança da sua avó para um lar de terceira idade, Pedro descobre na velha casa de família uma série de fotos, recortes de jornais e um diário que lhe aguçam a curiosidade e o fazem tentar descobrir o que realmente aconteceu ao seu pai na viagem que a família fez a Espanha há mais de 20 anos, da qual Pedro guarda apenas algumas recordações búzias. E nada melhor que seguir o mesmo itinerário descrito pelo pai no seu diário, procurando os sítios, os amigos dos pais e a verdade.
Esta é a premissa base do filme, e, visto assim, é muito interessante. Visto o trailer, também se fica com uma certa curiosidadeem ver o filme. Mas... sempre o raio do "mas". O filme é... parado... algo aborrecido... demasiado contemplativo, sei lá. A história é promissora, os actores são todos bons e, sem excepção, têm uma belíssima prestação (em especial o protagonista Gonçalo Waddington). Mas depois, enfim, tudo se perde num exercício demasiado estilizado, demasiado contemplativo, demasiado parado demasiado mole, a meu ver, tendo em conta a a intensidade do assunto. Há muitas cenas bonitas e que "ficam bem", mas para a história em si...pouco relevam. Enfim, interessante q.b, não é mau de todo, mas está longe de ser bom. Next!
quarta-feira, maio 18, 2011
Águas Mil
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1 comentário:
o mas é fodido. prende-se a um gajo e não larga. "mas" o que é que há-de fazer?
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