E eis que, de repente, este e o amigo/camarada/irmão do outro lado, ficam sem abrigo, sem qualquer protecção contra a chuva, vento e intempéries em geral. Que tragédia. E logo no Natal, coitados. E, pior, quando os tornados e tufões se repetem dia após dia em Portugal (pelo menos a julgar pelas notícias da SIC...).
Mas bom. É verdade. Achei que devia libertar as "meninas dos meus olhos", ou lá como raio o diz o povão. E, como tal submeti-me à tão propalada operação. Fui à faca, ou melhor à Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação (por enquanto a Santa Adse ainda ajuda...para o ano talvez esteja ocupada, nunca se sabe).
Na verdade o processo não foi tão emocionante/aventuroso/palerma como o post anterior indiciava. Na verdade foi muito mais moroso, burocrático e aborrecidito.
Aliás, em bom rigor, a experiência assemelha-se, de certa forma, a andar de avião. Aqui também temos de estar presentes no local umas valentes horas antes, para diversas formalidades, horas nas quais conhecemos as cadeiras da sala de espera, para depois fazermos o que originalmente ali nos levou. E realizado este objecivo, seguem-se ainda mais uns passos que tornam tudo ainda mais moroso. Isto tudo para dizer que cheguei às 9H30 e saí às 12H30. A operação propriamente dita levou uns 15 minutos se tanto. O pré e o pós-operatório é que tornam as coisas mais demoradas. Será pelo melhor, uma vez que a coisa, apesar de não ser pêra doce, até acabou por correr melhor do que estava à espera. Visão algo turva ainda, desfocada, fora de frequência, whatever, mas pelo menos já leio as matrículas dos carros lá embaixo, sem próteses oculares. Hooray for that i say.
PS: sim, confirmo que aquilo cheira, a dada altura, a carne queimada. Churrasco de olhos. Yummy.
terça-feira, dezembro 14, 2010
Hello me...
...meet the new me...
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